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Após as eleições, eu te digo: ânimo!

28 de outubro de 2014 0 Comments
por William Douglas

Você votou em Dilma, Aécio ou em ninguém?

Se você votou na Dilma, parabéns pela vitória. O Brasil conta com sua ajuda para que ela consiga cumprir as promessas que fez. Ajude-a. Ficar tripudiando sobre quem perdeu é desperdício de energia. É hora de mostrar que ela foi mesmo a melhor escolha. Peço que leia até o fim, pois falarei com você de novo.

Se você votou no Aécio ou em ninguém, já estava desanimado antes da eleição ou ficou desanimado com o resultado dela. Parabéns também! Seja como for, só temos um cargo de Presidente da República e a ocupante do cargo está escolhida pelos próximos quatro anos. Tendo votado, ou não, nela, Dilma agora nos representa. O que sugiro, então? Ajude a Presidente, e leia até o final este meu texto, pois falarei mais sobre sua frustração. (mais…)

Conselhos de um cardiologista

21 de outubro de 2014 0 Comments

Amigos, Recebi recentemente um e-mail com alguns conselhos de um cardiologista. Claro que todo tipo de conselho médico deve ser conversado com um médico, mas.

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Uma Bondade Silenciosa

21 de outubro de 2014 0 Comments
por Max Lucado

Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros,
perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.

Efésios 4.32

Post 22

Qual é o seu quociente de bondade? Quando foi a última vez que você fez alguma coisa boa para alguém de sua família — por exemplo, pegar um cobertor, limpar a mesa, preparar o café — sem que lhe fosse pedido? (mais…)

Cinco Pontos de Uma Visão Bíblica sobre Ética na Política

21 de outubro de 2014 0 Comments
por Augustus Nicodemus

Post 21

1) Toda autoridade procede de Deus (Romanos 13). Os governantes são vistos como servos de Deus neste mundo, para através da política e do exercício do poder promover o bem comum, recompensar os bons e punir os maus. Como tal, haverão de responder diante de Deus pela corrupção na política, pela insensibilidade e pelo egoísmo. A visão do cargo político como sendo uma delegação divina desperta no povo o devido respeito pelas autoridades, mas, ao mesmo tempo, produz nestas autoridades o senso crítico do dever.

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Em quem vou votar

20 de outubro de 2014 0 Comments
por William Douglas

Várias pessoas estão me perguntando em quem eu vou votar. Sobre isso, respondo aqui. Não dá para responder de forma rápida e curta porque o que acho que vale para o leitor será validar ou não os critérios de raciocínio. Minha escolha não importa, mas sim em discutirmos como deveria ser a melhor escolha.Embora seja um direito, acho errado alguém votar nulo ou branco já que o momento é extremamente grave. Escolha-se o menor pior, é o que sugiro. Qual é o menos pior? Escolha usando critérios razoáveis e lógicos. Vamos lá: (mais…)

Quando temos de esperar

14 de outubro de 2014 0 Comments
por Stormie Omartian

Depois dessas coisas o Senhor falou a Abrão numa visão:
“Não tenha medo, Abrão! Eu sou o seu escudo; grande será a sua recompensa!”.
Mas Abrão perguntou: “Ó Soberano Senhor, que me darás, se continuo sem filhos e o herdeiro do que possuo é Eliézer de Damasco?”.

Gênesis 15.1-2

Post 20

Você não é quase capaz de ouvir a irritação na voz de Abrão? “Deus, obrigado por seres meu galardão, mas… o que realmente desejo é que cumpras tua promessa. Quero um filho!”

Deus prometera a Abrão uma porção de descendentes quando ele tinha 75 anos (Gn 12.4). Ele teria 100 anos quando Isaque finalmente nasceu (Gn 21.5). Isso significa que Abrão e Sarai esperaram 25 anos pela promessa.

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Carta Aberta aos Candidatos à Presidência

14 de outubro de 2014 0 Comments

Caros concurseiros e cidadãos interessados no tema, segue Carta Aberta sobre Concursos Públicos que enviei aos dois candidatos. Se ler e concordar, favor compartilhar a mensagem.

Solicito a gentileza de colocar o tag  #CartaAbertaConcursosPublicos, ok?

Espero que goste.

Abs, william douglas
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Nota Pública da AJUFE sobre Auxílio-Moradia

9 de outubro de 2014 0 Comments

Nota pública – Auxílio-moradia

A Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho – ANAMATRA, a Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB e a Associação dos Juízes Federais do Brasil – AJUFE, entidades nacionais que representam os magistrados brasileiros, vêm a público prestar os devidos esclarecimentos em razão da Resolução nº 199/2014 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que regulamentou o pagamento do auxílio-moradia, o que o fazem nos seguintes termos: (mais…)

Revisão de Vencimentos: A CF, a Presidência da República e o STF

3 de outubro de 2014 0 Comments
por William Douglas

O Supremo Tribunal Federal retomou ontem o julgamento do Recurso Extraordinário (565089) onde é discutida a questão da Revisão Geral Anual dos Servidores públicos, direito previsto no art. 37, X, da Constituição da República, e que, em razão da omissão do Poder Executivo, vem mantendo o funcionalismo público em situação degradante.

O caso trata da possibilidade de indenização aos servidores em razão da omissão do governo em cumprir o que determina a Constituição.  (mais…)

A Voz de Deus na Oração

30 de setembro de 2014 0 Comments
por Brennan Manning

Post 19

Talvez o principal motivo por que somos praticantes tão precários da arte de sermos humanos, a razão por que tantas vezes ficamos na corda bamba entre o ódio próprio e o desespero, é que simplesmente não oramos.

Oramos tão pouco tempo, tão raras vezes e tão insatisfatoriamente. Para todas as demais coisas temos tempo livre suficiente. Visitas, encontros informais, filmes, partidas de futebol, concertos, uma noite com amigos, um convite irrecusável — e todas essas coisas são boas, porque é natural e saudável que vivamos em comunidade. Mas, quando Deus requer nosso tempo, empacamos.

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Ramo mais Produtivo do Judiciário é Preterido em Investimentos e tem Sobrecarga de Trabalho, diz Ajufe

24 de setembro de 2014 1 Comment

por Frederico Vasconcelos [Ver matéria original] A seguir, a avaliação feita pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) sobre o relatório “Justiça em Números“,.

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Reflexões Trazidas pela Igreja e por Juristas Católicos

19 de setembro de 2014 0 Comments

Eleições 2014

Orientações para as Comunidades Católicas da Arquidiocese de São Paulo

1. Nas eleições de 2014 estão em jogos os cargos de Presidente e Vice Presidente da República; de 1 Senador por Estado; Deputados Federais; Governador e Vice Governador do Estado; Deputados Estaduais.

2. A eleição é uma oportunidade para confirmar os políticos e os partidos que estão nos cargos públicos e o modo como estão governando e legislando; ou para mudar os mandatários e os resumos da política do País e do Estado. Os cristãos são chamados a participar ativamente na edificação do bem comum, escolhendo bons governantes e legisladores e acompanhando com atenção o exercício de seus mandatos.

3. É importante conhecer bem as propostas dos candidatos e dos partidos aos quais estão filiados. Voto consciente é dado com conhecimento. O voto tem consequências e revela a vontade do povo e suas aspirações.

4. Atenção à corrupção eleitoral. A Lei 9.840, de 1999, veio para moralizar a vida política do Brasil; ela condena o abuso do poder econômico nas campanhas eleitorais e a compra de votos. Os candidatos denunciados e condenados em força dessa lei podem ter seu registro negado ou diplomado cassado, além de receber multas. Os fatos de corrupção eleitoral devem ser denunciados à Justiça eleitoral.

5. Candidato precisa ter ficha limpa. Desde 2010, está em vigor a Lei complementar 135 (“Lei da Ficha Limpa”). Por ela, políticos já condenados por crimes eleitorais ou outros, previstos nessa lei, tornam-se inelegíveis pelo tempo previsto na sua condenação. A aprovação dessa lei, de iniciativa popular, contou com expressiva participação das comunidades e organizações da nossa Igreja. É preciso ter credibilidade para representar o povo, legislar, governar e administrar o patrimônio e o dinheiro públicos.

6. Dar o voto a políticos comprometidos com o bem comum e não, apenas, com interesses privados ou de grupos restritos. O exercício do poder político é um serviço ao podo e ao País; por isso, ele deve estar voltado para as grandes questões, como a promoção de bem estar, condições de educação, saúde, moradia digna e trabalho com justa remuneração para todos, saneamento básico, respeito pela vida e a dignidade humana, superação da violência, proteção e promoção da família e do casamento, justiça e solidariedade social, respeito à natureza e ao ambiente da vida.

7. Não votar em candidatos comprovadamente corruptos, envolvidos em escândalos, que promovam discriminação ou intolerâncias, ou tenham como parte de seu programa e partido a aprovação de leis contrárias à justiça, aos direitos humanos, ao pleno respeito pela vida humana, à família e aos princípios da própria fé e moral.

8. Religião e política: quem tem fé religiosa é cidadão com direitos e deveres iguais a qualquer outro cidadão; por isso, as pessoas de fé são chamadas a se empenharem na política, cumprindo conscienciosamente seus deveres cívicos, exercendo cargos públicos com dignidade, competência, honestidade e generosidade.

