Qualidade de Vida

Meu professor de geografia

13 de maio de 2017 1 Comment
por William Douglas

Eu, lá pela 8ª série de ensino fundamental, era o melhor aluno de Geografia, com as melhores notas e, por isso, o predileto do professor. Naquela época, imaturo, ainda julgava ter as melhores notas e o topo do pódio, e, logo, o lugar de destaque, como algo que valia mais do que realmente vale. Vale, claro, mas não tanto quanto as pessoas pensam. Eu costumava tirar nota máxima em todas as provas e uma das estratégias de estudo que utilizava era, sozinho, em casa, fazer um questionário o mais extenso possí­vel. Munido do livro e do caderno, imaginava toda e qualquer pergunta que o professor pudesse elaborar. A técnica era eficiente: em geral eu já tinha formulado e respondido a pergunta que apareceria na prova, e por fazer isso já estava com ela assimilada e memorizada, e ainda era rápido para responder. A prova não era novidade e meu desempenho era tão bom que parecia que tinha tido acesso prévio a ela. Na verdade, eu tinha. Não era mágica, como pensavam meus colegas, ou genialidade, como pensava meu professor. (mais…)

Lenio x Lenio: Uma resposta às reiteradas indelicadezas do Dr. Streck

8 de maio de 2017 21 Comments
por William Douglas
[Acesse a versão em PDF]

Este material possui 2 partes:

  1. Carta ao meu aluno Pedro Ernesto (versão curta)
  2. Carta aberta ao meu amigo Lenio (versão curta)

Aos que se interessarem, informo que tão logo tenha tempo postarei as versões longas. (mais…)

Um desafio para a PM

1 de maio de 2017 0 Comments
por William Douglas

Os eventos de 28 de abril de 2017 nos chamam a várias reflexões, eis aqui uma delas.

A PM precisa aprender a separar quem é manifestante e quem é bandido. A manifestação pací­fica é direito assegurado pela Constituição Federal e não pode ser objeto de repressão, violência, bombas, gás de pimenta etc. Arruaceiros e vândalos, ao contrário, devem ser presos em flagrante e submetidos ao tratamento da lei. É inaceitável que a PM, ou melhor, quem comanda a PM, disperse manifestação pacífica. (mais…)

Turbante para todos

1 de maio de 2017 0 Comments
por William Douglas

Recentemente, critiquei quem negou a uma jovem branca o direito de usar turbante. Sustentei que o mesmo não é propriedade de nenhuma cultura ou país em especial e que ninguém tem o direito de impedir outra pessoa de usar a roupa que deseja. Pois este artigo é sobre o mesmo assunto: ninguém tem o direito de impedir outra pessoa de usar a roupa que deseja.

O turbante na branca não deveria ser visto como algo ruim, mas como parte de um processo de evolução da sociedade, no qual a beleza do turbante e a generalização de seu uso, além de ser mero exercício de direito de cada um, também torna cada vez mais comum (e menos sujeito a ataques) o seu uso. Hoje estou aqui para falar do turbante na mulher negra. (mais…)

Apropriação Cultural

11 de fevereiro de 2017 0 Comments
por William Douglas

Recentemente o portal Huff Post do Brasil divulgou artigo no qual uma jovem de Curitiba, com câncer, relata ter sido abordada por estar usando um turbante. O artigo levanta a questão de ativismo e apropriação cultural.

Pessoalmente, acho que criticar “apropriação cultural” é uma lástima. Turbante não é propriedade de nenhuma raça, gênero ou grupo. Turbante é turbante. Não precisa ter câncer para poder usar.

Notícias como essa são tão fora de propósito que não podemos deixar de imaginar que são fake. Infelizmente, algumas não o são, mostrando uma intolerância e chatice cada vez maiores.

Uso camisas africanas porque são lindas, já usei cabelo trançado e não acho que estou me apropriando de nada por isso, ao contrário. Acho que estou fazendo uma homenagem, um elogio. É bonito, é meu também! rsrs

Também acho triste alguém falar de dividir meios de produção e riqueza e criar polêmica com assuntos como camisas, cabelos e turbantes.

Trabalho por um mundo onde o acesso a todas as riquezas, desde um turbante bonito até o acesso a trabalho e educação,
seja aberto a todos, sem distinção.


Confira artigo original

O abraço

15 de janeiro de 2017 3 Comments
por William Douglas

Abraço meu filho, aperto-o não contra, mas a favor do meu corpo, sinto sua estrutura, sua carne, mexo nos seus cabelos e sinto seu cheiro. Invadem-me um amor e uma alegria imensos e me assalta um temor também. Em breve, será bruma. O menino sumirá num átimo e em seu lugar haverá um homem.

O abraço no filho é o meio da noite, que a cada minuto vai virando dia; é o ninho abraçando um ovo cada dia menos ovo e mais pássaro, surpreendendo sempre antes do tempo, se rompendo uns tantinhos quase invisíveis a cada dia.

Cada palavra pronunciada corretamente enseja uma comemoração, mas também um passamento: é o ovo se rompendo em câmera lenta, é o dia anunciando sua inexorável marcha. (mais…)

Últimos dias de 2016

28 de dezembro de 2016 4 Comments

Caros amigos, boa tarde!

Espero que vocês estejam aproveitando estes últimos dias de 2016 para fazer uma reflexão e que estejam se preparando para 2017.

Todos estão dizendo que foi um ano bem duro e difícil, e foi (!), mas se vc está lendo essa mensagem, não tem como negar que sobreviveu a ele e está em condições de continuar a lutar pelos sonhos e pelo pão de cada dia.

As previsões para 2017 não são muito otimistas, mas creio que podemos mudar nosso futuro e influenciar o nosso entorno.

Também acredito que aqueles que seguem bons princípios e lançam boas sementes irão colher mais e melhor, assim como, e em especial isso, creio que Deus responde nossas orações e abençoa nosso trabalho quando feito de forma honesta e boa vontade.

Então, parabéns por ter “sobrevivido” a 2016, lembre de agradecer por tudo de bom que aconteceu nele. E que 2017 seja recebido como massa de modelar, algo que, em nossas mãos, pode tomar uma boa forma.

Abraço forte,

william douglas

8 maneiras de ajudar a Síria

21 de dezembro de 2016 2 Comments

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Se você sente que gostaria de ajudar  a Síria, a Brasa Church separou 8 maneiras práticas em que se pode fazer a diferença!

  1. World Vision:  uma Organização Cristã dedicada a trabalhar com crianças, famílias e comunidades para superar a pobreza e a injustiça.
  2. Capacetes Brancos: a organização tem ajudado a resgatar pessoas, tirando vítimas de áreas de bombardeiros, arrecadando dinheiro para próteses e apoiando famílias que perderam integrantes. Mesmo que o grupo receba críticas internacionais de que atuem com uma missão política escondida, no momento o que tem sido feito é salvar vidas.
  3. Médicos Sem Fronteiras: é uma organização internacional, apartidária e que oferece assistência médica em regiões afetadas por diferentes crises e guerras. Na Síria, a organização tem atuado ativamente, fornecendo instalações médicas, equipamentos e suprimentos.
  4. Sociedade Médica Sírio-Americana: a organização tem enviado dezenas de médicos e operações médicas à Síria e aos países que estão recebendo os refugiados da guerra. Desde 2015, três milhões de pessoas já foram atendidas pelos serviços do grupo.
  5. Comitê Internacional de Resgate: o comitê apoia pessoas que fogem de regiões de conflito em todo o mundo, isso inclui os refugiados sírios.
  6. Save the Children: organização que trabalha com crianças deslocadas internamente, refugiadas e famílias afetadas pelo conflito.
  7. ORE!

