Brasil

Migalhas – 28.03.2017 – Foi tudo homologado pelo TSE! Será?

28 de março de 2017 0 Comments

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Foi tudo homologado pelo TSE! Será?

20 de março de 2017 0 Comments
por Rogério Greco e William Douglas *

O Brasil tem assistido, quase diariamente, políticos dos mais diversos partidos, sempre que questionados sobre as doações de campanha, responderem que “foi tudo homologado pelo TSE”. Em paralelo a este fenômeno, há cada vez mais a tentativa de separar o que é “dinheiro de Caixa 2” de “dinheiro de corrupção”, como se apenas o segundo caso fosse dinheiro ilícito. Estes dois assuntos são indispensáveis para o futuro da Lava-Jato e do próprio país. Vamos a eles.

Caixa 2 também é crime. O chamado Caixa 2, isto é, as doações ilegais, não podem ser vistas como mal menor. De saída, e sem necessidade de uma análise aprofundada do tema, o simples fato de omitir o que recebeu ilegalmente através do caixa 2 já se configura no delito de falsidade ideológica eleitoral, tipificado no art. 350 do Código Eleitoral.

Art. 350. Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais:
Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa, se o documento é público, e reclusão até três anos e pagamento de 3 a 10 dias-multa se o documento é particular.

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XXXVII Ciclo de Estudos Sobre Direito Penal Militar – Rio de Janeiro/RJ

20 de outubro de 2016 0 Comments
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Conheça Nádia, vencedora do “Desafio do Grafeno”

29 de setembro de 2016 2 Comments

Nádia Ayad

Essa é a Nádia Ayad. Ela está no 5º ano de Eng Materiais do IME (Instituto Militar de Engenharia) e ganhou a competição global “Desafio do Grafeno” patrocinada pela Suécia. O desafio consiste em criar maneiras inovadoras de utilizar grafeno (um dos materiais vindos do carbono, como o diamante) na construção civil.

Parabéns Nádia! Brasil sendo muito bem representado em competições internacionais.

Confira entrevista com a ganhadora!

Saiba mais sobre o desafio da Nádia.

Mensagem do Instituto Ayrton Senna para os atletas

8 de agosto de 2016 0 Comments

O Instituto Ayrton Senna fez uma surpresa para os atletas que representarão o Brasil nas Olimpíadas e ParaOlimpíadas do Rio 2016.

Para quem ainda não viu é de arrepiar!!

Lançamento do Livro “Desatando o Nó do Brasil”, de Rubens Teixeira, Henrique Forno e Márcio Araujo [Recomendação]

13 de abril de 2016 0 Comments

convite desatando o nó

Carta do Povo Brasileiro ao Congresso Nacional – Autonomia da Polícia Federal – PEC 412

1 de abril de 2016 2 Comments

Ao longo dos últimos dias, veículos de imprensa de todo o Brasil deram destaque à sucessão no Ministério da Justiça, suscitando, inclusive, os riscos de uma possível interferência política sobre as atividades da Polícia Federal.   A notícia de que o Ministro da Justiça sucumbiu às pressões políticas para que agisse ou permitisse ações contra a PF demonstrou a vulnerabilidade do órgão.

Diante desse cenário de instabilidade, não podemos confiar que a autonomia da Polícia Federal esteja nas mãos do Ministro da Justiça, qualquer que seja ele. Tal autonomia tem de estar prevista na Constituição Federal, para que não haja mais ameaças a tão importante instituição, que atua com transparência, qualidade e eficiência, tão admirada pela população brasileira.

Sem fazer juízo de valor sobre a escolha do novo ministro, as circunstâncias da substituição da pasta da Justiça demonstram que a Polícia Federal ainda não possui a garantia institucional necessária para continuar investigando e combatendo o crime organizado e a corrupção, principalmente quando os alvos fazem parte do alto escalão do poder político da República.

A constante ameaça de substituição do Diretor-Geral da Polícia Federal também torna evidente a necessidade de previsão constitucional  de um mandato. Uma mudança fundamental para evitar que o dirigente da instituição de maior credibilidade do país atue sem nenhuma garantia legal, podendo ser destituído a qualquer momento.

Essas medidas, que conferirão a estabilidade institucional da Polícia Federal, estão previstas na Proposta de Emenda à Constituição nº 412/2009 (PEC 412/2009), que estabelece a autonomia administrativa, financeira e orçamentária da instituição e, atualmente, tramita no Congresso Nacional.

Diante disso, é chegada a hora de todos nós, que integramos a sociedade brasileira, levantarmos a bandeira de apoio às mudanças na legislação que regula a Polícia Federal e conclamarmos o Congresso Nacional à  aprovação imediata da PEC 412/2009.

