Mundo Cristão

Portal Guiame – 15.04.2016 – Mundo Cristão: De reprovado a “mestre” dos concursos

21 de abril de 2016 0 Comments

Guiame

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Manhã de Autógrafos do Livro Formigas no Centro do Rio de Janeiro [RJ]

2 de abril de 2016 0 Comments
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Lançamento Formigas, com Davi Lago

15 de março de 2016 0 Comments

Hoje foi o primeiro evento de lançamento da obra Formigas, com o autor Davi Lago na Livraria Leitura do BH Shopping.

Parabéns ao querido amigo e coautor, Davi Lago, por seu 26 livro publicado e também à Editora Mundo Cristão, pelo incrível trabalho em nossa obra.

Em breve, mais informações sobre outras localidades.

Lançamento Davi Lago

O que você pode aprender com as formigas?

15 de março de 2016 0 Comments

Adquira já o seu!

Recomendação de Leitura – Meu Filho do Coração

30 de setembro de 2015 0 Comments

Filho do Coração

A adoção é um tema muito importante que, infelizmente, ainda é pouco debatido especialmente com as crianças.

Meu filho do coração é uma obra que deve ser lida junto com a criança para que se possa falar, além do amor, da importância e do lugar que ela ocupa como um desejado membro da família.

Adoção

Os Capítulos que Escrevemos

9 de dezembro de 2014 0 Comments

por Israel Belo de Azevedo   A história de cada um de nós tem dois começos. Na verdade, três. O segundo começo é quando nascemos..

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Uma Oração pelo Sucesso

11 de novembro de 2014 0 Comments
por Stormie Omartian

Post 22 - Mundo Cristão

Então orou: “Senhor, Deus do meu senhor Abraão, dá-me neste dia bom êxito e seja bondoso com o meu senhor Abraão”.
Gênesis 24.12

Quando você tem um trabalho ou uma responsabilidade importante, quer ser bem-sucedida. A melhor maneira de obter sucesso é ir a Deus e pedir-lhe orientação.

Abraão pedira ao servo que encontrasse a noiva certa para Isaque. Esse servo era provavelmente Eliézer, um antigo e leal empregado. Eliézer sentiu o peso da responsabilidade e levou o assunto a Deus, em vez de depender de sua sabedoria ou sorte. Ele pediu um sinal, e, antes que tivesse acabado de orar, Rebeca chegou e lhe ofereceu água. Que extraordinária resposta à oração!

Mas, quem era Eliézer? Se voltarmos a Gênesis 15.2-3, descobriremos que ele era não só o servo fiel de Abraão, como também estava a ponto de herdar toda a riqueza de seu senhor. Assim, Eliézer não só perdeu sua posição com o nascimento de Isaque como teve de procurar-lhe uma noiva. Um homem medíocre poderia ficar amargurado por causa do que perdera; poderia ter definido “sucesso” como fazer tudo para voltar ao lugar de honra, a fim de obter a herança. Um homem medíocre talvez não se importasse com o tipo de noiva que levaria a Isaque. Mas não Eliézer. Ele estava decidido a realizar bem seu trabalho, e por isso orou para cumprir a tarefa.

Deus se importa com suas responsabilidades. Ele deseja que você obtenha sucesso. Não tema pedir-lhe isso. Tenha em mente, porém, que ele pode definir sucesso de modo bem diferente do seu.

Pai celestial, peço sucesso em tudo que eu fizer. Capacita-me a entender a tua medida de sucesso e a não impor minhas próprias ideias. Meu objetivo é te servir, sabendo que o sucesso será alcançado apenas quando eu caminhar de acordo com tua vontade.


Fonte: Blog Mundo Cristão

As 4 Estações do Casamento

2 de setembro de 2014 0 Comments
por Gary Chapman

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Escolhas de vida

8 de julho de 2014 0 Comments
Post 16por Nelson Bomilcar

Nossas escolhas provocam resultados a curto, médio e longo prazo. Prazos que, aliás, nunca sabemos de fato, já que a vida, segundo um escritor bíblico, é como a neblina que por um instante existe e logo se dissipa. A existência humana é curta e efêmera, com o que concordam filósofos, religiosos e pensadores de todas as épocas. A vida requer significados e propósitos para que seja justificada e, de fato, desfrutada no melhor que pode oferecer.

Fazer escolhas, talvez, seja o exercício racional e emocional mais intenso e constante durante nossa jornada como seres humanos. É experiência cotidiana da qual não podemos fugir e não temos como negar. Na infância, recebemos de pais ou responsáveis as referências que tendem a nos acompanhar pela vida afora. A partir dali, o que escolhemos e plantamos trará consequências que irão escrever nossas histórias. Deus já as conhece no tempo e espaço, mas não nos poupa ou priva de tomar as decisões que nos levará ao crescimento como seres humanos e como pessoas, para que vivamos uma fé adulta e responsável.

Fomos criados com consciência, com um mínimo de senso de certo ou errado – como Paulo esclareceu à igreja de Roma –, que ora nos acusa, ora nos absolve. Esta consciência sensibilizada pela ação do Espírito Santo em nós é que nos dá a compreensão do pecado, da justiça e do juízo; do bem e do mal. Ela traz para cada ser humano a capacidade de entender e discernir a vida no seu sentido espiritual e existencial mais profundo, que influencia nossas decisões e os relacionamentos que vamos construindo na família, na profissão, na vida em comunidade e na sociedade.

