Morte

O segredo da felicidade por Prof. Gretz

28 de outubro de 2016 0 Comments

Saudade da Mãe…

11 de maio de 2015 1 Comment

por William Douglas Maio, mês das mães. Como homenagem, transcrevo um trecho do livro A Última Carta do Tenente, onde abro meu coração e fala.

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Palavras sobre a morte

15 de julho de 2014 0 Comments
por Martin Luther King

E assim, venho, nesta tarde, para dizer a todos aqui reunidos que, apesar da escuridão desta hora, não devemos nos desesperar. Não devemos endurecer (…). Não, não devemos perder a fé (…). Permitam-se agora dirigir uma palavra às famílias de luto. É praticamente impossível dizer algo que possa consolá-los nesta hora tão difícil e que possa dissipar as profundas nuvens de desilusão que encobrem os céus de suas mentes. Mas espero que vocês possam encontrar um pouco de conforto na universalidade desta experiência. A morte vem para todos os indivíduos. A morte é espantosamente democrática. Não serve aristocraticamente a poucos, mas democraticamente a todos. Morrem os reis e morrem os mendigos; morrem os ricos e os pobres; morrem os velhos e os jovens. A morte vem para o inocente e para o culpado. A morte é o irredutível denominador comum de todos os homens.

Espero que vocês possam encontrar algum conforto na afirmação cristã de que a morte não é um fim. A morte não é o ponto final da grandiosa sentença da vida, mas uma vírgula que a pontua diante de um significado mais sublime. A morte não é um beco sem saída que leva a humanidade a um estado de total anulação, mas uma porta aberta para a vida eterna.

Permitam que essa fé audaciosa, que essa invencível suposição, lhes fortaleça nesses dias de provação.

Agora, para concluir, eu lhes digo: a vida é dura, às vezes tão dura quanto aço temperado. Há momentos difíceis e desesperadores. Como as águas dos rios, a vida tem períodos de seca e de inundação. Como o contínuo ciclo das estações, a vida tem o suave calor dos verões e o frio cortante dos invernos (Sim). E se nos mantivermos firmes, descobriremos que Deus está do nosso lado e que Deus pode nos levar da fadiga do

desespero ao alívio da esperança e transformar os vales sombrios e desolados nas iluminadas veredas da paz interior.


Sermão sobre a morte de quatro meninas proferido por Martin Luther King Jr. em 18 de setembro de 1963. O texto é parte da transcrição da palavra proferida por Martin Luther King Jr. no velório de três meninas assassinadas em uma igreja em ataque da Ku Klux Klan, em Birminghan.

Fonte: KING JR., Martin Luther. Um apelo à consciência: os melhores discursos de Martin Luther King. Org.: Clayborne Carson e Kris Shepard. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

A Dobradura de Lenços

3 de setembro de 2012 8 Comments

por William Douglas Há momentos em que o velho se revela em mim, e isto acontece cada vez mais. Antigamente, eu era o mais novo.

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Caso Encerrado

28 de abril de 2010 1 Comment
por William Douglas

Um livro que li classifica as pessoas em “construtores” e “não construtores”. O primeiro grupo cria coisas, muda futuros, realiza-se. As pessoas “não construtoras” são as que, por alguma razão, acabam não conseguindo ter metas, ou concretizá-las. Razões para isso existem muitas, claro.

Você, concurseiro, por suas escolhas e atitudes, por estar aqui lendo sobre como passar… certamente faz parte do grupo de construtores. Gostaria que fosse, então, um construtor de primeira linha e que não esmorece diante dos desafios que vêm naturalmente. É, de fato, não existe um carimbo de “CONSTRUTOR” e outro de “NÃO CONSTRUTOR” com o qual alguém bata na testa dos recém-nascidos. As pessoas é que vão escolhendo o que se tornarão através de suas atitudes, pensamentos e comportamentos. (mais…)

(Ainda) uma (outra) nota do autor

7 de janeiro de 2008 0 Comments

por William Douglas Eu mesmo não gosto de ler todos os poemas de amor um após do outro, nem os poemas sobre qualquer tema agrupados..

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