9. É orientação da Igreja Católica Apostólica Romana que os membros do clero, em vista de sua missão religiosa, se abstenham de exercer cargos políticos ou de militar nos partidos. A política partidária é espaço de atuação dos cristãos leigos, que neles podem exercer melhor seu direito e dever de cidadania, orientados pelos princípios da fé e da moral cristã, e contribuir para a edificação do bem comum.

10. Os tempos e lugares de culto, bem com os eventos religiosos, não devem ser usados para a propaganda eleitoral partidária (cf Lei 9504, art. 37 parágrafo 4º). A Igreja Católica Apostólica Romana valoriza a liberdade de consciência e as escolhas autônomas dos cidadãos. A religião não deve ser usada como “cabresto político” e as comunidades da Igreja não devem ser transformadas em “currais eleitorais”.

11. No entanto, os católicos são convidados a se reunirem civicamente para fazer o discernimento sobre as propostas dos partidos e sobre os candidatos, dando seu voto a quem, em consciência, julgarem mais idôneo e merecedor de sua confiança.

12. A participação política deve levar ao engajamento em ações permanentes para a melhoria da vida política local e nacional, através:

a) do acompanhamento crítico das ações dos governantes e legisladores e dos gestores públicos do Executivo, Legislativo e Judiciário;

b) da participação em organizações comunitárias locais, como os Conselhos Partidários, Associações e diversos serviços voltados para o bem comum;

c) de ações voltadas a promover leis importantes “de iniciativa popular”, como prevê a Constituição Brasileira de 1988 (cf art. 14);

d) do apoio a decisões e ações políticas acertadas e importantes; ou da desaprovação de decisões e ações políticas equivocadas ou inaceitáveis.

Palavra do Papa 

Sobre o papel do Estado e da Política:

“A justa ordem da sociedade e do Estado é dever central da Política. Um Estado, que não se regesse pela ordem justa, reduzir-se-ia ao um bando de ladrão, como disse Santo Agostinho (cf. Cidade de Deus, IV, 4)… A justiça é o objetivo e, por consequência, também a medida intrínseca de toda política. A política dos ordenamentos públicos: a sua origem e seu objetivo estão precisamente na justiça e esta é de natureza ética” (Bento XVI, Deus caritas est, 2005, n.28).

Sobre a relação entre Igreja e a Política:

É dever da Igreja “contribuir para a purificação da razão e para o despertar das forças morais, sem as quais são se constroem estruturas justas, nem estas permanecem operativas por muito tempo. Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem justa na sociedade é próprio dos fieis leigos, os quais, como cidadãos do Estado, são chamados a participar pessoalmente na vida pública. Não podem, pois, abdicar da múltipla e variada ação econômica, social, legislativa, administrativa e inconstitucionalmente o bem comum (Bento XVI, Deus caritas est, n.29).

Sobre a relação entre fé cristã e vida social e política:

“Ninguém pode nos exigir que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 2013 n.183).

Secretariado de Pastoral da Arquidiocese de São Paulo

Eleições 2014

 

 

A Oração Funciona

16 de setembro de 2014 0 Comments
por Stormie Omartian

Post 18

Em primeiro lugar, quero tornar perfeitamente claro que o poder de uma esposa que ora não é um meio para controlar o marido; portanto, não se alegre antes da hora!

De fato, trata-se justamente do oposto. É desistir de todo o desejo de poder em você e para você, confiando no poder de Deus para transformá-la, assim como seu marido, suas circunstâncias e seu casamento.

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Apostas Certas

11 de setembro de 2014 0 Comments
por William Douglas
11.09.2014, 9h

Meus filhos são minha melhor aposta.

Eles são meus embaixadores no futuro, levando-me a

tempos em que eu mesmo não estarei aqui.

Levarão meu DNA, minha história, levarão tudo que eu puder incutir neles.

São meus mísseis intertemporais para explodir um novo tempo,

meus foguetes astronáuticos capazes de cruzar a dobra do tempo,

meus exploradores do amanhã, levando minha bandeira às novas luas.

Porém, são todos melhores do que eu. E terão suas próprias histórias.

E talvez bandeiras além das que lhes apresento. Eles escolherão algumas,

e de serem assim, parte eu, parte eles, parte a mãe, seremos um time invadindo

o tempo, a história da nossa cidade, do país, do planeta e das explorações galácticas.

Hoje sou luz e eles ignição, hoje ficam à minha sombra enquanto crescem,

mas em breve eu serei sombra e eles, luz; eu,  o passado, eles,  o presente,

e quando for assim meus netos serão o novo futuro: os próximos passos.

Meus filhos se melhoram, pois dou mais do que tive, assim como sei que

de meus pais tive mais do que eles mesmos puderam ter.

E vamos levando de geração em geração uma tocha cada vez mais firme.

A pé, ônibus, carro, helicóptero, teletransporte: estamos evoluindo.

Meus pais me recomendaram  segurança, eu recomendo a revolução.

Meus pais me deram suas histórias, eu somo as minhas e entrego mais pretensões ainda.

Por isso sobrevivemos aos dinossauros:

humanos somam aprendizados e histórias, amores e planos.

E, se não bastasse, há a mãe a lhes fornecer sua verve, brio, sonhos e costumes,

E, mais ainda, há Deus, no fundo estabelecendo a fórmula perfeita que

conjuga seu Todo-Poder e controle das coisas com as escolhas que nós dá.

Somos a fórmula atômica da eleição divina e da eleição humana.

Nossos filhos são a fórmula atômica de tudo que somos com tudo que são,

Mas a eles pertence o futuro, então deles é a fórmula mais rica e poderosa.

E, por serem tudo que recebi e sou, tudo que recebeu e é a mãe,

Por serem tudo que Deus quer e planeja, e Deus tem planos bons,

e ainda por serem tudo que são eles mesmos, e por portarem

a semente de seus próprios filhos, os filhos que irão gerar,

não há como negar que são minhas melhores aposta, face e expressão,

são meu melhor projeto  posto que é projeto que vai muito além de mim,

meus filhos são a certeza de que um dia o universo será um lugar bom,

 apenas o quintal de nossas casas, um quintal com paz e justiça,

um quintal com amor.

E, descoberta a fórmula secreta, quântica e há séculos buscada,

todos, inclusive eu, a amada, os pais e amigos, todos estaremos juntos:

um dia haverá uma mesa sobre as estrelas nos reunindo a todos.

Até que este dia venha, porém, já quero meus filhos perto.

Vamos fazer valer o dia. Cada dia conta,

cada dia é sua própria paga.

Patologias

10 de setembro de 2014 0 Comments
por William Douglas

Li a seguinte manifestação do Leonardo Boff: “Diz-se por aí, que uma profetiza de sua igreja evangélica, a Assembleia de Deus, profetizou que ela, Marina, seria presidenta. E ela crê cegamente nisso como crê no que, diariamente lê na Bíblia, passagens abertas ao acaso, como se aí se revelasse a vontade de Deus para aquele dia. São as patologias de um tipo de compreensão fundamentalista da Bíblia que substitui a inteligência humana e a busca coletiva dos melhores caminhos para o país.

Não sei se Marina disse isso ou se Boff disse que ela disse. Quanto ao voto, não é tema desse artigo. Cada um que vote em quem achar melhor. A questão aqui é como um cidadão deve lidar com a fé alheia.

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Carta Derradeira de um Jovem Suicida

8 de setembro de 2014 0 Comments

por William Douglas Por favor, não me tenham como covarde Renato Russo já dizia: “Para, pára o mundo que eu quero descer” Eu só desci….

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Colégio de Presidentes de Tribunais de Justiça Critica Cortes no Orçamento do Judiciário

8 de setembro de 2014 0 Comments

O corte no Orçamento do Judiciário proposto pelo Poder Executivo provocou nota de proteste do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil. O texto foi divulgado ontem à noite para toda a imprensa e está postado no site da AMB. Veja a íntegra do documento assinado pelo desembargador Milton Nobre.

NOTA OFICIAL

NOSSO PROTESTO PELO RESPEITO À INDEPENDÊNCIA

Decididamente há setores dentro da área governamental (leia-se Executivo) que não têm – ou não desejam ter – a percepção de que, no Estado Democrático de Direito, o respeito à independência entre os Poderes é cláusula pétrea consagrada na Constituição de 1988 e base da harmonia que deve presidir as relações interinstitucionais.

A estrutura organizacional e as diretrizes administrativas de gestão são prerrogativas dos Poderes, suscetíveis apenas das análises inerentes às funções de cada qual. É, pois, intromissão indevida do Poder Executivo nas propostas orçamentárias formuladas pelo Poder Judiciário, a promoção de cortes na previsão para 2015, situação essa que reprisa tentativa semelhante ocorrida em 2011, prontamente rechaçada pelo Supremo Tribunal Federal, então presidido pelo douto Ministro Cezar Peluso.

Além de ferir a Constituição, a proposta encaminhada pelo governo federal ao Poder Legislativo para o orçamento de 2015 agride frontalmente postulados político-constitucionais por desrespeitar a autonomia do Poder Judiciário na elaboração de sua proposta orçamentária, que é suscetível de alterações exclusivamente pelo Congresso Nacional, como bem ressaltou o decano da Suprema Corte, Ministro Celso de Melo. E, o que é pior, em se tratando de uma Federação, cada vez mais fragilizada, como soe ser a brasileira, há o quase certo efeito de verticalização, com os Executivos dos Estados pretendendo, da mesma forma, promover cortes, a pretexto de efetuar ajustes nos já debilitados orçamentos dos Tribunais de Justiça.

