Racismo

Justiça em Foco – 24.05.2017 – Turbante para Todos

8 de junho de 2017 0 Comments

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Turbante para todos

1 de maio de 2017 0 Comments
por William Douglas

Recentemente, critiquei quem negou a uma jovem branca o direito de usar turbante. Sustentei que o mesmo não é propriedade de nenhuma cultura ou país em especial e que ninguém tem o direito de impedir outra pessoa de usar a roupa que deseja. Pois este artigo é sobre o mesmo assunto: ninguém tem o direito de impedir outra pessoa de usar a roupa que deseja.

O turbante na branca não deveria ser visto como algo ruim, mas como parte de um processo de evolução da sociedade, no qual a beleza do turbante e a generalização de seu uso, além de ser mero exercício de direito de cada um, também torna cada vez mais comum (e menos sujeito a ataques) o seu uso. Hoje estou aqui para falar do turbante na mulher negra. (mais…)

Palestra Formigas [Versão Laica]

26 de junho de 2016 4 Comments
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Recomendação de Leitura – Justiça Global, por Wilson Prudente

29 de setembro de 2015 0 Comments

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Estou aqui com meu amigo Wilson Prudente que é Procurador do Trabalho na Procuradoria Geral do Trabalho da 1ª Região, meu amigo antes de tudo, grande referência do Movimento Negro e da Justiça do Trabalho.

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Ele já tem um livro publicado na Editora Impetus e agora vem com um segundo livro “Justiça Global”, que faz uma análise das cotas raciais no Supremo Tribunal Federal e sobre o regime internacional de combate ao racismo. Um livro publicado com o selo da Editora Impetus, com uma capa que está linda demais!

A gente tem muito orgulho na Editora Impetus, eu como presidente do Conselho Editorial, em especial, de termos Wilson Prudente como nosso autor e podermos publicar alguns de seus livros.

Recomendo a leitura!

 

Palavras sobre a morte

15 de julho de 2014 0 Comments
por Martin Luther King

E assim, venho, nesta tarde, para dizer a todos aqui reunidos que, apesar da escuridão desta hora, não devemos nos desesperar. Não devemos endurecer (…). Não, não devemos perder a fé (…). Permitam-se agora dirigir uma palavra às famílias de luto. É praticamente impossível dizer algo que possa consolá-los nesta hora tão difícil e que possa dissipar as profundas nuvens de desilusão que encobrem os céus de suas mentes. Mas espero que vocês possam encontrar um pouco de conforto na universalidade desta experiência. A morte vem para todos os indivíduos. A morte é espantosamente democrática. Não serve aristocraticamente a poucos, mas democraticamente a todos. Morrem os reis e morrem os mendigos; morrem os ricos e os pobres; morrem os velhos e os jovens. A morte vem para o inocente e para o culpado. A morte é o irredutível denominador comum de todos os homens.

Espero que vocês possam encontrar algum conforto na afirmação cristã de que a morte não é um fim. A morte não é o ponto final da grandiosa sentença da vida, mas uma vírgula que a pontua diante de um significado mais sublime. A morte não é um beco sem saída que leva a humanidade a um estado de total anulação, mas uma porta aberta para a vida eterna.

Permitam que essa fé audaciosa, que essa invencível suposição, lhes fortaleça nesses dias de provação.

Agora, para concluir, eu lhes digo: a vida é dura, às vezes tão dura quanto aço temperado. Há momentos difíceis e desesperadores. Como as águas dos rios, a vida tem períodos de seca e de inundação. Como o contínuo ciclo das estações, a vida tem o suave calor dos verões e o frio cortante dos invernos (Sim). E se nos mantivermos firmes, descobriremos que Deus está do nosso lado e que Deus pode nos levar da fadiga do

desespero ao alívio da esperança e transformar os vales sombrios e desolados nas iluminadas veredas da paz interior.


Sermão sobre a morte de quatro meninas proferido por Martin Luther King Jr. em 18 de setembro de 1963. O texto é parte da transcrição da palavra proferida por Martin Luther King Jr. no velório de três meninas assassinadas em uma igreja em ataque da Ku Klux Klan, em Birminghan.

Fonte: KING JR., Martin Luther. Um apelo à consciência: os melhores discursos de Martin Luther King. Org.: Clayborne Carson e Kris Shepard. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

Carta Aberta ao Senado e ao Povo Brasileiro a Respeito das Cotas nas Universidades

18 de março de 2009 0 Comments

por William Douglas Prezados concidadãos: Depois de muito tempo a favor das cotas para a escola pública e contra as raciais, mudei de opinião. Já.

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