(mais…)

Supernuvens

15 de novembro de 2016 1 Comment
por William Douglas

Ontem foi tudo o que tive, malgrado todas as promessas a respeito da superlua, fenômeno espetacular e raro cuja última edição foi em 1948. Quem, como eu, perdeu, só terá chance de igual magnitude em 2034.

Uma amiga que também perdeu o espetáculo prometeu que em 2034 a superlua não vai escapar! Então, ao ouvir sua promessa, imediatamente pensei na mãe falecida, que nem em 2034 haverei de ver, salvo se partir antes, mas aí perderei a presença da mulher, filhos e amigos. Resto entre dois mundos, anseio pela partida e receio partir, tendo saudades espalhadas por mais de um mundo. Abraço mais forte o ente querido ao meu alcance, é o que me resta.

Chorar pelo que se perdeu, ou pelo que pode levar mais 17 anos para se ter, e perder o momento presente? Esta é uma loucura bem comum. Espero que você aproveite as coisas que não precisam décadas para voltar a acontecer.

Consola-me ter feito o que fiz: anotei a data, não marquei outro compromisso e esperei ansiosamente, torcendo para que as nuvens sejam levadas pelo vento. É o que se pode cobrar de mim, não? Eu fiz minha parte.

Fiz?

Talvez. Ou pode ser que a culpa seja minha. Eu li que a Região Sudeste teria tempo nublado, eu poderia ter pegado um avião para o Sul ou o Nordeste. Sim, podia dar errado também, mas a chance de dar certo seria maior. E se não quis tanto ver a superlua a ponta de me empenhar tempo e despesas para ir encontrá-la… ok, foi minha escolha.

Às vezes não se tem a lua porque a gente fica sentado torcendo para o vento levar as coisas embora, ou trazer o nosso desejo. Ele raramente faz tais coisas. Temos que soprar nossa vida como a natureza faz com os veleiros, temos que ir atrás dos nossos quereres.

Daí, se você viu a superlua, fique bem feliz, pois muitos quiseram e não viram; e se não viu, que aproveite bem outros fenômenos ao seu redor, pois 2034 resta ainda um tantinho distante. Mas não perca o que está ao seu alcance. E sempre se pergunte: o que mais eu quero na minha vida e que não vai bastar ficar sentado esperando?

Pegue seu avião para onde for preciso, sopre suas velas sem esperar que o mundo entregue tudo facilmente. Ele não entrega nada, senão o sopro da vida.

Vá buscar suas luas.

Igrejas e impostos

1 de setembro de 2016 5 Comments
Atribuído a Rawlinson Rangel

A Folha de São Paulo de  (08/08/16), diz em sua  manchete:

Isenção de IPTU a templos custa 22 creches por ano em São Paulo

Resposta na visão de um irmão evangélico:

Gostaria de sugerir à Folha que deveria informar também que a lei isenta além de igrejas, os partidos políticos, clube de futebol, federações de esportes, sindicatos e partidos políticos. Por que ela aborda somente a igreja? (mais…)

6 sinais que você está sendo traído e não quer ver [Recomendação]

21 de julho de 2016 4 Comments

Queridos,

Indico artigo escrito por um casal de amigos, com o tema traição e fidelidade no relacionamento amoroso. Espero que goste. Se ler, peço a gentileza de compartilhar e enviar seus comentários, ok?

O portal família.com.br é um dos maiores do mundo.

traição

Segredos de Fé e de Sucesso, entrevista com Reinaldo Morais

11 de julho de 2016 3 Comments
por William Douglas

WD_RMAutor de Segredos de Pai para Filho, o empresário Reinaldo Morais, tem experimentado, no mercado editorial, o mesmo sucesso que já conquistou no agronegócio nacional, do qual é um dos principais empreendedores. A obra, que é seu primeiro livro e foi lançada há cerca de um mês, alcançou o topo da lista do portal especializado PublishNews e no ranking dos mais vendidos da Revista Veja. Nesta entrevista, o presidente do Conselho Editorial da Editora Impetus, William Douglas, conversa com Reinaldo sobre o sucesso do livro e as motivações que o levaram a escrever Segredos de Pai para Filho. Confira.

WILLIAM DOUGLAS – Conhecemo-nos em um evento, no qual pude ouvi-lo contando um pouco de sua história de vida e trajetória profissional. Fiquei tão impressionado com seu relato que resolvi convidá-lo a escrever um livro pela Editora Impetus, e assim nasceu Segredos de Pai para Filho. Quais são, afinal de contas, os segredos mais importantes que devemos aprender?

REINALDO MORAIS – Em primeiro lugar, acredito que devemos procurar estar no lugar certo, na hora certa, fazendo a coisa certa. Tenho pautado minha vida pessoal e minha carreira como empresário por alguns princípios que conto no livro. Um deles é que, quanto mais qualificação você puder adquirir, e mais disposto ao trabalho estiver, mais sucesso terá em suas realizações. É preciso trabalhar duro, seja qual for nossa ocupação. Se fizermos tudo com excelência e estivermos sempre de olhos abertos para as oportunidades e circunstâncias ao nosso redor, mais chances teremos de sucesso. Em minha vida, fiz de tudo: entre outras coisas, limpei estrume, fui vendedor ambulante, fiz serviços domésticos e atuei como vendedor. Em todas essas atividades, sempre procurei ser o melhor, adotando soluções inovadoras e métodos para aumentar sempre a produtividade. Nunca desprezei qualquer oportunidade. Hoje, sei que estou na posição que ocupo graças ao duro aprendizado de tempos passados. (mais…)

E se você fosse herdeiro de um homem rico?

6 de maio de 2016 5 Comments
por William Douglas

Imagine que você é filho de um homem muito rico, e tem apenas um irmão. Seu pai, prestes a falecer, os chama e lhes dá uma escolha: um ficará com a fortuna inteira, outro com um livro que ensina como aquela fortuna foi conquistada. Você, o filho mais velho, escolherá primeiro. O que escolheria?

(mais…)

Operação Governador Valadares – O Muito Obrigado da Primeira Igreja Batista em Colatina

28 de abril de 2016 0 Comments

Obrigado

(mais…)

Como Acabar com a Corrupção na Política no Brasil

25 de janeiro de 2016 10 Comments

por Rubens Teixeira e William Douglas O juiz federal Sérgio Moro diz que, para pegar os corruptos, basta seguir o dinheiro. Joaquim Barbosa, ex-presidente do.

Saiba mais

Minha Filha, Meus Filhos

13 de janeiro de 2016 10 Comments

por William Douglas Olham a foto silfídica, élfica e nórdica de minha brasileira e apimentada filha e exclamam: – Ela vai dar muito trabalho! Sempre.

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Pedindo a Ajuda de Jesus

13 de dezembro de 2015 5 Comments

Jesus

Caros amigos,

Atendo a públicos distintos, um laico e outro cristão. Aos domingos, dia em que os cristãos celebram o shabbat, gosto de postar mensagens sobre minha busca espiritual.

Aqui vai uma.

A imagem, maravilhosa e fantástica, que você vê celebra aquela que Pedro viu. Posso afirmar que eu mesmo, em várias ocasiões, fui tirado de “afogamentos” da mesma forma.

Eu já vi essa imagem várias vezes na minha vida e sei que você também a verá se pedir a ajuda de Jesus.

É simples fazê-lo: dirija-se a Ele, tenha certeza que Ele estará ouvindo e dará uma resposta pessoal, individualizada e boa, na verdade, a melhor para você, pois Ele sabe todas as coisas. Também recomendo ler a Bíblia, em especial os 4 evangelhos, onde poderá saber mais das histórias e ensinamentos do Messias.