É fato notório que o nosso povo anseia por um Judiciário melhor aparelhado, mais eficiente, que atenda com celeridade às demandas que lhe são submetidas. Trata-se de um anseio justo da população brasileira que só poderá ser materializado se o Poder Judiciário tiver os recursos de que necessita, bem como quadros de servidores e magistrados adequados às suas necessidades e com remuneração condigna.

Mais do que um simples equívoco de burocratas, esse novo acinte é revelador de que ainda existem os que pensam viver no autoritarismo ou que por ele suspiram. Neste grave momento da Democracia, o Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil une-se aos alertas do Supremo Tribunal Federal, exige das autoridades constituídas dos demais poderes republicanos o integral cumprimento das normas constitucionais e manifesta irrestrito apoio às medidas que o eminente Ministro Ricardo Lewandowski, Presidente do Supremo Tribunal Federal, adotará no resguardo da independência do Poder Judiciário.

Belém, 04 de setembro de 2014

Desembargador Milton Augusto de Brito Nobre

Presidente do CPPTJB

Bibliografia para o Concurso de Notário

3 de setembro de 2014 0 Comments

Aqui vai a bibliografia para o concurso de notário, também preparada pelo Prof Eugênio Rosa de Araujo. Deve ser complementada com a bibliografia já remetida.

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As 4 Estações do Casamento

2 de setembro de 2014 0 Comments
por Gary Chapman

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Análise de Juridicidade de Proposições Legislativas, por Luciano Oliveira

1 de setembro de 2014 0 Comments

O professor Luciano Oliveira teve seu artigo sobre Análise de Juridicidade de Proposições Legislativas publicado no site do Senado.

O trabalho trata da análise de juridicidade das proposições legislativas feita pelo Parlamento, durante o processo de elaboração das leis. Analisando os principais aspectos de constitucionalidade, juridicidade, regimentalidade e técnica legislativa que devem ser verificados no exame de admissibilidade das proposições.

Alerta, ainda, para a importância da existência de uma rigorosa análise de juridicidade das proposições, para que o Legislativo possa cumprir com excelência sua missão constitucional e entregar à sociedade leis de qualidade e que efetivamente promovam a paz, a isonomia e a justiça social.

[Confira o artigo na íntegra]

Punindo Juízes

1 de setembro de 2014 0 Comments

Colegas, Conforme publicado no Diário Oficial da União de hoje, a Presidente Dilma Rousseff vetou o artigo 17 do PL 2201/11, que criaria a Gratificação.

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Aviso Afixado na Porta de um Consultório Médico

27 de agosto de 2014 0 Comments
por Antônio Carlos Moreno/Alena

O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói.

O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

O coração infarta quando chega a ingratidão.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Procure ajuda, se identificar que algo ‘não anda bem’. Procure amigos(as) e Profissionais da Saúde, como Médicos e Psicólogos.


IMPORTANTE:

Tais informações não deverão, sob hipótese alguma, serem utilizadas como substituto para um diagnóstico médico ou para tratamento de qualquer doença. É imprescindível uma consulta com Médico(a) Especialista.

Assim sendo, desejo que você se cuide … porque sua saúde e sua vida dependem – também – de suas ESCOLHAS!

Nota de Apoio – Honorários dos Advogados Públicos

27 de agosto de 2014 0 Comments

Caros amigos, Acabei de assinar e enviar Nota de Apoio que repito abaixo. Quem concordar, peço que COMPARTILHE. NOTA DE APOIO Por meio da presente.

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Carta Aberta à Presidenta Dilma – Investimentos em Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil

27 de agosto de 2014 0 Comments

CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA

‒ NECESSIDADE URGENTE DE INVESTIRMOS EM AUDITORES-FISCAIS DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL ‒

Cara Presidenta Dilma,

Gostaria de iniciar dizendo que, desde as eleições de 2002, quando houve a mudança no Palácio do Planalto com a entrada do Presidente Lula, senti que os serviços públicos nesse país poderiam, e iriam, merecer uma atenção especial. Os anos anteriores, de Governo FHC, foram difíceis com pouquíssimo investimento no setor, que minguou por oito anos com parcos recursos. Não me decepcionei. Desde aquele ano o que tenho notado é que, cada vez mais, o serviço público se notabiliza com investimentos e prioridades. Permita-me então, por favor, a ousadia de, como cidadão, dar a V. Ex.a. os meus parabéns, consciente de que há muito ainda para ser feito e de que este governo não medirá esforços para tornar o Brasil cada vez mais justo e eficiente. (mais…)

Marco Civil da Internet e Contratos Eletrônicos, por Leandro Velloso

25 de agosto de 2014 0 Comments

Leandro Velloso 1

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Costume de Casa

22 de agosto de 2014 0 Comments
por William Douglas

Enquanto moderador em diversas redes sociais e leitor frequente de mensagens de concurseiros, tenho notado alguns problemas no que diz respeito à leitura, redação e interpretação de texto de grande parte das pessoas. Preocupado com a precarização da língua e crendo que, apesar dela, as redes sociais e a web, de maneira geral, podem ser ferramentas importantes para a preparação, resolvi “puxar as orelhas” dos concurseiros neste artigo que apresento com muito carinho e preocupação. (mais…)

Eu não tenho medo de resultados ruins. Eu os comemoro.

20 de agosto de 2014 0 Comments
por William Douglas

Só tem resultado ruim quem teve coragem de ir jogar.

Só alguém doente da cabeça ou do coração fica feliz com resultado ruim, mas nem sempre uma derrota pode ser considerada “ruim”. Perder com honra, perder lutando, perder dando seu melhor, isso tudo não é derrota, é jogar o jogo. Perder aprendendo como o adversário joga, ou como você deve jogar quando jogar de novo não é perder: é treinar.

Existem dias bons e dias ruins, resultados bons e resultados ruins. (mais…)

Após a Aprovação

19 de agosto de 2014 0 Comments

por William Douglas [Baixe a Versão em PDF] Sun Tzu e a Defesa dos Interesses do País Sun Tzu disse: “Lembre-te que defendes não interesses.

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Nas alturas

11 de agosto de 2014 0 Comments
por William Douglas

Amor, 

Voltando de viagem a trabalho, 

Vim a jato para te ver. (mais…)

A Lei do Feedback Aplicada

9 de agosto de 2014 0 Comments
por William Douglas

Minha casa tem 3 Lego Master Building.

O avião foi feito pelo meu caçula, de 4 anos, sozinho.

A casa (do Tony Stark), pelo meu filho do meio, de quase 7 anos, também sozinho. Juntos os 3, da última vez, montamos uma cidade.

Aplicando uma das leis bíblicas do sucesso, a Lei do Feedback, perguntei ao meu filho o que eu poderia fazer para ser um pai melhor.

Resposta: “montar mais Lego comigo”. Minha adorável filha, que publicou seu primeiro livro aos 10 anos de idade, pediu para eu não atender celular e prestar mais atenção nela.

Você já fez essa pergunta para…

– cônjuge?

– filhos?

– chefe?

– empregados?

– colegas/sócios?

Experimente fazer. Funciona muito bem para o relacionamento crescer.

Josué 1:6,9

6 de agosto de 2014 0 Comments

Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria. Tão-somente esforça-te e tem.

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Obrigado Alemanha [Português e Alemão]

16 de julho de 2014 2 Comments
por William Douglas

Escrevo após assistir o vídeo “Obrigado Brasil“, divulgado pela Alemanha. Eis o vídeo.

Muito gentil você, Alemanha.

Mas, para ser sincero, quem tem que agradecer somos nós: (mais…)

Apólice de Futuro

16 de julho de 2014 0 Comments

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Palavras sobre a morte

15 de julho de 2014 0 Comments
por Martin Luther King

E assim, venho, nesta tarde, para dizer a todos aqui reunidos que, apesar da escuridão desta hora, não devemos nos desesperar. Não devemos endurecer (…). Não, não devemos perder a fé (…). Permitam-se agora dirigir uma palavra às famílias de luto. É praticamente impossível dizer algo que possa consolá-los nesta hora tão difícil e que possa dissipar as profundas nuvens de desilusão que encobrem os céus de suas mentes. Mas espero que vocês possam encontrar um pouco de conforto na universalidade desta experiência. A morte vem para todos os indivíduos. A morte é espantosamente democrática. Não serve aristocraticamente a poucos, mas democraticamente a todos. Morrem os reis e morrem os mendigos; morrem os ricos e os pobres; morrem os velhos e os jovens. A morte vem para o inocente e para o culpado. A morte é o irredutível denominador comum de todos os homens.

Espero que vocês possam encontrar algum conforto na afirmação cristã de que a morte não é um fim. A morte não é o ponto final da grandiosa sentença da vida, mas uma vírgula que a pontua diante de um significado mais sublime. A morte não é um beco sem saída que leva a humanidade a um estado de total anulação, mas uma porta aberta para a vida eterna.

Permitam que essa fé audaciosa, que essa invencível suposição, lhes fortaleça nesses dias de provação.

Agora, para concluir, eu lhes digo: a vida é dura, às vezes tão dura quanto aço temperado. Há momentos difíceis e desesperadores. Como as águas dos rios, a vida tem períodos de seca e de inundação. Como o contínuo ciclo das estações, a vida tem o suave calor dos verões e o frio cortante dos invernos (Sim). E se nos mantivermos firmes, descobriremos que Deus está do nosso lado e que Deus pode nos levar da fadiga do

desespero ao alívio da esperança e transformar os vales sombrios e desolados nas iluminadas veredas da paz interior.


