Estadão – 10.07.2017 – Hoje é último dia para se inscrever no concurso de diplomata do Instituto Rio Branco

10 de julho de 2017 0 Comments

[Leia Matéria Completa]

Folha Dirigida – 22.06.2017 – Audiência pública aborda cotas em concursos públicos

22 de junho de 2017 0 Comments

Publishnews – 19.06.2017 – Mais um juiz enfrentando gigantes

19 de junho de 2017 0 Comments

[Confira Post Original]

Justiça em Foco – 24.05.2017 – Turbante para Todos

8 de junho de 2017 0 Comments

[Continue Lendo]

Novo Livro – Viva Melhor e Venda Mais

7 de junho de 2017 1 Comment


O que o William Douglas está fazendo em um livro de vendas?

 

Explico: quase tudo na vida, da politica ao amor, das aulas aos negócios, envolve algum tipo de “venda” de ideias. Não são apenas produtos que são vendidos, mas possibilidades. Então, me reuni com um grande amigo e especialista em vendas, Ricardo Lemos, para criar um livro inovador sobre vendas, focado no profissional e não no cliente. Se o tema vendas interessa a você ou a alguém que você ama, eis aqui uma boa dica de livro!

> Conheça o livro <

Novo Livro – Como Vencer Gigantes

1 de junho de 2017 1 Comment

Chutes, músicas e outras mágicas

23 de maio de 2017 5 Comments
por William Douglas

Isaac Asimov, um mestre da ficção científica, dizia que a tecnologia, para quem a desconhece, parece mágica. Não é à toa que aqueles que detinham o domínio do fogo foram considerados deuses pelos povos dos locais aonde chegavam e que ainda não dominavam a técnica. A técnica parece mágica. O problema é que a academia não gosta de mágica, achando-a arte menor, talvez mera distração circense. E a academia, todos sabemos, embora devesse ser o lugar da inovação, várias vezes foi o palco no qual os inovadores sofreram as mais duras e ácidas críticas. Os exemplos são inúmeros. Por fim, é comum que aqueles que dominam um paradigma não se sintam confortáveis com outros. Um bom exemplo de tudo o que estou falando é o fato de que foram os suíços que inventaram o relógio digital. Contudo, acostumados com sua perfeição em relógios mecânicos, sequer retiveram para si a patente daquela inovação estranha, esquisita, diferente. Os norte-americanos e japoneses é que valorizaram a inovação, e o desprezo pela inovação tecnológica custou extremamente caro aos suíços. Hoje, felizmente, convivem bem os relógios digitais e analógicos, a quartzo e mecânicos, pois o mundo é grande o suficiente, tendo espaço para todos. (mais…)