Com abraço fraternal a todos, e votos de bom domingo,

william douglas

Operação Água para Governador Valadares [Prestação de Contas]

18 de novembro de 2015 1 Comment

Queridos,

Hoje , 07/12/15, estou realizando o pagamento dos 3 primeiros poços, que já estão dando água. Segue o relatório da empresa que os perfurou e o cheque que estou depositando daqui a pouco.

Já tenho mais 3 poços em andamento. Não estou recebendo novas doações por enquanto.

Obrigado, William Douglas


Já passamos de 130 mil reais em doações!

O extrato da conta criada já estava passando de 38 páginas até ontem (terça-feira, 17.11). Ainda temos pessoas jurídicas que estão contribuindo com boletos e o valor ainda não está sinalizado na conta, ou seja ainda teremos mais recursos!

O sucesso total é graças a você e a todo mundo que colaborou. Postei no Periscope vídeo com uma prestação de conta um pouco mais detalhada.

Estou sempre colocando nas redes sociais mais prestação de contas. Já compramos 4 carretas. A primeira chegou ontem (17.11) a segunda está chegando hoje (18.11), a terceira chega amanhã (19.11) a quarta chegará na sexta, dia 21. Com isso temos mais de 95 mil litros de água na região de Governador Valadares. O dinheiro a partir de agora será utilizado para criação de poços artesianos, que é uma solução de médio prazo para o problema da falta de água na região.

Abaixo disponibilizo imagens do boleto da primeira carreta, extrato bancário e notas fiscais das carretas enviadas:

Operação Água para Governador Valadares

17 de novembro de 2015 0 Comments

Coleta Encerrada!

A campanha foi um grande sucesso. Conseguimos atender as áreas mais afetadas e já estamos vendo poços artesianos. Novamente quero agradecer a você que contribuiu, que compartilhou, que ajudou essa operação de solidariedade a ser o sucesso e a benção que foi/e está sendo para tantas pessoas.


Pessoal,

Como alguns devem ter acompanhado em minhas redes sociais estou montando uma operação de caminhões pipa para ir para Valadares.

Quem quiser doar dinheiro, me avise, não precisa dizer quanto. Abri uma conta, em meu nome, só para isso. A grana será usada toda para comprar aguar e pagar frete.

Sou da igreja batista Getsemani e usarei a estrutura da mesma para ajudar.

Participe!

Conta Corrente para Doações:

  • Banco do Brasil (001)
  • Ag 4349-4
  • C/C 12.000-6
  • Titular: William Douglas Resinente dos Santos

Obs:

  1. A conta foi aberta apenas para esse fim, e seus extratos serão publicados ao final da operação no meu facebook.
  2. Cada R$9 (nove reais) compram uma caixa com 12 litros de água, frete incluso. As Notas Fiscais também serão publicadas. Já distribuiremos dia 17.11 uma carreta com 23.232 litros e nosso plano é comprar pelo menos mais uma carreta, somando 46.464 litros. A segunda carreta, que estou comprando, terá pelo menos mais 25.344 litros, o que significa uma entrega de pelo menos 48.576.
  3. O produto é da Água Origem, empresa na qual não tenho parte ou parentes, e que me deu desconto sobre o preço de tabela, em vigor desde antes da tragédia. Para ver o produto basta entra no site deles.
  4. 100% dos depósitos serão convertidos em água que será distribuída gratuitamente.
  5. Os motivos que me movem são os cristãos (Lucas 6:31 e Mateus 10:42), não sou nem serei candidato a nada (aliás, moro no RJ).
  6. A distribuição será feita diretamente à população, sem distinção de raça, cor, religião, partido político ou qualquer outra que seja.

Toda ajuda é bem-vinda: orações e doações a partir de R$1 (um real). Orem também pela terceira barragem, em risco, pelo nosso país, nossos governantes e nosso povo.


Atualização

A 1ª carreta já está em Governador Valadares. Será distribuída em uma comunidade bem carente. Dia 18.11 chega a 2ª carreta, q vai para 8 instituições de caridade e 2 hospitais.

A você que está ajudando, um abraço do tamanho de duas carretas dessas. A água está brotando do coração de vocês, passando por Bragança Paulista e indo direto para matar a sede em Governador Valadares!

Parabéns a todos que ajudaram… orando, divulgando e/ou depositando.

Já são 46.464 litros e 4 poços artesianos!

Confira a prestação de contas!

Confira galeria de toda a operação.

Dia dos Profesores

15 de outubro de 2015 0 Comments

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Somos todos professores.

Em casa, os mais novos que nós aprendem conosco.

Na escola, os alunos aprendem conosco, mesmo que tenham as nossas idades.

No trabalho, se queremos ser bons, fazemos como os outros fazem.

Os vizinhos aprendem conosco lições de cidadania, civilidade e paternidade ou maternidade.

Ensinamos os outros a ganhar dinheiro e até a ganhar a vida.

Ensinamos os outros a conviver, que é a mais pesada das tarefas humanas.

Somos todos professores, pelo que precisamos decidir que tipo de professores seremos.

Dedicados ou relapsos? Profundos ou superficiais? Apaixonados ou displicentes?

Em nossa trajetória, tivemos professores assim dedicados, profundos e apaixonados. É para eles que devemos olhar.

Alguns deles eram chamados pelo título de “professor”, “professora” ou mesmo de “tio” ou “tia”, e diante deles nos assentamos ou por suas mãos nos deixamos levar. São benditos. Os caminhos que seguimos foram eles que nos apontaram.

Benditos sejam.

Se ensinar formalmente é o nosso ofício, com ou sem o título de “professor”, “professora”, agradeçamos a Deus pelo encargo e peçamos a ele sabedoria para fazer bem o que fazemos com alegria.

Se o nosso ensino é informal, peçamos a Deus que não nos deixe esquecer que temos alunos invisíveis, professores invisíveis que somos.

Peçamos a Deus sabedoria para viver de modo que possa ser imitado. Se somos íntegros, seremos seguidos. Se somos dúbios, serviremos de modelos. É grande o peso da vida.

Já que imitamos e somos imitados, busquemos deixar um legado que estimule a solidariedade e a sabedoria, esses dons que buscamos para nós mesmos.

Peçamos a Deus que nos capacite para sermos mestes a serviço do bem, especialmente quando nos chamam de professores.

por Israel Belo de Azevedo

 

MPF Apresenta: 10 Medidas contra a Corrupção

14 de outubro de 2015 0 Comments

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O Novo e Pavoroso “Maracanã”

25 de setembro de 2015 1 Comment

  por William Douglas A praia onde aconteceu o arrastão é um novo “Maracanã”. O Maracanã de verdade tem suas glórias e tristezas, é palco.

Saiba mais

O que você faria se só tivesse 12 horas de vida?

12 de agosto de 2015 4 Comments

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Nesta data, em 2000, afundava o submarino russo KURSK que inspirou a história do nosso querido tenente.

Em 12 de agosto de 2000 um acidente marcaria para sempre a história de 118 marinheiros,  suas famílias e toda uma nação. A Rússia perdia homens nas escuras águas e gélidas águas do mar de Barents. Apesar de não haver esperanças para os homens, ainda assim equipes de resgate foram mobilizadas para trazer de volta os corpos daqueles bravos homens.

Quando finalmente os corpos foram resgatados, no bolso do uniforme de um deles, foi encontrada uma mensagem para sua mulher, escrita nas poucas horas que lhe restaram. Esta mensagem, escrita por um dos marinheiros em suas últimas 12 horas de vida, foi transcrita nas páginas desta singela obra que fala sobre amor, vida, esperança e futuro.

E você? O que faria se tivesse apenas 12 horas de vida?

Sete ilustrações demonstram que mulheres não “pedem” para ser estupradas

31 de julho de 2015 0 Comments

por William Douglas Estupro é um assunto muito sério e preocupante que tem sido manchete em diversos meios. Um desses meios é o site Awebic que realizou.