Sermão sobre a morte de quatro meninas proferido por Martin Luther King Jr. em 18 de setembro de 1963. O texto é parte da transcrição da palavra proferida por Martin Luther King Jr. no velório de três meninas assassinadas em uma igreja em ataque da Ku Klux Klan, em Birminghan.

Fonte: KING JR., Martin Luther. Um apelo à consciência: os melhores discursos de Martin Luther King. Org.: Clayborne Carson e Kris Shepard. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

Para ser um “bom memorizador”

14 de julho de 2014 1 Comment

por William Douglas Li a matéria publicada no site do Guia do Estudante com a seguinte chamada: “Um campeão de concursos públicos, o melhor “atleta.

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Quem nunca levou uma goleada atire a 1ª pedra

10 de julho de 2014 0 Comments
por William Douglas

 

Eu levei mais de 7 gols nos concursos, no amor, no dever de fazer o bem, de fechar a boca, de avaliar pessoas e por onde ir nas encruzilhadas.

Se levar gols demais faz surgir o dever de se desculpar, quero ser o primeiro: me desculpem.

Peço desculpas e não levarei as pedras. Vou com minha camisa, vou torcer pelo meu time.

7 gols não bastam para matar um grande amor.

Vergonha? Nunca, ao menos, não disso. Tenho vergonha da corrupção, das falcatruas, do brasileiro que fala mal do governo e dentro de seu cantinho furta, frauda, faz malandragem, explora o outro. Jogar e perder, mesmo de 7, é do jogo.

Espero é que a gente aprenda a lição no futebol e fora dele.

No futebol como na vida, amanhã tem outro jogo.

Davi Luis

Derrota x Bíblia

10 de julho de 2014 2 Comments

por William Douglas   Aos que seguem a Bíblia, vale lembrar: louvamos a Ele quando vencemos, louvamos a Ele quando perdemos. Nossa adoração e nossa.

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O que alguns gostariam que acontecesse…

9 de julho de 2014 0 Comments
MIB_7x1por William Douglas

 

Primeiro, lembrar que os jogadores, com apagão ou não, com sete gols ou não, tentaram. E isso não é vergonha nenhuma. Aliás, não tenho vergonha do placar e não preciso esquecê-lo.

Eu respeito e aplaudo meu time, e mais ainda o técnico. Ele sempre será o técnico do nosso Penta. Não vai ser um jogo ruim que tirará isso dele.

Não tenho vergonha alguma do jogo, embora esteja dilacerado com o resultado e o placar elástico. Vergonha eu tenho é das agressões a um torcedor alemão, é de brasileiros quebrando o  Mineirão por causa da derrota, ou de vaiarem nossa seleção. Lembro que na Copa ocorrida na Alemanha, após o time local perder a semifinal, o estádio o aplaudiu, cantou para ele uma canção de orgulho, honrou-o. Sinto vergonha é do preço dos nossos estádios, dos viadutos que caem, das boates esquecidas (Kiss e outras), das refinarias mal compradas e outras inconclusas, e tudo caro. Do meu time, sinto orgulho; dos alemães, inveja.

Os alemães, ah, os alemães! Espero que todos se lembrem que eles estão há seis anos trabalhando esse grupo, que construíram (rápido e sem superfaturamento) um Centro de Treinamento no Brasil para dar melhores condições aos atletas. Aliás, fazem isso na educação etc., lá na Alemanha.

Espero que todos lembrem que eles realizaram treinamentos  ao meio-dia, sol a pino.

Espero que lembrem que não apostam nos valores individuais, embora os tenham,  mas sim no time. Não têm tantos dribles, mas passam a bola, jogam junto e o resultado disso é que, mesmo sem ser prioridade, os valores individuais aparecem. Não têm “salvadores da pátria”, nem no time nem na política.

Quem perdeu não foi nosso time, quem perdeu esse último jogo foi nosso jeito de ser brasileiros. Daí, éramos nós ali, todo o tempo. Vaiar o time é vaiar nosso jeito coletivo de levar a vida. Quem deve pedir desculpas não é o David Luiz, somos nós mesmos. E começar a jogar diferente. Quem precisa de renovação não é a seleção brasileira: é nossa política, nosso serviço público e cada cidadão que reclama da corrupção, mas vive de jeitinhos, sonegando, trapaceando, fraudando, trabalhando ou estudando o menos que puder. Desculpas, devemos todos. E, mais que elas, devemos a nós mesmos uma grande mudança. Por isso, espero que ninguém esqueça esse dia.

Quanto ao meu time, e minha camisa, me perdoem os que pensam diferente, mas sete gols não matam um grande amor.

Sábado, estarei no estádio com minha camisa. Vençam, ou não, estarei lá para aplaudi-los. O grande jogo, aquele no qual não podemos ter nem apagão nem derrota, é o jogo para mudar o jeito brasileiro de levar a pátria.

 

Escolhas de vida

8 de julho de 2014 0 Comments
Post 16por Nelson Bomilcar

Nossas escolhas provocam resultados a curto, médio e longo prazo. Prazos que, aliás, nunca sabemos de fato, já que a vida, segundo um escritor bíblico, é como a neblina que por um instante existe e logo se dissipa. A existência humana é curta e efêmera, com o que concordam filósofos, religiosos e pensadores de todas as épocas. A vida requer significados e propósitos para que seja justificada e, de fato, desfrutada no melhor que pode oferecer.

Fazer escolhas, talvez, seja o exercício racional e emocional mais intenso e constante durante nossa jornada como seres humanos. É experiência cotidiana da qual não podemos fugir e não temos como negar. Na infância, recebemos de pais ou responsáveis as referências que tendem a nos acompanhar pela vida afora. A partir dali, o que escolhemos e plantamos trará consequências que irão escrever nossas histórias. Deus já as conhece no tempo e espaço, mas não nos poupa ou priva de tomar as decisões que nos levará ao crescimento como seres humanos e como pessoas, para que vivamos uma fé adulta e responsável.

Fomos criados com consciência, com um mínimo de senso de certo ou errado – como Paulo esclareceu à igreja de Roma –, que ora nos acusa, ora nos absolve. Esta consciência sensibilizada pela ação do Espírito Santo em nós é que nos dá a compreensão do pecado, da justiça e do juízo; do bem e do mal. Ela traz para cada ser humano a capacidade de entender e discernir a vida no seu sentido espiritual e existencial mais profundo, que influencia nossas decisões e os relacionamentos que vamos construindo na família, na profissão, na vida em comunidade e na sociedade.

Para fazer boas e significativas escolhas, precisamos construir uma espiritualidade com raízes, alicerces bem construídos, feita com sabedoria que vem do alto e que está disponível a todos, dada liberalmente por Deus: um Deus que se apresenta, que se revela, que se relaciona, que deseja comungar conosco e partilhar com intimidade e amizade nossa existência. Isso traz repercussões éticas, morais e espirituais em nosso dia a dia, fazendo que o que somos e realizamos repercuta em nós, na nossa família, nas nossas atividades profissionais, em nosso ministério e na sociedade onde vivemos.

Escolher seguir o Deus triúno é a primeira boa escolha, reconhecendo nossa incapacidade de corresponder ao seu amor e conduzir nossa vida refletindo seu caráter, já que compartilhou conosco sua imagem e semelhança. Sem ele, não conseguimos manifestar sua glória, e nada podemos ser e fazer de forma a agradá-lo, principalmente por causa de nossa natureza caída e da nossa desistência de levá-lo a sério, vivendo inicialmente para nós mesmos. Escolher a Cristo como Senhor, Salvador, pastor e amigo é, também, uma escolha vital e inteligente, com repercussões no presente e na eternidade. Conhecer seu Evangelho e sua vontade para nós, como seres humanos, vivendo uma vida de fato significativa e relevante perante o próximo, deixará boas e profundas marcas, cuja magnitude jamais conseguiremos avaliar no todo.

Escolher valorizar a família e sua preservação em aliança, em amor e em perdão, mesmo com todos os fortes ventos contrários e lutas do caminho, é e será sempre uma escolha sábia, madura e com visão de futuro. Por outro lado, não valorizar a família e os absolutos inegociáveis de Deus – verdade, justiça, dignidade, amor e retidão –, é engano que trará tristeza, ruína e morte.

Escolher fazer o bem e o que é certo aos olhos de Deus, isto é, diante de sua Palavra revelada, do Verbo que se fez carne, do Cristo que se identificou conosco como homem, e com todas as implicações radicais de sua mensagem, será uma escolha correta, fascinante, desafiadora e abençoadora. Não nos arrependamos de fazer o bem e o que é certo para Deus; confirmaremos, assim, que estamos dispostos a amá-lo em primeiro lugar, amando ao próximo como a nós mesmos.

Escolhamos, sempre, os caminhos e valores que promovam a vida! Com nossas boas e corretas escolhas, podemos viver com alegria, esperança, profundidade e rico significado, abençoando aos que nos cercam numa saudável dinâmica comunitária. Assim, alinhamos o que somos e fazemos dentro da missão de implantar o Reino de Deus, ajudando as pessoas a seguirem, servirem e amarem o Mestre e doador da vida.