Somente assim a Polícia Federal poderá continuar o seu trabalho de investigar a corrupção e impedir os desvios escandalosos dos recursos públicos.

Brasil, 09 de março de 2016

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Um País Igual para Todos e Outras Esperanças em Meio ao Caos [Atualizado]

18 de março de 2016 21 Comments

por William Douglas Quando os caminhoneiros prometeram parar o país eu repeti que ninguém pode impedir o direito de ir e vir de outrem, nem.

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Uma Carta Aberta ao Brasil

15 de fevereiro de 2016 10 Comments

por Mark Manson [Ver Post Original] Querido Brasil, O Carnaval acabou. O “ano novo” finalmente vai começar e eu estou te deixando para voltar para o.

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Como Acabar com a Corrupção na Política no Brasil

25 de janeiro de 2016 10 Comments

por Rubens Teixeira e William Douglas O juiz federal Sérgio Moro diz que, para pegar os corruptos, basta seguir o dinheiro. Joaquim Barbosa, ex-presidente do.

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Repente de Natal

29 de dezembro de 2015 0 Comments

Uma capa… uma canção… um lamento

26 de novembro de 2015 0 Comments

Que país é esse

Concursos no Brasil – 25.10.2015 – Dicas de Concursos

25 de outubro de 2015 0 Comments

O projeto atual é claramente inconstitucional. Prestar serviço público na administração direta e indireta é para quem fez concurso público, isto é o óbvio

Assunto importante e atual, a regulamentação das terceirizações foi aprovada no Plenário da Câmara por 324 a 137 votos, mas alterações do texto-base e pontos mais controversos apenas serão votados na terça-feira que vem, e depois o projeto ainda passará pelo Senado.

Antecipadamente pedindo perdão pela análise superficial, reforçamos que o calor do momento não permite maior aprofundamento ao mesmo tempo em que posicionamento que contribua para evitar erros dramáticos para o país.

Para os críticos, o projeto de lei é prejudicial aos trabalhadores e coloca em risco direitos trabalhistas e ganhos salariais, além de poder levar a uma substituição em larga escala da mão de obra contratada pela terceirizada. Os críticos trazem notícias de que nos casos de terceirização há mais acidentes e rotatividade, e menor remuneração. No caso dos serviços públicos, aponta-se a inconstitucionalidade do projeto por violar o princípio do concurso público.

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#DoeMedula [Mensagem para Ateus]

23 de outubro de 2015 0 Comments

O que você faria se um filho seu, seu cônjuge, ou alguém que você ama muito pudesse ser salvo por alguém?

Henrique é um menino de 11 anos que está lutando por sua própria vida e você pode ser ajudá-lo nessa luta.

Neste vídeo falo aos ateus e a todos aqueles acreditam que mudar o mundo é uma tarefa pessoal e humana. Nesse sentido falo sobre aceitar o desafio de fazer deste um mundo melhor salvando a vida do Henrique e de tantas outras pessoas que batalham por suas vidas na luta contra a leucemia.

Seja um doador, se informe no hemocentro da sua cidade sobre como funciona a doação de medula e ajude a salvar vidas!


Veja também: Mensagem para Cristãos

MPF Apresenta: 10 Medidas contra a Corrupção

14 de outubro de 2015 0 Comments

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Pequenas Corrupções: Diga Não [CGU]

14 de abril de 2015 0 Comments

Pequenas Corrupcoes - CGU

Já falei sobre ela antes, mas é sempre bom reforçar. A campanha Pequenas Corrupções: Diga Não, encabeçada pela Controladoria-Geral da União, é algo que merece ser compartilhado e colocada em prática.

Muito se fala sobre o combate à corrupção no governo, grandes empreendimentos etc., e pouco se fala no combate à corrupção do dia-a-dia, que – enraizada – acaba rendendo esses frutos escandalosos que tanto queremos extinguir.

Participe da campanha e diga não, mais uma vez, às pequenas corrupções e ajude a fazer deste um #BrasilDiferente.


Acompanhe também nos canais oficiais:

 

 

 

O problema é maior que o Bolsonaro

7 de janeiro de 2015 0 Comments

por William Douglas Este país padece de um mal muito sério. As pessoas aproveitam situações para impor suas ideias ou iniciar campanhas sem uma análise.

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O que alguns gostariam que acontecesse…

9 de julho de 2014 0 Comments
MIB_7x1por William Douglas

 

Primeiro, lembrar que os jogadores, com apagão ou não, com sete gols ou não, tentaram. E isso não é vergonha nenhuma. Aliás, não tenho vergonha do placar e não preciso esquecê-lo.

Eu respeito e aplaudo meu time, e mais ainda o técnico. Ele sempre será o técnico do nosso Penta. Não vai ser um jogo ruim que tirará isso dele.