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O importante é ser feliz

23 de junho de 2015 0 Comments

por William Douglas   Já falei anteriormente sobre a ditadura da moda e o que ela pode causar nas pessoas e ao me deparar com esse post.

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Pode um instalador de gás virar juiz?

2 de junho de 2015 12 Comments

por William Douglas   Nosso país tem muitos problemas, assim como muitas coisas boas, dentre as quais, hoje, realço a mobilidade social. Por mais difícil.

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Filmografia

1 de junho de 2015 0 Comments

por William Douglas Esta é a lista de alguns dos filmes mais populares e aclamados pela crítica, inspirados em esportes e estudos. The endless Summer.

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O amor serve para quê?

18 de maio de 2015 4 Comments

por William Douglas Amor, Flor Estranha   O amor é uma flor estranha, que às vezes nasce nos lugares mais inóspitos, outras, resiste às maiores.

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Saudade da Mãe…

11 de maio de 2015 1 Comment

por William Douglas Maio, mês das mães. Como homenagem, transcrevo um trecho do livro A Última Carta do Tenente, onde abro meu coração e fala.

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10 Coisas que sua Mãe Nunca te Contou

10 de maio de 2015 1 Comment

por Natasha Craig [Leia o Texto Original, em Inglês]   É chegado, emfim, o dia das mães!  Como uma forma de homenagear essas mulheres sensacionais, compartilho.

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Teste de Aptidão Física para Concursos [TAF]

8 de maio de 2015 1 Comment

por William Douglas Prezados amigos, Publico este artigo para evitar que o Teste de Aptidão Física estrague seu sonho de garantir a vaga no cargo.

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O Valente não é Violento [Campanha]

16 de março de 2015 0 Comments

Valente3

Utilidade Pública: sobre o dia 15.03

13 de março de 2015 5 Comments

por William Douglas Para quem vai à manifestação agendada para este domingo, encaminho o texto abaixo, útil para haver manifestação pacífica e repúdio a pessoas.

Saiba mais

Lambretas e Concursos

8 de março de 2015 3 Comments

por William Douglas Copio, abaixo, o áudio do Pr. Oseias Santos. Neste áudio ele fala sobre assuntos da vida e da fé, mas que pode ser.

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Mantras dos Concursos

21 de janeiro de 2015 23 Comments

por “Guru dos Concursos” William Douglas [Visualizar em PDF] “A diferença entre o sonho e a realidade é a quantidade certa de tempo e trabalho.”.

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Quadro Horário [Modelo]

21 de janeiro de 2015 24 Comments

por William Douglas [Baixe a versão em PDF] Disponibilizamos, abaixo o modelo de quadro horário. Com ele você pode montar o seu quadro horário geral.

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Quadro Horário [Como Montar]

21 de janeiro de 2015 30 Comments

por William Douglas [Baixe e versão em PDF] Disponibilizamos, a seguir, um exemplo e dicas de como montar o seu quadro horário geral (QHG). O.

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Jogando a Vaca no Precipício

17 de janeiro de 2015 2 Comments

Um sábio mestre e seu discípulo andavam pelo interior do país há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então,.

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Lições do Bambu Chinês

8 de janeiro de 2015 8 Comments

por Autor Desconhecido Clique nas Lições do Bambu Chinês para conferir essas lições  que se aplicam a todas as áreas de sua vida.  

Saiba mais

Os Melhores e os Piores Alimentos para Cada Grupo Sanguíneo

6 de janeiro de 2015 7 Comments

por Revista Fórum&Negócios Especialistas apontam o descontrole emocional como fator que agrava a vulnerabilidade do organismo. Enfatizam que a dieta de acordo com o tipo sanguíneo e uma rotina de exercícios.

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O Ano de 2015: Meus Votos

31 de dezembro de 2014 0 Comments

por William Douglas “O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar.

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Mensagem de Natal e Ano Novo

24 de dezembro de 2014 0 Comments

por William Douglas C O N C U R S E I R O S As crises de fim de ano que atavam os concurseiros.

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Largar ou não o emprego para poder estudar mais?

22 de dezembro de 2014 3 Comments

por William Douglas Uma questão que sempre se levanta nas palestras e indagações e que perturba muitos concurseiros e seus familiares é a respeito da.

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Procura-se um Marido Milionário

12 de dezembro de 2014 0 Comments

por Autor Desconhecido Como se fosse uma oferta de trabalho, uma jovem de Nova York publicou um anúncio em um grande jornal dos EUA, pedindo.

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Os Capítulos que Escrevemos

9 de dezembro de 2014 0 Comments

por Israel Belo de Azevedo   A história de cada um de nós tem dois começos. Na verdade, três. O segundo começo é quando nascemos..

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Imagem (não) é Tudo

25 de novembro de 2014 0 Comments

por Israel Belo de Azevedo A nosso respeito vão se dizendo coisas. Quando nos são favoráveis, aceitamos como sendo verdadeiras, mesmo que não nos descrevam..

Saiba mais

Uma Oração pelo Sucesso

11 de novembro de 2014 0 Comments
por Stormie Omartian

Post 22 - Mundo Cristão

Então orou: “Senhor, Deus do meu senhor Abraão, dá-me neste dia bom êxito e seja bondoso com o meu senhor Abraão”.
Gênesis 24.12

Quando você tem um trabalho ou uma responsabilidade importante, quer ser bem-sucedida. A melhor maneira de obter sucesso é ir a Deus e pedir-lhe orientação.

Abraão pedira ao servo que encontrasse a noiva certa para Isaque. Esse servo era provavelmente Eliézer, um antigo e leal empregado. Eliézer sentiu o peso da responsabilidade e levou o assunto a Deus, em vez de depender de sua sabedoria ou sorte. Ele pediu um sinal, e, antes que tivesse acabado de orar, Rebeca chegou e lhe ofereceu água. Que extraordinária resposta à oração!

Mas, quem era Eliézer? Se voltarmos a Gênesis 15.2-3, descobriremos que ele era não só o servo fiel de Abraão, como também estava a ponto de herdar toda a riqueza de seu senhor. Assim, Eliézer não só perdeu sua posição com o nascimento de Isaque como teve de procurar-lhe uma noiva. Um homem medíocre poderia ficar amargurado por causa do que perdera; poderia ter definido “sucesso” como fazer tudo para voltar ao lugar de honra, a fim de obter a herança. Um homem medíocre talvez não se importasse com o tipo de noiva que levaria a Isaque. Mas não Eliézer. Ele estava decidido a realizar bem seu trabalho, e por isso orou para cumprir a tarefa.

Deus se importa com suas responsabilidades. Ele deseja que você obtenha sucesso. Não tema pedir-lhe isso. Tenha em mente, porém, que ele pode definir sucesso de modo bem diferente do seu.

Pai celestial, peço sucesso em tudo que eu fizer. Capacita-me a entender a tua medida de sucesso e a não impor minhas próprias ideias. Meu objetivo é te servir, sabendo que o sucesso será alcançado apenas quando eu caminhar de acordo com tua vontade.


Fonte: Blog Mundo Cristão

Conselhos de um cardiologista

21 de outubro de 2014 0 Comments

Amigos, Recebi recentemente um e-mail com alguns conselhos de um cardiologista. Claro que todo tipo de conselho médico deve ser conversado com um médico, mas.

Saiba mais

Uma Bondade Silenciosa

21 de outubro de 2014 0 Comments
por Max Lucado

Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros,
perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.