Fonte: Cristianismo Hoje

Enviado por: Blog Editora Mundo Cristão

A agonia da Copa e a agonia da vida

8 de julho de 2014 0 Comments
por William Douglas

 

– Escrito antes do Jogo Brasil x Alemanha –

Acho que Messi merece brilhar, finalmente, tanto na seleção quanto no Barcelona, talvez até mais, e a taça faz parte disso. Acho que os holandeses, sempre candidatos, um dia deveriam experimentar o gosto da vitória no último confronto do certame. Acho que os alemães, que desde a Copa passada começaram um belo trabalho, merecem o prêmio por serem tão científicos, organizados, meticulosos, enfim, tão alemães. E acho que – por mil motivos – nós, brasileiros, merecemos essa Copa.

Contudo, daqui a pouco sonhos começam a se desfazer, como já se desfizeram tantos outros ao longo do torneio. Agora, porém, só temos quatro times, e quatro gigantes nas Copas. E hoje um, amanhã outro, duas nações irão cair em pranto e seus representantes ficarão com aquela face mórbida do não mais haver. E domingo, enfim, mais uma nação ficará entristecida. Apenas uma, das quatro – e todas merecem – irá experimentar o topo, e para 75% deles o que haverá é a derrota, seja ela nobre ou apontando culpados, os quais às vezes até existem. Porém, mesmo sem erros de arbitragem ou conspirações, se tudo correr como é pra ser, como é o futebol, ou seja, mesmo sem acidentes , ainda assim três nações e quem por elas torce , todos irão sofrer uma perda nos próximos dias. É uma agonia.

Eu já vivi a agonia em tantas copas, e em apenas duas a glória de ter torcido pelo campeão, o prazer de sorver o gosto da vitória até o último jogo. Mas tive outras agonias: escolher entre Medicina ou Direito, entre Nayara e Joaquina, entre a fé e o ceticismo, entre o descanso e o esforço, e cada decisão que eu tomava ia não só moldando meu ser, meu futuro e meu planeta, mas, igualmente, destruindo coisas: o médico, a história com a Joaquina, o agnóstico, o indolente sem o estresse deste que aqui escreve, em cuja vida inseri minhas escolhas. Esse que sou, no qual apostei as fichas que tinha.

Quantas profissões deixei de ter? Como seriam meus filhos com Joaquina? Enfim, cada escolha e cada taça premia um e mortifica multidões, sejam de times, sejam de vidas. E é assustador para mim o quanto sou feliz com o Direito, com o Magistério, com a fé, com a Nayara e com meus três filhos.

A vida é mais generosa do que as Copas. A Copa escolhe um e defenestra outros, outros que podem ir embora com a honra de uma Colômbia ou Costa Rica ou como resultado do medo de prosseguir fazendo gols, como nesta edição agiu o México. Os derrotados de hoje e amanhã terão algo normal na vida: apenas a chance de tentar um outro título, menos glorioso, mas ainda assim melhor do que experimentar outra derrota.

A Copa e a vida têm milhares de histórias, de heróis, de tragédias, de glórias e de surpresas. A vida, como a Copa, tem bola na trave, impedimento não marcado, gols bonitos, gols contra, acidentes, contusões e até nobreza, como a do David Luiz mostrando que Fair Play não é só uma bandeira azul que mostram antes dos hinos. Enfim, a Copa é tão excitante pelo quanto se parece com o jogo da vida.

Por exemplo, em ambos a tecnologia nos permite rever os lances passados, mas jamais voltar no tempo e evitar o osso fraturado, o cartão desnecessário, o chute que poderia ter sido um pouco só mais para a direita. A vida também é um jogo no qual temos um tempo certo, até prorrogado, mas todos os jogos e todas as vidas um dia acabam, com ou sem glória, com ou sem taça: não existem campeonatos garantidos, é preciso ir para o gramado e suar a camisa. E torcer para o time se acertar, para se houver uma “bola vadia”, que ela seja gentil conosco, e tudo isso sem esquecer que em geral os melhores times é que levam mesmo a taça, e os times que estão ainda vivos mostram que competência tem seu lugar sim, convenhamos. A sorte, mesmo longa, morre até as quartas de final. Por tudo isso, as Copas e a vida são tão emocionais, passionais e misteriosas.

E, frente a tantas escolhas, riscos, agonias e constatações, apenas me consola que algumas coisas da vida não são escassas como, por exemplo, as taças. Creio que a felicidade, a paz, a amizade, a solidariedade e a prosperidade não são conquistas limitadas a este ou aquele individuo ou grupo. Creio que o melhor da vida não é uma taça a qual uns, mais fortes e velozes, mais hábeis e poderosos, têm acesso em detrimento de outros. Estou certo de que podemos ter taças para todos, faixas de felicidade em cada peito humano.

Curioso, paradoxal e assustador, porém, é o fato de que para alcançarmos essa multidão de campeões iremos precisar ter as qualidades de um time para levar para sua casa a Copa: treino, garra, disposição, equipe, e até um pouco de sorte. E a vida ainda é mais bela por um motivo: enquanto estamos por aqui, estamos todos escalados. Daí, que possamos entrar em campo e jogar bonito nosso melhor futebol. E desejo isso (jogar bonito e seu melhor futebol), na Copa, a brasileiros, argentinos, alemães e holandeses; e, na vida, a vc leitor, que tabelou comigo até aqui.

– Escrito após a derrota do Brasil –

Quanto a esta nossa desclassificação, a similitude se repete: é como aquele dia em que alguém bebe e bate o carro, ou que perde a razão em um átimo e exatamente nele agride alguém. Esse jogo foi esse segundo ato, estúpido, apenas durou demais. E o que nos resta é, depois de refeito o trauma, ir viver a vida e se preparar melhor para o próximo jogo, ou concurso, ou negócio, ou mais dia para se acertar com o cônjuge, filho ou até com si mesmo.

Do outro lado, méritos da Alemanha, que sem dribles, mas um ajudando o outro, mostrou que depender de um salvador da pátria é o início de uma tragédia. Espero que cada brasileiro pare de reclamar da corrupção e da malandragem, e jogue para o time, sem esperar que um eleito resolva tudo. Mas, claro, que escolha bem quem será eleito, pois afinal todos sabem que técnico faz diferença.

Torço para que o time e os brasileiros joguem melhor nos jogos que se aproximam. No futebol como na vida, amanhã tem outro jogo.

A regra de ouro dos relacionamentos

24 de junho de 2014 0 Comments
Post 15por John Maxwell

 

Qual é o segredo dos relacionamentos interpessoais? É se colocar no lugar da outra pessoa, em vez de colocar as pessoas no lugar que achamos que devem ficar — ou seja, enquadrá-las.

Cristo ensinou uma regra irretocável para quem quer estabelecer relacionamentos humanos de qualidade. Nós a chamamos “regra de ouro”, expressão que surgiu mais ou menos no século 17. Quase no fim do Sermão da Montanha, Jesus resumiu uma série de reflexões profundas sobre o comportamento humano numa frase: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mt 7:12). Nesse breve mandamento, Cristo ensinou dois pontos sobre a evolução dos relacionamentos humanos: devemos decidir como queremos ser tratados; em seguida, precisamos começar a tratar os outros da mesma maneira.

Há pouco tempo, levei minha filha Elizabeth para almoçar num restaurante. A garçonete, uma senhora cujo trabalho seria cuidar bem das pessoas, nos fez sentir como se a estivéssemos incomodando. Era mal-humorada, nada solícita e ranheta. Todos os clientes perceberam que o dia dela não estava sendo bom. Elizabeth olhou para mim e disse: “Papai, ela é bem rabugenta, não é?”. Limitei-me a concordar, contrariado.

A certa altura, tentei mudar aquela atitude tão negativa da garçonete. Puxei uma nota de dez dólares e disse: “Você poderia me fazer um favor? Teria como trocar essa nota de dez dólares? É que gostaria de lhe dar uma boa gorjeta hoje”. A mulher olhou para mim, hesitou por alguns instantes e, logo depois, correu até o caixa. Depois de trocar o dinheiro, ela passou os quinze minutos seguintes em volta de mim e de Elizabeth. Agradeci a ela pelo serviço, disse que havia sido solícita e atenciosa e deixei uma boa gorjeta.

Quando fomos embora, Elizabeth perguntou: “Papai, reparou como aquela mulher mudou o jeito de nos tratar?”. Aproveitando aquela oportunidade de ouro, respondi: “Elizabeth, se quer que as pessoas tratem você corretamente, faça o mesmo com elas. Em muitos casos, sua atitude mudará a delas”. Elizabeth nunca esquecerá aquela lição porque viu uma mudança notável acontecer diante de seus olhos. Aquela senhora mal-humorada não fizera por merecer um tratamento gentil. No entanto, quando foi tratada de maneira diferente — ou seja, da mesma forma que eu gostaria de ser tratado e acreditava que ela seria capaz de fazer —, sua perspectiva mudou de repente.

Seja qual for sua condição num relacionamento, se percebeu que há uma questão a ser resolvida, então a responsabilidade de fazer um esforço concentrado para gerar mudança positiva está em suas mãos. Pare de acusar os outros e tentar se justificar. Tente ser fonte de inspiração e exemplo, mostrando a atitude mais apropriada para a ocasião. Tome a decisão de não ser a pessoa que apenas reage, mas a que toma a iniciativa.


Fonte: A arte de influenciar pessoas

Enviado por: Blog Editora Mundo Cristão

Juiz nega dano moral a aluno que teve celular tomado em sala de aula

16 de junho de 2014 0 Comments

“Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada
na reserva moral e educacional deste país.”