Não tenho vergonha alguma do jogo, embora esteja dilacerado com o resultado e o placar elástico. Vergonha eu tenho é das agressões a um torcedor alemão, é de brasileiros quebrando o  Mineirão por causa da derrota, ou de vaiarem nossa seleção. Lembro que na Copa ocorrida na Alemanha, após o time local perder a semifinal, o estádio o aplaudiu, cantou para ele uma canção de orgulho, honrou-o. Sinto vergonha é do preço dos nossos estádios, dos viadutos que caem, das boates esquecidas (Kiss e outras), das refinarias mal compradas e outras inconclusas, e tudo caro. Do meu time, sinto orgulho; dos alemães, inveja.

Os alemães, ah, os alemães! Espero que todos se lembrem que eles estão há seis anos trabalhando esse grupo, que construíram (rápido e sem superfaturamento) um Centro de Treinamento no Brasil para dar melhores condições aos atletas. Aliás, fazem isso na educação etc., lá na Alemanha.

Espero que todos lembrem que eles realizaram treinamentos  ao meio-dia, sol a pino.

Espero que lembrem que não apostam nos valores individuais, embora os tenham,  mas sim no time. Não têm tantos dribles, mas passam a bola, jogam junto e o resultado disso é que, mesmo sem ser prioridade, os valores individuais aparecem. Não têm “salvadores da pátria”, nem no time nem na política.

Quem perdeu não foi nosso time, quem perdeu esse último jogo foi nosso jeito de ser brasileiros. Daí, éramos nós ali, todo o tempo. Vaiar o time é vaiar nosso jeito coletivo de levar a vida. Quem deve pedir desculpas não é o David Luiz, somos nós mesmos. E começar a jogar diferente. Quem precisa de renovação não é a seleção brasileira: é nossa política, nosso serviço público e cada cidadão que reclama da corrupção, mas vive de jeitinhos, sonegando, trapaceando, fraudando, trabalhando ou estudando o menos que puder. Desculpas, devemos todos. E, mais que elas, devemos a nós mesmos uma grande mudança. Por isso, espero que ninguém esqueça esse dia.

Quanto ao meu time, e minha camisa, me perdoem os que pensam diferente, mas sete gols não matam um grande amor.

Sábado, estarei no estádio com minha camisa. Vençam, ou não, estarei lá para aplaudi-los. O grande jogo, aquele no qual não podemos ter nem apagão nem derrota, é o jogo para mudar o jeito brasileiro de levar a pátria.

 

A agonia da Copa e a agonia da vida

8 de julho de 2014 0 Comments
por William Douglas

 

– Escrito antes do Jogo Brasil x Alemanha –

Acho que Messi merece brilhar, finalmente, tanto na seleção quanto no Barcelona, talvez até mais, e a taça faz parte disso. Acho que os holandeses, sempre candidatos, um dia deveriam experimentar o gosto da vitória no último confronto do certame. Acho que os alemães, que desde a Copa passada começaram um belo trabalho, merecem o prêmio por serem tão científicos, organizados, meticulosos, enfim, tão alemães. E acho que – por mil motivos – nós, brasileiros, merecemos essa Copa.

Contudo, daqui a pouco sonhos começam a se desfazer, como já se desfizeram tantos outros ao longo do torneio. Agora, porém, só temos quatro times, e quatro gigantes nas Copas. E hoje um, amanhã outro, duas nações irão cair em pranto e seus representantes ficarão com aquela face mórbida do não mais haver. E domingo, enfim, mais uma nação ficará entristecida. Apenas uma, das quatro – e todas merecem – irá experimentar o topo, e para 75% deles o que haverá é a derrota, seja ela nobre ou apontando culpados, os quais às vezes até existem. Porém, mesmo sem erros de arbitragem ou conspirações, se tudo correr como é pra ser, como é o futebol, ou seja, mesmo sem acidentes , ainda assim três nações e quem por elas torce , todos irão sofrer uma perda nos próximos dias. É uma agonia.

Eu já vivi a agonia em tantas copas, e em apenas duas a glória de ter torcido pelo campeão, o prazer de sorver o gosto da vitória até o último jogo. Mas tive outras agonias: escolher entre Medicina ou Direito, entre Nayara e Joaquina, entre a fé e o ceticismo, entre o descanso e o esforço, e cada decisão que eu tomava ia não só moldando meu ser, meu futuro e meu planeta, mas, igualmente, destruindo coisas: o médico, a história com a Joaquina, o agnóstico, o indolente sem o estresse deste que aqui escreve, em cuja vida inseri minhas escolhas. Esse que sou, no qual apostei as fichas que tinha.