Efésios 4.32

Post 22

Qual é o seu quociente de bondade? Quando foi a última vez que você fez alguma coisa boa para alguém de sua família — por exemplo, pegar um cobertor, limpar a mesa, preparar o café — sem que lhe fosse pedido? (mais…)

Cinco Pontos de Uma Visão Bíblica sobre Ética na Política

21 de outubro de 2014 0 Comments
por Augustus Nicodemus

Post 21

1) Toda autoridade procede de Deus (Romanos 13). Os governantes são vistos como servos de Deus neste mundo, para através da política e do exercício do poder promover o bem comum, recompensar os bons e punir os maus. Como tal, haverão de responder diante de Deus pela corrupção na política, pela insensibilidade e pelo egoísmo. A visão do cargo político como sendo uma delegação divina desperta no povo o devido respeito pelas autoridades, mas, ao mesmo tempo, produz nestas autoridades o senso crítico do dever.

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Em quem vou votar

20 de outubro de 2014 0 Comments
por William Douglas

Várias pessoas estão me perguntando em quem eu vou votar. Sobre isso, respondo aqui. Não dá para responder de forma rápida e curta porque o que acho que vale para o leitor será validar ou não os critérios de raciocínio. Minha escolha não importa, mas sim em discutirmos como deveria ser a melhor escolha.Embora seja um direito, acho errado alguém votar nulo ou branco já que o momento é extremamente grave. Escolha-se o menor pior, é o que sugiro. Qual é o menos pior? Escolha usando critérios razoáveis e lógicos. Vamos lá: (mais…)

Carta Aberta aos Candidatos à Presidência

14 de outubro de 2014 0 Comments

Caros concurseiros e cidadãos interessados no tema, segue Carta Aberta sobre Concursos Públicos que enviei aos dois candidatos. Se ler e concordar, favor compartilhar a mensagem.

Solicito a gentileza de colocar o tag  #CartaAbertaConcursosPublicos, ok?

Espero que goste.

Abs, william douglas
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A Voz de Deus na Oração

30 de setembro de 2014 0 Comments
por Brennan Manning

Post 19

Talvez o principal motivo por que somos praticantes tão precários da arte de sermos humanos, a razão por que tantas vezes ficamos na corda bamba entre o ódio próprio e o desespero, é que simplesmente não oramos.

Oramos tão pouco tempo, tão raras vezes e tão insatisfatoriamente. Para todas as demais coisas temos tempo livre suficiente. Visitas, encontros informais, filmes, partidas de futebol, concertos, uma noite com amigos, um convite irrecusável — e todas essas coisas são boas, porque é natural e saudável que vivamos em comunidade. Mas, quando Deus requer nosso tempo, empacamos.

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Patologias

10 de setembro de 2014 0 Comments
por William Douglas

Li a seguinte manifestação do Leonardo Boff: “Diz-se por aí, que uma profetiza de sua igreja evangélica, a Assembleia de Deus, profetizou que ela, Marina, seria presidenta. E ela crê cegamente nisso como crê no que, diariamente lê na Bíblia, passagens abertas ao acaso, como se aí se revelasse a vontade de Deus para aquele dia. São as patologias de um tipo de compreensão fundamentalista da Bíblia que substitui a inteligência humana e a busca coletiva dos melhores caminhos para o país.

Não sei se Marina disse isso ou se Boff disse que ela disse. Quanto ao voto, não é tema desse artigo. Cada um que vote em quem achar melhor. A questão aqui é como um cidadão deve lidar com a fé alheia.

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As 4 Estações do Casamento

2 de setembro de 2014 0 Comments
por Gary Chapman

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Aviso Afixado na Porta de um Consultório Médico

27 de agosto de 2014 1 Comment
por Antônio Carlos Moreno/Alena

O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói.

O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

O coração infarta quando chega a ingratidão.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Procure ajuda, se identificar que algo ‘não anda bem’. Procure amigos(as) e Profissionais da Saúde, como Médicos e Psicólogos.


IMPORTANTE:

Tais informações não deverão, sob hipótese alguma, serem utilizadas como substituto para um diagnóstico médico ou para tratamento de qualquer doença. É imprescindível uma consulta com Médico(a) Especialista.

Assim sendo, desejo que você se cuide … porque sua saúde e sua vida dependem – também – de suas ESCOLHAS!

A Lei do Feedback Aplicada

9 de agosto de 2014 0 Comments
por William Douglas

Minha casa tem 3 Lego Master Building.

O avião foi feito pelo meu caçula, de 4 anos, sozinho.

A casa (do Tony Stark), pelo meu filho do meio, de quase 7 anos, também sozinho. Juntos os 3, da última vez, montamos uma cidade.

Aplicando uma das leis bíblicas do sucesso, a Lei do Feedback, perguntei ao meu filho o que eu poderia fazer para ser um pai melhor.

Resposta: “montar mais Lego comigo”. Minha adorável filha, que publicou seu primeiro livro aos 10 anos de idade, pediu para eu não atender celular e prestar mais atenção nela.

Você já fez essa pergunta para…

– cônjuge?

– filhos?

– chefe?

– empregados?

– colegas/sócios?

Experimente fazer. Funciona muito bem para o relacionamento crescer.

Obrigado Alemanha [Português e Alemão]

16 de julho de 2014 2 Comments
por William Douglas

Escrevo após assistir o vídeo “Obrigado Brasil“, divulgado pela Alemanha. Eis o vídeo.

Muito gentil você, Alemanha.

Mas, para ser sincero, quem tem que agradecer somos nós: (mais…)

Palavras sobre a morte

15 de julho de 2014 0 Comments
por Martin Luther King

E assim, venho, nesta tarde, para dizer a todos aqui reunidos que, apesar da escuridão desta hora, não devemos nos desesperar. Não devemos endurecer (…). Não, não devemos perder a fé (…). Permitam-se agora dirigir uma palavra às famílias de luto. É praticamente impossível dizer algo que possa consolá-los nesta hora tão difícil e que possa dissipar as profundas nuvens de desilusão que encobrem os céus de suas mentes. Mas espero que vocês possam encontrar um pouco de conforto na universalidade desta experiência. A morte vem para todos os indivíduos. A morte é espantosamente democrática. Não serve aristocraticamente a poucos, mas democraticamente a todos. Morrem os reis e morrem os mendigos; morrem os ricos e os pobres; morrem os velhos e os jovens. A morte vem para o inocente e para o culpado. A morte é o irredutível denominador comum de todos os homens.

Espero que vocês possam encontrar algum conforto na afirmação cristã de que a morte não é um fim. A morte não é o ponto final da grandiosa sentença da vida, mas uma vírgula que a pontua diante de um significado mais sublime. A morte não é um beco sem saída que leva a humanidade a um estado de total anulação, mas uma porta aberta para a vida eterna.

Permitam que essa fé audaciosa, que essa invencível suposição, lhes fortaleça nesses dias de provação.

Agora, para concluir, eu lhes digo: a vida é dura, às vezes tão dura quanto aço temperado. Há momentos difíceis e desesperadores. Como as águas dos rios, a vida tem períodos de seca e de inundação. Como o contínuo ciclo das estações, a vida tem o suave calor dos verões e o frio cortante dos invernos (Sim). E se nos mantivermos firmes, descobriremos que Deus está do nosso lado e que Deus pode nos levar da fadiga do

desespero ao alívio da esperança e transformar os vales sombrios e desolados nas iluminadas veredas da paz interior.


Sermão sobre a morte de quatro meninas proferido por Martin Luther King Jr. em 18 de setembro de 1963. O texto é parte da transcrição da palavra proferida por Martin Luther King Jr. no velório de três meninas assassinadas em uma igreja em ataque da Ku Klux Klan, em Birminghan.