(Dr. Eliezer – Juiz)

“O professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe.” As palavras são do juiz de Direito Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª vara Cível e Criminal de Tobias Barreto/SE, ao julgar improcedente a ação de aluno em face de professor que tomou seu celular em sala de aula. (mais…)

Congresso deveria fazer pacote anticorrupção, diz juiz

16 de junho de 2014 0 Comments
por Catarine Piccioni – UOL

 

Surpreso com a ameaça de processo por seu livro sobre corrupção, Márlon Reis rebate deputados, nega ter feito generalizações e critica demora na reforma política. “Parlamento deveria ter anunciado medidas para debelar a compra de votos”

 

Um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, o juiz eleitoral do Maranhão Márlon Reis virou alvo de uma série de críticas disparadas por deputados na última terça-feira (10), no plenário da Câmara. Na ocasião, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), anunciou que vai protocolar uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o magistrado por conta do livro O nobre deputado, a ser lançado oficialmente no dia 27 deste mês, em São Paulo (SP). (mais…)

Produtividade Varas Federais de Niterói [Jan-Dez/2013]

13 de junho de 2014 1 Comment

por William Douglas – JANEIRO A DEZEMBRO 2013 –    SENTENÇAS  DESPACHOS DECISÕES CONVERTIDOS  Média das Demais Varas Federais de Niterói  744 3843 1140 113.

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A transcendência se mostra… educamos nosso olhar?

11 de junho de 2014 0 Comments

O Professor Mário Sérgio Cortella é uma pessoa fora-de-série, palestrante e escritor de primeira linha, e um ser humano simpático, boníssimo e que espalha para tudo em seu entorno alegria e  otimismo, sabedoria e inteligencia. E faz da filosofia algo prático e útil. A ele, fica aqui a homenagem, e a vc, colega que me lê, a recomendação para que conheça seus artigos, livros e palestras. Se quiser dica por onde começar, o livro “Não se desespere” é uma pérola.

Com abraço forte a todos,

William Douglas

A transcendência se mostra… Educamos nosso olhar?

por Mario Sergio Cortella

Cidade de São Paulo, seis horas da tarde, chovendo sem parar, Eu, ainda molhado pela chuva, dentro de um trem do metrô lotado, indo para a universidade dar aulas (já entrando na terceira jornada de um longo dia). Fome, vontade de tomar um banho, ficar em casa à noite, descansar.

O trem vai bem devagar (problemas na energização dos trilhos) e, a cada estação, mais gente adentra, espremendo-se em pé, segurando sacolas, pastas, bolsas e guarda-chuvas; janelas do vagão fechadas (por causa dos trechos ao ar livre do trajeto); ar-condicionado desligado (para economizar eletricidade emergencial); calor, abafamento, odores marcantes por todos os lados.

Meu desejo? Sumir dali, sair de perto, desencostar de tantas pessoas, cheiros, ruídos e suores. Paz, quero paz!

De repente, próximo à porta do vagão, uma mulher com uma criancinha no colo, a pequena com a cabeça debruçada por cima do ombro da provável mãe. A menininha  olha para mim e, sem razão maior, sorri.

Pronto. Durante segundos (mas sentidos como uma deliciosa eternidade), desaparecem todos os transtornos à minha volta. Não há mais chuva fora, não há mais pressa, não há mais cansaço, não há mais nada, exceto uma sensação de encantamento e uma vontade imensa de retribuir o sorriso. Eu o faço e, rápida, a criança simula esconder o rostinho com as mãos, agora rindo.

O trem chega à estação na qual devo descer; saio, reconfortado pelo alcance admirável e profundo de um sorriso despretensioso e verdadeiro. Saio, sentindo-me abrigado pela experiência de um mistério que faz cessar qualquer turbulência.

Que experiência foi essa? Durante o caminho até a sala de aula,  bastante animado (cheio de anima/alma), procurei lembrar-me de outras experiências que tivessem, para mim, o mesmo significado: o encontro (ainda que fugaz) com a emoção simples, com a gratuidade amorosa, com o sentimento de  proteção de minha existência, com a espantosa beleza de algumas coisas e gestos.

Quando pude, antes, viver a mesma experiência que a do sorriso infantil e desprendido? Quando pude, antes, experimentar a calma certeza interior de que não estou abandonado à minha própria sorte ou entregue à solidão de angústias sem socorro? Quando pude, antes, provar do sabor da alegria compartilhada ou da solidariedade sincera? Quando pude, antes, presenciar a formosura do mundo ou a lindeza do que nele está?

Quando pude? Muitas e muitas vezes; esse mistério se mostrou e se mostra a mim e a todos e todas de inúmeras maneiras. Nem sempre o reconheci, nem sempre nele prestei atenção; porém, sempre esteve presente.

Quando, então?

Quando, por exemplo:

  • da primeira vez que fui ao mar, aos cinco anos de idade, e, olhando aquela imensidão, segurei-me na mão de meu pai enquanto pequenas ondas quase me tiravam do lugar (e eu, firmemente desafiante, não saía);
  • ainda criança, voltava, saudoso, para o lar, depois de uma temporada de férias em casa de parentes, e me regalava preguiçosamente na cama, aspirando os lençóis em busca de um cheiro que só neles existia;
  • em noites de frio na infância, minutos antes de dormir, percebia minha mãe, sorrateira, puxar as cobertas por sobre o meu peito e, dar-me, de leve, um beijo na testa, enquanto recitava baixinho uma oração da qual nunca me separei (“Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a Ti me confiou a Bondade Divina, guardai-me e protegei-me por todos os dias de minha vida”);
  • nas comemorações de aniversários, com irmãos, parentes e amigos em volta, eu assoprava as velinhas (poucas, na época) e sentia um calor dentro do peito que me dava a certeza de ser querido;
  • aos dez anos de idade, fui, ao velório de um amiguinho que se afogara em uma represa e, vi os pais dele sendo envolvidos por dezenas de abraços silenciosos e apertados, lágrimas de adultos expressando uma dor que era de todos, marcando, para mim, a noção de que se com a morte não nos conformamos, ao menos nos confortamos;
  • nasceu meu primeiro filho e, após o parto, sozinho no quarto da maternidade, chorei de gratidão pela dádiva de poder, também, desdobrar minha vida (e não me satisfiz com esse primeiro agradecimento, pois, outros partos ocorreram, outros choros vieram);
  • ao assistir, ouvir ou ler o noticiário, doem em mim as dores das guerras, das fomes, das epidemias, dos desastres ecológicos, das violências físicas ou simbólicas, e me esforço para não me acostumar, fraturando minha humanidade;
  • fico extasiado no dia a dia, ao observar que a violeta que plantei renova-se exuberante a cada regada, que os gatos de casa se enrolam nos meus pés quando chego, que as brincadeiras familiares na hora da refeição vão amalgamando a convivência (às vezes transtornada), que o passar das mãos de minha mulher sobre meus cabelos (de forma sutil e cuidadosa) mostram a amorosidade de um percurso parceiro;
  • ao ouvir música (muitas vezes quieto, na penumbra), procuro fruir a imensa capacidade de produzir emoção de um Mozart (como ele conseguiu, de forma contraditória, alegrar minha vida com a Missa de Réquiem?) ou de um Catulo da Paixão Cearense (“ontem ao luar, nós dois em plena solidão, tu me perguntaste o que era a dor de uma paixão…”);
  • ao participar de um culto, provo com outros e outras do extenso desejo que temos de partilhar a vida, demonstrando nossos temores e reconhecimentos, buscando continuamente a preservação generosa de um sentido de viver arrebatador e que não queremos que cesse.

Escolhi acima algumas situações especiais e marcantes para mim mesmo, mas, quem não as têm ou terá, de alguma forma? Quem consegue não contar outras delas, inúmeras, infindas, múltiplas? Alguém é capaz de passar incólume e afirmar que nunca foi tocado por impressões desse tipo?

Todas essas experiências antes relatadas são, acima de tudo, experiências religiosas. São vivências impregnadas (isto é, grávidas) de religiosidade, pois todas apresentam faces de uma ligação com a vida e sua sacralidade conjunta que transpõe a materialidade das coisas, a provisoriedade dos acontecimentos humanos, a transitoriedade do tempo.

Todas elas nos ligam e religam com a convicção de que o sentido (na dupla acepção de significado e direção) da existência excede os limites da mundidade e alcança a humanidade para além das histórias individuais que a compõem. São, assim, experiências da transcendência.

É preciso educar nossa atenção aos conteúdos dessas experiências; é preciso afinar nossos sentidos e sentimentos para não deixá-las passar como fatos corriqueiros; é preciso perceber que, provavelmente, a transcendência está nos detalhes inesquecíveis, e, por isso,  fundamentais.

É necessário que os que lidamos com Educação possamos compartilhar esses detalhes com as crianças e jovens com os quais trabalhamos, trazendo à tona as experiências  (nossas e deles) que cada um e cada uma carrega e que apontam para a percepção pessoal das memórias e vivências da transcendência.

É imprescindível não recusar esse encontro com a admirável presença de um mistério que ultrapassa a mim mesmo, minha  vida e este próprio mundo, mas do qual, surpreendentemente, percebo nele e dele participar. E, mais ainda, sei e sinto não estar sozinho.

Afinal, ser humano é ser junto.


Fonte: Mario Sergio Cortella, filósofo, é doutor em Educação pela PUC-SP, na qual é professor do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e do Pós-Graduação em Educação (Currículo).