Para fazer boas e significativas escolhas, precisamos construir uma espiritualidade com raízes, alicerces bem construídos, feita com sabedoria que vem do alto e que está disponível a todos, dada liberalmente por Deus: um Deus que se apresenta, que se revela, que se relaciona, que deseja comungar conosco e partilhar com intimidade e amizade nossa existência. Isso traz repercussões éticas, morais e espirituais em nosso dia a dia, fazendo que o que somos e realizamos repercuta em nós, na nossa família, nas nossas atividades profissionais, em nosso ministério e na sociedade onde vivemos.

Escolher seguir o Deus triúno é a primeira boa escolha, reconhecendo nossa incapacidade de corresponder ao seu amor e conduzir nossa vida refletindo seu caráter, já que compartilhou conosco sua imagem e semelhança. Sem ele, não conseguimos manifestar sua glória, e nada podemos ser e fazer de forma a agradá-lo, principalmente por causa de nossa natureza caída e da nossa desistência de levá-lo a sério, vivendo inicialmente para nós mesmos. Escolher a Cristo como Senhor, Salvador, pastor e amigo é, também, uma escolha vital e inteligente, com repercussões no presente e na eternidade. Conhecer seu Evangelho e sua vontade para nós, como seres humanos, vivendo uma vida de fato significativa e relevante perante o próximo, deixará boas e profundas marcas, cuja magnitude jamais conseguiremos avaliar no todo.

Escolher valorizar a família e sua preservação em aliança, em amor e em perdão, mesmo com todos os fortes ventos contrários e lutas do caminho, é e será sempre uma escolha sábia, madura e com visão de futuro. Por outro lado, não valorizar a família e os absolutos inegociáveis de Deus – verdade, justiça, dignidade, amor e retidão –, é engano que trará tristeza, ruína e morte.

Escolher fazer o bem e o que é certo aos olhos de Deus, isto é, diante de sua Palavra revelada, do Verbo que se fez carne, do Cristo que se identificou conosco como homem, e com todas as implicações radicais de sua mensagem, será uma escolha correta, fascinante, desafiadora e abençoadora. Não nos arrependamos de fazer o bem e o que é certo para Deus; confirmaremos, assim, que estamos dispostos a amá-lo em primeiro lugar, amando ao próximo como a nós mesmos.

Escolhamos, sempre, os caminhos e valores que promovam a vida! Com nossas boas e corretas escolhas, podemos viver com alegria, esperança, profundidade e rico significado, abençoando aos que nos cercam numa saudável dinâmica comunitária. Assim, alinhamos o que somos e fazemos dentro da missão de implantar o Reino de Deus, ajudando as pessoas a seguirem, servirem e amarem o Mestre e doador da vida.


Fonte: Cristianismo Hoje

Enviado por: Blog Editora Mundo Cristão

A regra de ouro dos relacionamentos

24 de junho de 2014 0 Comments
Post 15por John Maxwell

 

Qual é o segredo dos relacionamentos interpessoais? É se colocar no lugar da outra pessoa, em vez de colocar as pessoas no lugar que achamos que devem ficar — ou seja, enquadrá-las.

Cristo ensinou uma regra irretocável para quem quer estabelecer relacionamentos humanos de qualidade. Nós a chamamos “regra de ouro”, expressão que surgiu mais ou menos no século 17. Quase no fim do Sermão da Montanha, Jesus resumiu uma série de reflexões profundas sobre o comportamento humano numa frase: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mt 7:12). Nesse breve mandamento, Cristo ensinou dois pontos sobre a evolução dos relacionamentos humanos: devemos decidir como queremos ser tratados; em seguida, precisamos começar a tratar os outros da mesma maneira.

Há pouco tempo, levei minha filha Elizabeth para almoçar num restaurante. A garçonete, uma senhora cujo trabalho seria cuidar bem das pessoas, nos fez sentir como se a estivéssemos incomodando. Era mal-humorada, nada solícita e ranheta. Todos os clientes perceberam que o dia dela não estava sendo bom. Elizabeth olhou para mim e disse: “Papai, ela é bem rabugenta, não é?”. Limitei-me a concordar, contrariado.

A certa altura, tentei mudar aquela atitude tão negativa da garçonete. Puxei uma nota de dez dólares e disse: “Você poderia me fazer um favor? Teria como trocar essa nota de dez dólares? É que gostaria de lhe dar uma boa gorjeta hoje”. A mulher olhou para mim, hesitou por alguns instantes e, logo depois, correu até o caixa. Depois de trocar o dinheiro, ela passou os quinze minutos seguintes em volta de mim e de Elizabeth. Agradeci a ela pelo serviço, disse que havia sido solícita e atenciosa e deixei uma boa gorjeta.

Quando fomos embora, Elizabeth perguntou: “Papai, reparou como aquela mulher mudou o jeito de nos tratar?”. Aproveitando aquela oportunidade de ouro, respondi: “Elizabeth, se quer que as pessoas tratem você corretamente, faça o mesmo com elas. Em muitos casos, sua atitude mudará a delas”. Elizabeth nunca esquecerá aquela lição porque viu uma mudança notável acontecer diante de seus olhos. Aquela senhora mal-humorada não fizera por merecer um tratamento gentil. No entanto, quando foi tratada de maneira diferente — ou seja, da mesma forma que eu gostaria de ser tratado e acreditava que ela seria capaz de fazer —, sua perspectiva mudou de repente.

Seja qual for sua condição num relacionamento, se percebeu que há uma questão a ser resolvida, então a responsabilidade de fazer um esforço concentrado para gerar mudança positiva está em suas mãos. Pare de acusar os outros e tentar se justificar. Tente ser fonte de inspiração e exemplo, mostrando a atitude mais apropriada para a ocasião. Tome a decisão de não ser a pessoa que apenas reage, mas a que toma a iniciativa.


Fonte: A arte de influenciar pessoas

Enviado por: Blog Editora Mundo Cristão