Fonte: KING JR., Martin Luther. Um apelo à consciência: os melhores discursos de Martin Luther King. Org.: Clayborne Carson e Kris Shepard. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

Quem nunca levou uma goleada atire a 1ª pedra

10 de julho de 2014 0 Comments
por William Douglas

 

Eu levei mais de 7 gols nos concursos, no amor, no dever de fazer o bem, de fechar a boca, de avaliar pessoas e por onde ir nas encruzilhadas.

Se levar gols demais faz surgir o dever de se desculpar, quero ser o primeiro: me desculpem.

Peço desculpas e não levarei as pedras. Vou com minha camisa, vou torcer pelo meu time.

7 gols não bastam para matar um grande amor.

Vergonha? Nunca, ao menos, não disso. Tenho vergonha da corrupção, das falcatruas, do brasileiro que fala mal do governo e dentro de seu cantinho furta, frauda, faz malandragem, explora o outro. Jogar e perder, mesmo de 7, é do jogo.

Espero é que a gente aprenda a lição no futebol e fora dele.

No futebol como na vida, amanhã tem outro jogo.

Davi Luis

Derrota x Bíblia

10 de julho de 2014 2 Comments

por William Douglas   Aos que seguem a Bíblia, vale lembrar: louvamos a Ele quando vencemos, louvamos a Ele quando perdemos. Nossa adoração e nossa.

Saiba mais

O que alguns gostariam que acontecesse…

9 de julho de 2014 0 Comments
MIB_7x1por William Douglas

 

Primeiro, lembrar que os jogadores, com apagão ou não, com sete gols ou não, tentaram. E isso não é vergonha nenhuma. Aliás, não tenho vergonha do placar e não preciso esquecê-lo.

Eu respeito e aplaudo meu time, e mais ainda o técnico. Ele sempre será o técnico do nosso Penta. Não vai ser um jogo ruim que tirará isso dele.

Não tenho vergonha alguma do jogo, embora esteja dilacerado com o resultado e o placar elástico. Vergonha eu tenho é das agressões a um torcedor alemão, é de brasileiros quebrando o  Mineirão por causa da derrota, ou de vaiarem nossa seleção. Lembro que na Copa ocorrida na Alemanha, após o time local perder a semifinal, o estádio o aplaudiu, cantou para ele uma canção de orgulho, honrou-o. Sinto vergonha é do preço dos nossos estádios, dos viadutos que caem, das boates esquecidas (Kiss e outras), das refinarias mal compradas e outras inconclusas, e tudo caro. Do meu time, sinto orgulho; dos alemães, inveja.

Os alemães, ah, os alemães! Espero que todos se lembrem que eles estão há seis anos trabalhando esse grupo, que construíram (rápido e sem superfaturamento) um Centro de Treinamento no Brasil para dar melhores condições aos atletas. Aliás, fazem isso na educação etc., lá na Alemanha.

Espero que todos lembrem que eles realizaram treinamentos  ao meio-dia, sol a pino.

Espero que lembrem que não apostam nos valores individuais, embora os tenham,  mas sim no time. Não têm tantos dribles, mas passam a bola, jogam junto e o resultado disso é que, mesmo sem ser prioridade, os valores individuais aparecem. Não têm “salvadores da pátria”, nem no time nem na política.

Quem perdeu não foi nosso time, quem perdeu esse último jogo foi nosso jeito de ser brasileiros. Daí, éramos nós ali, todo o tempo. Vaiar o time é vaiar nosso jeito coletivo de levar a vida. Quem deve pedir desculpas não é o David Luiz, somos nós mesmos. E começar a jogar diferente. Quem precisa de renovação não é a seleção brasileira: é nossa política, nosso serviço público e cada cidadão que reclama da corrupção, mas vive de jeitinhos, sonegando, trapaceando, fraudando, trabalhando ou estudando o menos que puder. Desculpas, devemos todos. E, mais que elas, devemos a nós mesmos uma grande mudança. Por isso, espero que ninguém esqueça esse dia.

Quanto ao meu time, e minha camisa, me perdoem os que pensam diferente, mas sete gols não matam um grande amor.

Sábado, estarei no estádio com minha camisa. Vençam, ou não, estarei lá para aplaudi-los. O grande jogo, aquele no qual não podemos ter nem apagão nem derrota, é o jogo para mudar o jeito brasileiro de levar a pátria.

 

Escolhas de vida

8 de julho de 2014 0 Comments
Post 16por Nelson Bomilcar

Nossas escolhas provocam resultados a curto, médio e longo prazo. Prazos que, aliás, nunca sabemos de fato, já que a vida, segundo um escritor bíblico, é como a neblina que por um instante existe e logo se dissipa. A existência humana é curta e efêmera, com o que concordam filósofos, religiosos e pensadores de todas as épocas. A vida requer significados e propósitos para que seja justificada e, de fato, desfrutada no melhor que pode oferecer.

Fazer escolhas, talvez, seja o exercício racional e emocional mais intenso e constante durante nossa jornada como seres humanos. É experiência cotidiana da qual não podemos fugir e não temos como negar. Na infância, recebemos de pais ou responsáveis as referências que tendem a nos acompanhar pela vida afora. A partir dali, o que escolhemos e plantamos trará consequências que irão escrever nossas histórias. Deus já as conhece no tempo e espaço, mas não nos poupa ou priva de tomar as decisões que nos levará ao crescimento como seres humanos e como pessoas, para que vivamos uma fé adulta e responsável.

Fomos criados com consciência, com um mínimo de senso de certo ou errado – como Paulo esclareceu à igreja de Roma –, que ora nos acusa, ora nos absolve. Esta consciência sensibilizada pela ação do Espírito Santo em nós é que nos dá a compreensão do pecado, da justiça e do juízo; do bem e do mal. Ela traz para cada ser humano a capacidade de entender e discernir a vida no seu sentido espiritual e existencial mais profundo, que influencia nossas decisões e os relacionamentos que vamos construindo na família, na profissão, na vida em comunidade e na sociedade.

Para fazer boas e significativas escolhas, precisamos construir uma espiritualidade com raízes, alicerces bem construídos, feita com sabedoria que vem do alto e que está disponível a todos, dada liberalmente por Deus: um Deus que se apresenta, que se revela, que se relaciona, que deseja comungar conosco e partilhar com intimidade e amizade nossa existência. Isso traz repercussões éticas, morais e espirituais em nosso dia a dia, fazendo que o que somos e realizamos repercuta em nós, na nossa família, nas nossas atividades profissionais, em nosso ministério e na sociedade onde vivemos.

Escolher seguir o Deus triúno é a primeira boa escolha, reconhecendo nossa incapacidade de corresponder ao seu amor e conduzir nossa vida refletindo seu caráter, já que compartilhou conosco sua imagem e semelhança. Sem ele, não conseguimos manifestar sua glória, e nada podemos ser e fazer de forma a agradá-lo, principalmente por causa de nossa natureza caída e da nossa desistência de levá-lo a sério, vivendo inicialmente para nós mesmos. Escolher a Cristo como Senhor, Salvador, pastor e amigo é, também, uma escolha vital e inteligente, com repercussões no presente e na eternidade. Conhecer seu Evangelho e sua vontade para nós, como seres humanos, vivendo uma vida de fato significativa e relevante perante o próximo, deixará boas e profundas marcas, cuja magnitude jamais conseguiremos avaliar no todo.

Escolher valorizar a família e sua preservação em aliança, em amor e em perdão, mesmo com todos os fortes ventos contrários e lutas do caminho, é e será sempre uma escolha sábia, madura e com visão de futuro. Por outro lado, não valorizar a família e os absolutos inegociáveis de Deus – verdade, justiça, dignidade, amor e retidão –, é engano que trará tristeza, ruína e morte.