 

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por William Douglas

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2 Crônicas 25:8

2 de abril de 2013 0 Comments

Mesmo que vá e combata corajosamente, Deus o derrotará diante do inimigo, pois tem poder para dar a vitória e a derrota” 2 Crônicas 25:8

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Check-list: Véspera da Prova

20 de fevereiro de 2013 0 Comments

 

por William Douglas

Check-list - Véspera da Prova_WilliamDouglas

Check-list: Dia da Prova

20 de fevereiro de 2013 0 Comments

 

por William Douglas
Check-list - Dia de Prova_WilliamDouglas

A Dobradura de Lenços

3 de setembro de 2012 8 Comments

por William Douglas Há momentos em que o velho se revela em mim, e isto acontece cada vez mais. Antigamente, eu era o mais novo.

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Homem Condenado por Falso Estupro é Absolvido Depois de 16 Anos

4 de dezembro de 2011 0 Comments
por Alexandre Lyrio e Victor Uchôa

Sem ter feito absolutamente nada, ele foi acusado de estuprar uma vizinha de apenas 12 anos em 1994

O técnico em telefonia Jonas da Silva Cruz, de 53 anos, “morreu pela primeira vez” em setembro de 1994. Sem ter feito absolutamente nada, ele foi  acusado de estuprar Lucineide Santos Souza, uma vizinha de apenas 12 anos.

Em 2008, Soró, como é conhecido, foi tirar um atestado de antecedentes criminais e acabou preso. Era sua segunda morte.  “Nunca me senti tão abalado. Fiquei à deriva”, diz. Sem que soubesse, ele havia sido condenado em 1995 pelo tal estupro, mas, por um motivo que permanece inexplicado, durante 13 anos nunca foi procurado pela Justiça.

Morador de Nova Sussuarana, ele perdeu emprego, perdeu a casa e muitas amizades. Perdeu tudo que havia conquistado, mas nunca desistiu de provar sua inocência.

Até que, no início deste ano, aquela adolescente que o acusou, hoje mulher feita, resolveu falar a verdade: não houve estupro e nem mesmo assédio. Ao juiz da Vara de Execuções Penais, Lucineide revelou que toda a história fora criada por sua mãe. E que Jonas sequer a tocou.

Livre da condenação por estupro, Jonas Cruz comemora início de uma nova vida

Na última sexta-feira, no julgamento do pedido de Revisão Criminal realizado no Pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ), o réu finalmente foi “absolvido por insuficiência de provas”. “Posso dizer que hoje eu renasci”, resumiu.

Primeira Morte

A primeira morte de Soró se deu pela soma de uma raiva misteriosa e uma sentença judicial falha. Na tarde de 21 de setembro de 1994, Lucineide teve a primeira relação sexual de sua vida, com um namorado da mesma faixa etária.

No dia seguinte, sua mãe, Renilda Bispo dos Santos, percebeu um sangramento na calcinha da garota. “Lembro quando ela me levou para fazer um exame no IML. Quando voltamos, alguém, não lembro quem foi, disse que eu tinha ido na casa de Jonas. Foi aí que tudo começou. Minha mãe não sabia do meu namoro”, conta Lucineide, hoje com 29 anos. “Ela não gostava de Soró e eu nunca soube o motivo”.

O inquérito da 11ª Delegacia de Polícia foi encaminhado ao Ministério Público Estadual (MP), que denunciou Jonas por crime sexual. O acusado chegou a participar de duas audiências no Fórum Ruy Barbosa e achou que o caso havia sido arquivado.

Mas, em 5 de julho de 1995, frente a frente com o juiz, Lucineide, já com 13 anos, narrou a história inventada pela mãe como se fosse real: “Primeiro ele me deu um empurrão para dentro da casa. Eu estava de saia, calcinha e camisa. Ele mandou eu deitar, tirou minha roupa e meteu o ‘negócio’ dele devagar”. O depoimento, presente nos autos do processo, bastou para a decisão do juiz Marinaldo Bastos Figueiredo, da 10ª Vara Crime de Salvador. “Criança não mente”, argumentou o magistrado na sentença de Jonas.

Soró, que nem sabia que ainda estava sendo julgado, também não soube que foi condenado.

Segunda Morte

Somente em dezembro de 2008, quando ele tentava tirar um atestado de antecedentes criminais, a polícia percebeu que havia um mandado de prisão em aberto para aquele homem, detido na hora. “Meu mundo desabou. É uma dor insuportável”, lembra o senhor de voz grave e fala pausada, medindo cada palavra.

Soró foi enviado à Polinter, onde ficou preso por 10 meses. “Aquele é o pior lugar do mundo. Tem dias que os presos dormem uns por cima dos outros”, afirma.

Em seguida, Soró garante que nunca foi vítima de nenhuma violência sexual dentro da cadeia, algo comum em condenados por estupro.

“Tinha muita história dessa. Estuprador é tratado como lixo, não tem nenhum valor, mas Deus evitou que acontecesse comigo. Eu sempre disse que era inocente e acho que eles acreditaram”, emenda, contendo a emoção.

Em outubro de 2009, Jonas foi transferido para a Colônia Lafayete Coutinho, onde ficou até 23 de março de 2010, quando recebeu progressão de pena para o regime semiaberto, na Casa do Albergado e Egresso (CAE). Este ano, passou à prisão domiciliar.

Redenção

Desde então, sua luta é para andar de cabeça erguida. Atualmente, atua na triagem de correspondências dos Correios, emprego conseguido através de um programa de ressocialização da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos.

Sexta-feira, fora do Tribunal de Justiça, enfim inocentado do crime nunca cometido, Jonas respirou fundo, como se tomasse fôlego suficiente para o resto da vida. “Hoje sou um homem mais forte, pronto pra qualquer desafio”, disse, antes de se despedir.

‘Criança não mente’, disse juiz

Ao proferir a sentença que condenou Jonas Cruz, o magistrado Marinaldo Bastos Figueiredo, que morreu no ano passado, chegou a se perguntar: “Por que a vítima acusa o denunciado?”. Então, sem o suporte de testemunhas ou provas materiais, embasou sua decisão da seguinte maneira: “Estou convicto e certo de que a acusação da vítima é verdadeira, toda criança é sincera, não mentem e inexistem provados motivos ensejadores de acusação mentirosa”.

Na peça de pedido da Revisão Criminal produzida pelo defensor público Rafson Ximenes, a tese é contraposta com um trecho de O Juízo Moral da Criança, do teórico suíço Jean Piaget: “A criança, em virtude de seu egocentrismo inconsciente, é levada espontaneamente a transformar a verdade em função do seus desejos e ignorar o valor da veracidade”.

“Minha mãe criou a história, mas admito que peguei carona. Não quis dizer que tinha transado com meu namorado e me acomodei”, relata Lucineide. Para a desembargadora Ivete Caldas, relatora do processo de Revisão Criminal, a decisão foi falha porque levou em conta somente a versão da garota. “Nunca houve prova, somente a palavra da vítima. Para se condenar alguém é preciso ter certeza, e nesse caso a denúncia não tinha relevo”, resumiu.

Sozinho, Jonas acompanha atento a decisão dos desembargadores.

Votos de liberdade

Na sessão de sexta-feira da Câmara Criminal, o desembargador Lourival Trindade chegou a solicitar que Lucineide Souza prestasse um novo depoimento de retratação, este contando com a presença de um representante do Ministério Público (MP).

O magistrado também pediu que a mãe dela voltasse a depor, sem saber que a mulher morreu há nove anos. A desembargadora Ivete Caldas, relatora do processo, argumentou que o depoimento que Lucineide prestou em março deste ano ocorreu em juízo e não foi contestado pelos promotores do MP.

Assim, seu voto pela procedência do  pedido de Revisão Criminal foi acompanhado pelos desembargadores Vilma Veiga, Nágila Brito, Jeferson de Assis e Abelardo de Carvalho. “A retratação foi uma prova nova totalmente relevante e é por isso que Jonas foi absolvido”, afirmou Caldas. Agora, para que o nome de Soró seja limpo, basta que o acórdão da Câmara Criminal chegue à Vara de Execuções Penais junto com o ofício que indica a nulidade da condenação de Jonas.

Maior erro da Justiça ocorreu em Pernambuco

No dia 22 de novembro, morreu em Recife o ex-mecânico Marcos Mariano da Silva, de 63 anos, vítima daquele que é apontado como o maior erro da Justiça da história do país. Ele ficou quase 20 anos preso porque tinha o mesmo nome de um assassino. Marcos morreu enquanto dormia, poucas horas depois de receber a notícia de que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia determinado que o governo de Pernambuco pagasse o restante da indenização que ele ganhou por danos morais e materiais: R$ 2 milhões, além de uma pensão mensal de R$ 1.200.

Em 2008, Marcos já tinha recebido metade da indenização e usou o dinheiro para comprar casas para ele e familiares. O governo pernambucano recorreu para não ser orbigado a pagar a segunda parte, o que foi negado pelo STJ justamente no dia da morte do ex-mecânico.

Marcos tinha 28 anos quando foi preso pela primeira vez, em 1976, acusado de assassinato. Seis anos depois, o verdadeiro criminoso foi encontrado, e o homem inocente ganhou liberdade. Mas, em uma blitz, três anos mais tarde, foi preso novamente porque um policial o reconheceu e achou que ele estava foragido. Assim, foram mais 13 anos de reclusão.


Confira notícia original aqui.