Quantas profissões deixei de ter? Como seriam meus filhos com Joaquina? Enfim, cada escolha e cada taça premia um e mortifica multidões, sejam de times, sejam de vidas. E é assustador para mim o quanto sou feliz com o Direito, com o Magistério, com a fé, com a Nayara e com meus três filhos.

A vida é mais generosa do que as Copas. A Copa escolhe um e defenestra outros, outros que podem ir embora com a honra de uma Colômbia ou Costa Rica ou como resultado do medo de prosseguir fazendo gols, como nesta edição agiu o México. Os derrotados de hoje e amanhã terão algo normal na vida: apenas a chance de tentar um outro título, menos glorioso, mas ainda assim melhor do que experimentar outra derrota.

A Copa e a vida têm milhares de histórias, de heróis, de tragédias, de glórias e de surpresas. A vida, como a Copa, tem bola na trave, impedimento não marcado, gols bonitos, gols contra, acidentes, contusões e até nobreza, como a do David Luiz mostrando que Fair Play não é só uma bandeira azul que mostram antes dos hinos. Enfim, a Copa é tão excitante pelo quanto se parece com o jogo da vida.

Por exemplo, em ambos a tecnologia nos permite rever os lances passados, mas jamais voltar no tempo e evitar o osso fraturado, o cartão desnecessário, o chute que poderia ter sido um pouco só mais para a direita. A vida também é um jogo no qual temos um tempo certo, até prorrogado, mas todos os jogos e todas as vidas um dia acabam, com ou sem glória, com ou sem taça: não existem campeonatos garantidos, é preciso ir para o gramado e suar a camisa. E torcer para o time se acertar, para se houver uma “bola vadia”, que ela seja gentil conosco, e tudo isso sem esquecer que em geral os melhores times é que levam mesmo a taça, e os times que estão ainda vivos mostram que competência tem seu lugar sim, convenhamos. A sorte, mesmo longa, morre até as quartas de final. Por tudo isso, as Copas e a vida são tão emocionais, passionais e misteriosas.

E, frente a tantas escolhas, riscos, agonias e constatações, apenas me consola que algumas coisas da vida não são escassas como, por exemplo, as taças. Creio que a felicidade, a paz, a amizade, a solidariedade e a prosperidade não são conquistas limitadas a este ou aquele individuo ou grupo. Creio que o melhor da vida não é uma taça a qual uns, mais fortes e velozes, mais hábeis e poderosos, têm acesso em detrimento de outros. Estou certo de que podemos ter taças para todos, faixas de felicidade em cada peito humano.

Curioso, paradoxal e assustador, porém, é o fato de que para alcançarmos essa multidão de campeões iremos precisar ter as qualidades de um time para levar para sua casa a Copa: treino, garra, disposição, equipe, e até um pouco de sorte. E a vida ainda é mais bela por um motivo: enquanto estamos por aqui, estamos todos escalados. Daí, que possamos entrar em campo e jogar bonito nosso melhor futebol. E desejo isso (jogar bonito e seu melhor futebol), na Copa, a brasileiros, argentinos, alemães e holandeses; e, na vida, a vc leitor, que tabelou comigo até aqui.

– Escrito após a derrota do Brasil –

Quanto a esta nossa desclassificação, a similitude se repete: é como aquele dia em que alguém bebe e bate o carro, ou que perde a razão em um átimo e exatamente nele agride alguém. Esse jogo foi esse segundo ato, estúpido, apenas durou demais. E o que nos resta é, depois de refeito o trauma, ir viver a vida e se preparar melhor para o próximo jogo, ou concurso, ou negócio, ou mais dia para se acertar com o cônjuge, filho ou até com si mesmo.

Do outro lado, méritos da Alemanha, que sem dribles, mas um ajudando o outro, mostrou que depender de um salvador da pátria é o início de uma tragédia. Espero que cada brasileiro pare de reclamar da corrupção e da malandragem, e jogue para o time, sem esperar que um eleito resolva tudo. Mas, claro, que escolha bem quem será eleito, pois afinal todos sabem que técnico faz diferença.

Torço para que o time e os brasileiros joguem melhor nos jogos que se aproximam. No futebol como na vida, amanhã tem outro jogo.

Jabulani, minha filha, não corra tanto!

6 de julho de 2010 0 Comments

por William Douglas   O SporTV, em sua cobertura da Copa, informou que um pai tentou registrar sua filha recém-nascida no município de Jardim de.

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Brasil está fora do projeto da Estação Espacial Internacional

30 de maio de 2007 0 Comments

por Agência Estado “O Brasil não deverá mais participar de qualquer projeto relevante que envolva as atividades na Estação Espacial Internacional. No entanto, as portas.

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