Escolher fazer o bem e o que é certo aos olhos de Deus, isto é, diante de sua Palavra revelada, do Verbo que se fez carne, do Cristo que se identificou conosco como homem, e com todas as implicações radicais de sua mensagem, será uma escolha correta, fascinante, desafiadora e abençoadora. Não nos arrependamos de fazer o bem e o que é certo para Deus; confirmaremos, assim, que estamos dispostos a amá-lo em primeiro lugar, amando ao próximo como a nós mesmos.

Escolhamos, sempre, os caminhos e valores que promovam a vida! Com nossas boas e corretas escolhas, podemos viver com alegria, esperança, profundidade e rico significado, abençoando aos que nos cercam numa saudável dinâmica comunitária. Assim, alinhamos o que somos e fazemos dentro da missão de implantar o Reino de Deus, ajudando as pessoas a seguirem, servirem e amarem o Mestre e doador da vida.


Fonte: Cristianismo Hoje

Enviado por: Blog Editora Mundo Cristão

A agonia da Copa e a agonia da vida

8 de julho de 2014 0 Comments
por William Douglas

 

– Escrito antes do Jogo Brasil x Alemanha –

Acho que Messi merece brilhar, finalmente, tanto na seleção quanto no Barcelona, talvez até mais, e a taça faz parte disso. Acho que os holandeses, sempre candidatos, um dia deveriam experimentar o gosto da vitória no último confronto do certame. Acho que os alemães, que desde a Copa passada começaram um belo trabalho, merecem o prêmio por serem tão científicos, organizados, meticulosos, enfim, tão alemães. E acho que – por mil motivos – nós, brasileiros, merecemos essa Copa.

Contudo, daqui a pouco sonhos começam a se desfazer, como já se desfizeram tantos outros ao longo do torneio. Agora, porém, só temos quatro times, e quatro gigantes nas Copas. E hoje um, amanhã outro, duas nações irão cair em pranto e seus representantes ficarão com aquela face mórbida do não mais haver. E domingo, enfim, mais uma nação ficará entristecida. Apenas uma, das quatro – e todas merecem – irá experimentar o topo, e para 75% deles o que haverá é a derrota, seja ela nobre ou apontando culpados, os quais às vezes até existem. Porém, mesmo sem erros de arbitragem ou conspirações, se tudo correr como é pra ser, como é o futebol, ou seja, mesmo sem acidentes , ainda assim três nações e quem por elas torce , todos irão sofrer uma perda nos próximos dias. É uma agonia.

Eu já vivi a agonia em tantas copas, e em apenas duas a glória de ter torcido pelo campeão, o prazer de sorver o gosto da vitória até o último jogo. Mas tive outras agonias: escolher entre Medicina ou Direito, entre Nayara e Joaquina, entre a fé e o ceticismo, entre o descanso e o esforço, e cada decisão que eu tomava ia não só moldando meu ser, meu futuro e meu planeta, mas, igualmente, destruindo coisas: o médico, a história com a Joaquina, o agnóstico, o indolente sem o estresse deste que aqui escreve, em cuja vida inseri minhas escolhas. Esse que sou, no qual apostei as fichas que tinha.

Quantas profissões deixei de ter? Como seriam meus filhos com Joaquina? Enfim, cada escolha e cada taça premia um e mortifica multidões, sejam de times, sejam de vidas. E é assustador para mim o quanto sou feliz com o Direito, com o Magistério, com a fé, com a Nayara e com meus três filhos.

A vida é mais generosa do que as Copas. A Copa escolhe um e defenestra outros, outros que podem ir embora com a honra de uma Colômbia ou Costa Rica ou como resultado do medo de prosseguir fazendo gols, como nesta edição agiu o México. Os derrotados de hoje e amanhã terão algo normal na vida: apenas a chance de tentar um outro título, menos glorioso, mas ainda assim melhor do que experimentar outra derrota.

A Copa e a vida têm milhares de histórias, de heróis, de tragédias, de glórias e de surpresas. A vida, como a Copa, tem bola na trave, impedimento não marcado, gols bonitos, gols contra, acidentes, contusões e até nobreza, como a do David Luiz mostrando que Fair Play não é só uma bandeira azul que mostram antes dos hinos. Enfim, a Copa é tão excitante pelo quanto se parece com o jogo da vida.

Por exemplo, em ambos a tecnologia nos permite rever os lances passados, mas jamais voltar no tempo e evitar o osso fraturado, o cartão desnecessário, o chute que poderia ter sido um pouco só mais para a direita. A vida também é um jogo no qual temos um tempo certo, até prorrogado, mas todos os jogos e todas as vidas um dia acabam, com ou sem glória, com ou sem taça: não existem campeonatos garantidos, é preciso ir para o gramado e suar a camisa. E torcer para o time se acertar, para se houver uma “bola vadia”, que ela seja gentil conosco, e tudo isso sem esquecer que em geral os melhores times é que levam mesmo a taça, e os times que estão ainda vivos mostram que competência tem seu lugar sim, convenhamos. A sorte, mesmo longa, morre até as quartas de final. Por tudo isso, as Copas e a vida são tão emocionais, passionais e misteriosas.

E, frente a tantas escolhas, riscos, agonias e constatações, apenas me consola que algumas coisas da vida não são escassas como, por exemplo, as taças. Creio que a felicidade, a paz, a amizade, a solidariedade e a prosperidade não são conquistas limitadas a este ou aquele individuo ou grupo. Creio que o melhor da vida não é uma taça a qual uns, mais fortes e velozes, mais hábeis e poderosos, têm acesso em detrimento de outros. Estou certo de que podemos ter taças para todos, faixas de felicidade em cada peito humano.

Curioso, paradoxal e assustador, porém, é o fato de que para alcançarmos essa multidão de campeões iremos precisar ter as qualidades de um time para levar para sua casa a Copa: treino, garra, disposição, equipe, e até um pouco de sorte. E a vida ainda é mais bela por um motivo: enquanto estamos por aqui, estamos todos escalados. Daí, que possamos entrar em campo e jogar bonito nosso melhor futebol. E desejo isso (jogar bonito e seu melhor futebol), na Copa, a brasileiros, argentinos, alemães e holandeses; e, na vida, a vc leitor, que tabelou comigo até aqui.

– Escrito após a derrota do Brasil –

Quanto a esta nossa desclassificação, a similitude se repete: é como aquele dia em que alguém bebe e bate o carro, ou que perde a razão em um átimo e exatamente nele agride alguém. Esse jogo foi esse segundo ato, estúpido, apenas durou demais. E o que nos resta é, depois de refeito o trauma, ir viver a vida e se preparar melhor para o próximo jogo, ou concurso, ou negócio, ou mais dia para se acertar com o cônjuge, filho ou até com si mesmo.

Do outro lado, méritos da Alemanha, que sem dribles, mas um ajudando o outro, mostrou que depender de um salvador da pátria é o início de uma tragédia. Espero que cada brasileiro pare de reclamar da corrupção e da malandragem, e jogue para o time, sem esperar que um eleito resolva tudo. Mas, claro, que escolha bem quem será eleito, pois afinal todos sabem que técnico faz diferença.

Torço para que o time e os brasileiros joguem melhor nos jogos que se aproximam. No futebol como na vida, amanhã tem outro jogo.

A regra de ouro dos relacionamentos

24 de junho de 2014 2 Comments
Post 15por John Maxwell

 

Qual é o segredo dos relacionamentos interpessoais? É se colocar no lugar da outra pessoa, em vez de colocar as pessoas no lugar que achamos que devem ficar — ou seja, enquadrá-las.

Cristo ensinou uma regra irretocável para quem quer estabelecer relacionamentos humanos de qualidade. Nós a chamamos “regra de ouro”, expressão que surgiu mais ou menos no século 17. Quase no fim do Sermão da Montanha, Jesus resumiu uma série de reflexões profundas sobre o comportamento humano numa frase: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mt 7:12). Nesse breve mandamento, Cristo ensinou dois pontos sobre a evolução dos relacionamentos humanos: devemos decidir como queremos ser tratados; em seguida, precisamos começar a tratar os outros da mesma maneira.