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Jogue com as cartas que lhe vierem à mão

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Olá Amigos concurseiros!

Transcrevo abaixo, mais um dos e-mails que recebi recentemente e, em seguida, minha resposta. A saber, substituí, por motivos óbvios, os nomes reais por “X”.

“Prezado Amigo, escrevo para desabafar, conclui o curso de direito em meados do ano passado e desde lá tento buscar o meu lugar ao sol, comprei o seu 1º livro, apliquei algumas técnicas e venho tentando passar em concursos, mas o negócio tá brabo. Fracassos: OAB até hoje não consigo o básico, já tentei 4 vezes em dezembro faço a 5º vez; AGU não passei na 1º fase; Delegado de Polícia Estadual não passei na 1º fase; TJ não passei em analista e nem em oficial de justiça; Tribunal de contas não passei para o cargo de assistente jurídico; MPU não passei para o cargo de analista; MPE não passei para cargo analista; IASC não passei para cargo Advogado; METROREC não passei para o cargo de Advogado CHESF não passei para Advogado; Bacen, não passei para técnico; Enfim, meu amigo te peço, eu sei que o senhor é uma pessoa ocupada mas me ajude eu preciso reverter este quadro; tenho tempo para estudar e tento e tento, mas eu canso e estou quase desistindo e me sinto um verdadeiro fracassado. Quero casar e estou estudando há 2 meses com minha namorada que também é bacharelanda em direito e também tem tempo para estudar. Te pedimos ajuda. Temos o 1º livro aplicamos a técnica de estudo, mas cansamos pois só perdemos. desesperadamente, “X”

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Sobre evangélicos no futebol

19 de julho de 2010 0 Comments

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Natação para Concurseiros

16 de julho de 2010 0 Comments

por William Douglas Meu filho de dois anos está começando a aprender a nadar. É grande, o guri. A natação servirá para muitas coisas, a.

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Jabulani, minha filha, não corra tanto!

6 de julho de 2010 0 Comments

por William Douglas   O SporTV, em sua cobertura da Copa, informou que um pai tentou registrar sua filha recém-nascida no município de Jardim de.

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Tudo o que eu precisava saber, aprendi no jardim de infância

19 de maio de 2010 0 Comments

por Robert Falghum   A maior parte do que eu realmente precisava saber sobre viver e o que fazer e como ser, eu aprendi no.

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Peça Demissão

19 de maio de 2010 0 Comments

por Maria Clara Isoldi Whyte Baseado em texto de autor desconhecido Venho, através desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão da categoria dos adultos. Resolvi.

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Caso Encerrado

28 de abril de 2010 1 Comment
por William Douglas

Um livro que li classifica as pessoas em “construtores” e “não construtores”. O primeiro grupo cria coisas, muda futuros, realiza-se. As pessoas “não construtoras” são as que, por alguma razão, acabam não conseguindo ter metas, ou concretizá-las. Razões para isso existem muitas, claro.

Você, concurseiro, por suas escolhas e atitudes, por estar aqui lendo sobre como passar… certamente faz parte do grupo de construtores. Gostaria que fosse, então, um construtor de primeira linha e que não esmorece diante dos desafios que vêm naturalmente. É, de fato, não existe um carimbo de “CONSTRUTOR” e outro de “NÃO CONSTRUTOR” com o qual alguém bata na testa dos recém-nascidos. As pessoas é que vão escolhendo o que se tornarão através de suas atitudes, pensamentos e comportamentos. (mais…)

Intolerância religiosa e a Diretoria do Santos

12 de abril de 2010 0 Comments

por William Douglas A visita do time do Santos ao lar espírita Mensageiros da Luz ainda está gerando polêmica. Principais jogadores da equipe – como.

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Niterói não pode esquecer: não é a chuva que mata

9 de abril de 2010 0 Comments

por William Douglas Escrevo, pois vários niteroienses estão desesperados, sem nada além da roupa do corpo, tendo perdido familiares, casa, tudo. A situação da cidade.

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Sobre Concursos, Aparelhos Ortodônticos e outras Insanidades

1 de abril de 2010 1 Comment

por William Douglas Periodicamente me preocupo em repisar o tema dos concursos públicos, tendo já feito comparações dele com construção de casa, com a preparação.

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Vencendo na vida

23 de março de 2010 0 Comments

por William Douglas Assisti Invictus. Gostaria que você e muito mais pessoas tivessem o interesse e a oportunidade de também ver este filme, um belíssimo.

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Algumas gostam de nerds

27 de fevereiro de 2010 0 Comments

por William Douglas 27/02/2010, 21:04h Numa entrevista, me surpreendem com uma pergunta nova: “O que eu diria para o William que fez a prova do.

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O quanto de Boris existe em você?

6 de janeiro de 2010 0 Comments

por William Douglas Após ouvir lixeiros desejarem “feliz 2010”, Boris Casoy disse “… que m—-, dois lixeiros desejando felicidades do alto de suas vassouras… (risos).

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Invictus

1 de janeiro de 2010 0 Comments

por Nelson Mandela Do fundo desta noite que persiste A me envolver em breu – eterno e espesso, A qualquer deus – se algum acaso.

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Ela, a Depressão

16 de dezembro de 2009 1 Comment

por William Douglas Creio que para falar sobre como passar em concursos a pessoa já deve ter sido reprovada e aprovada várias vezes. Tem, necessariamente.

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Bom Bom e Mau Mau

16 de dezembro de 2009 1 Comment

por William Douglas Quando menino, recordo-me de assistir a um desenho animado infantil chamado de “Bom-Bom e Mau-Mau”. Engraçadérrimo, mas preconceituosérrimo também. O Bom-Bom era.

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Fraude no concurso da PRF

8 de dezembro de 2009 0 Comments

Carta aos aprovados honestamente e aos demais interessados Prezados colegas, Tendo em vista a grande quantidade de emails e mensagens sobre a suspeita de fraude.

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Inveja, desespero e outros assuntos humanos, nacionais e concursândicos

14 de setembro de 2009 0 Comments

por William Douglas Prezados amigos concurseiros e simpatizantes, É uma alegria voltar a escrever por mais uma semana. Minha tarefa é como a de vocês:.

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Concurso públicos e a terra prometida

10 de setembro de 2009 1 Comment

por William Douglas   Podemos dizer que o concurso público, com todas as suas vantagens, é a Terra Prometida: status, estabilidade, bons salários, aposentadoria diferenciada.

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Ulisses e o canto das sereias: sobre ativismos judiciais e os perigos da instauração de um terceiro turno da constituinte

1 de julho de 2009 0 Comments
por Lenio Luiz Streck

Há uma obra de Otto Bachof que é bastante conhecida pelos cultores do direito constitucional. Ela se chama Normas Constitucionais Inconstitucionais?. A grande ironia que existe por traz desse fato notório é que o conhecimento das motivações históricas que levaram o professor alemão a escrevê-la é inversamente proporcional ao seu sucesso e sua “popularidade”. Talvez seja interessante lembrá-los aqui. Principalmente quando vivemos em um país em que, a todo tempo, setores do pensamento jurídico-político apresentam teses que têm como pretexto um problema particular do cotidiano para, no fundo, desconstituir a Constituição (sem falar na patética tentativa recentíssima da PEC 341/09 que pretende cometer um haraquiri institucional, reduzindo a Constituição a 70 artigos). Essas propostas vão desde mini-constituintes para efetuar uma duvidosa reforma política, até à construção de um ambiente doutrinário no interior do qual se convive pacificamente com a degradação dos (pré)compromissos estabelecidos pelo constituinte de 1988 através de uma irresponsável defesa de bons ativismos judiciais para resolver problemas que a realidade imediata apresenta.

Desconsidera-se, assim, o elán vital que imprime significado a uma Constituição: ela é feita em momentos de “sobriedade” política para defender o Estado e a sociedade exatamente destas erupções episódicas de paixões e desejos momentâneos. Algo que pode ser compreendido a partir de Homero e seu Ulisses. Como é sabido, na Odisséia, Ulisses, durante seu regresso a Ítaca, sabia que enfrentaria provações de toda sorte. A mais conhecida destas provações era o “canto das sereias” que, por seu efeito encantador, desviava os homens de seus objetivos e os conduzia a caminhos tortuosos, dos quais dificilmente seria possível retornar. Ocorre que, sabedor do efeito encantador do canto das sereias, Ulisses ordena aos seus subordinados que o acorrentem ao mastro do navio e que, em hipótese alguma, obedeçam qualquer ordem de soltura que ele pudesse vir a emitir posteriormente. Ou seja, Ulisses sabia que não resistiria e, por isso, criou uma auto restrição para não sucumbir depois.

Do mesmo modo, as Constituições funcionam como as correntes de Ulisses, através das quais o corpo político estabelece algumas restrições para não sucumbir ao despotismo das futuras maiorias (parlamentares ou monocráticas). Isso é de fundamental importância. Algo que os gregos ainda podem nos ensinar com a autoridade daqueles que forjaram o discurso democrático: entre eles as decisões mais importantes acerca dos destinos da pólis só poderiam ser levadas a efeito no diálogo que se estabelecia na ágora. (mais…)

STF apura fraude envolvendo juízes do Rio de Janeiro

19 de maio de 2009 0 Comments

por Jornal O Globo Seis juízes fluminenses têm prazo de 30 dias, concedido pelo ministro Eros Grau, para defesa em ação instaurada no Supremo Tribunal.

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