Há pouco tempo, levei minha filha Elizabeth para almoçar num restaurante. A garçonete, uma senhora cujo trabalho seria cuidar bem das pessoas, nos fez sentir como se a estivéssemos incomodando. Era mal-humorada, nada solícita e ranheta. Todos os clientes perceberam que o dia dela não estava sendo bom. Elizabeth olhou para mim e disse: “Papai, ela é bem rabugenta, não é?”. Limitei-me a concordar, contrariado.

A certa altura, tentei mudar aquela atitude tão negativa da garçonete. Puxei uma nota de dez dólares e disse: “Você poderia me fazer um favor? Teria como trocar essa nota de dez dólares? É que gostaria de lhe dar uma boa gorjeta hoje”. A mulher olhou para mim, hesitou por alguns instantes e, logo depois, correu até o caixa. Depois de trocar o dinheiro, ela passou os quinze minutos seguintes em volta de mim e de Elizabeth. Agradeci a ela pelo serviço, disse que havia sido solícita e atenciosa e deixei uma boa gorjeta.

Quando fomos embora, Elizabeth perguntou: “Papai, reparou como aquela mulher mudou o jeito de nos tratar?”. Aproveitando aquela oportunidade de ouro, respondi: “Elizabeth, se quer que as pessoas tratem você corretamente, faça o mesmo com elas. Em muitos casos, sua atitude mudará a delas”. Elizabeth nunca esquecerá aquela lição porque viu uma mudança notável acontecer diante de seus olhos. Aquela senhora mal-humorada não fizera por merecer um tratamento gentil. No entanto, quando foi tratada de maneira diferente — ou seja, da mesma forma que eu gostaria de ser tratado e acreditava que ela seria capaz de fazer —, sua perspectiva mudou de repente.

Seja qual for sua condição num relacionamento, se percebeu que há uma questão a ser resolvida, então a responsabilidade de fazer um esforço concentrado para gerar mudança positiva está em suas mãos. Pare de acusar os outros e tentar se justificar. Tente ser fonte de inspiração e exemplo, mostrando a atitude mais apropriada para a ocasião. Tome a decisão de não ser a pessoa que apenas reage, mas a que toma a iniciativa.


Fonte: A arte de influenciar pessoas

Enviado por: Blog Editora Mundo Cristão

Congresso deveria fazer pacote anticorrupção, diz juiz

16 de junho de 2014 0 Comments
por Catarine Piccioni – UOL

 

Surpreso com a ameaça de processo por seu livro sobre corrupção, Márlon Reis rebate deputados, nega ter feito generalizações e critica demora na reforma política. “Parlamento deveria ter anunciado medidas para debelar a compra de votos”

 

Um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, o juiz eleitoral do Maranhão Márlon Reis virou alvo de uma série de críticas disparadas por deputados na última terça-feira (10), no plenário da Câmara. Na ocasião, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), anunciou que vai protocolar uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o magistrado por conta do livro O nobre deputado, a ser lançado oficialmente no dia 27 deste mês, em São Paulo (SP). (mais…)

A transcendência se mostra… educamos nosso olhar?

11 de junho de 2014 0 Comments

O Professor Mário Sérgio Cortella é uma pessoa fora-de-série, palestrante e escritor de primeira linha, e um ser humano simpático, boníssimo e que espalha para tudo em seu entorno alegria e  otimismo, sabedoria e inteligencia. E faz da filosofia algo prático e útil. A ele, fica aqui a homenagem, e a vc, colega que me lê, a recomendação para que conheça seus artigos, livros e palestras. Se quiser dica por onde começar, o livro “Não se desespere” é uma pérola.

Com abraço forte a todos,

William Douglas

A transcendência se mostra… Educamos nosso olhar?

por Mario Sergio Cortella

Cidade de São Paulo, seis horas da tarde, chovendo sem parar, Eu, ainda molhado pela chuva, dentro de um trem do metrô lotado, indo para a universidade dar aulas (já entrando na terceira jornada de um longo dia). Fome, vontade de tomar um banho, ficar em casa à noite, descansar.

O trem vai bem devagar (problemas na energização dos trilhos) e, a cada estação, mais gente adentra, espremendo-se em pé, segurando sacolas, pastas, bolsas e guarda-chuvas; janelas do vagão fechadas (por causa dos trechos ao ar livre do trajeto); ar-condicionado desligado (para economizar eletricidade emergencial); calor, abafamento, odores marcantes por todos os lados.

Meu desejo? Sumir dali, sair de perto, desencostar de tantas pessoas, cheiros, ruídos e suores. Paz, quero paz!

De repente, próximo à porta do vagão, uma mulher com uma criancinha no colo, a pequena com a cabeça debruçada por cima do ombro da provável mãe. A menininha  olha para mim e, sem razão maior, sorri.

Pronto. Durante segundos (mas sentidos como uma deliciosa eternidade), desaparecem todos os transtornos à minha volta. Não há mais chuva fora, não há mais pressa, não há mais cansaço, não há mais nada, exceto uma sensação de encantamento e uma vontade imensa de retribuir o sorriso. Eu o faço e, rápida, a criança simula esconder o rostinho com as mãos, agora rindo.

O trem chega à estação na qual devo descer; saio, reconfortado pelo alcance admirável e profundo de um sorriso despretensioso e verdadeiro. Saio, sentindo-me abrigado pela experiência de um mistério que faz cessar qualquer turbulência.

Que experiência foi essa? Durante o caminho até a sala de aula,  bastante animado (cheio de anima/alma), procurei lembrar-me de outras experiências que tivessem, para mim, o mesmo significado: o encontro (ainda que fugaz) com a emoção simples, com a gratuidade amorosa, com o sentimento de  proteção de minha existência, com a espantosa beleza de algumas coisas e gestos.

Quando pude, antes, viver a mesma experiência que a do sorriso infantil e desprendido? Quando pude, antes, experimentar a calma certeza interior de que não estou abandonado à minha própria sorte ou entregue à solidão de angústias sem socorro? Quando pude, antes, provar do sabor da alegria compartilhada ou da solidariedade sincera? Quando pude, antes, presenciar a formosura do mundo ou a lindeza do que nele está?

Quando pude? Muitas e muitas vezes; esse mistério se mostrou e se mostra a mim e a todos e todas de inúmeras maneiras. Nem sempre o reconheci, nem sempre nele prestei atenção; porém, sempre esteve presente.

Quando, então?

Quando, por exemplo:

  • da primeira vez que fui ao mar, aos cinco anos de idade, e, olhando aquela imensidão, segurei-me na mão de meu pai enquanto pequenas ondas quase me tiravam do lugar (e eu, firmemente desafiante, não saía);
  • ainda criança, voltava, saudoso, para o lar, depois de uma temporada de férias em casa de parentes, e me regalava preguiçosamente na cama, aspirando os lençóis em busca de um cheiro que só neles existia;
  • em noites de frio na infância, minutos antes de dormir, percebia minha mãe, sorrateira, puxar as cobertas por sobre o meu peito e, dar-me, de leve, um beijo na testa, enquanto recitava baixinho uma oração da qual nunca me separei (“Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a Ti me confiou a Bondade Divina, guardai-me e protegei-me por todos os dias de minha vida”);
  • nas comemorações de aniversários, com irmãos, parentes e amigos em volta, eu assoprava as velinhas (poucas, na época) e sentia um calor dentro do peito que me dava a certeza de ser querido;
  • aos dez anos de idade, fui, ao velório de um amiguinho que se afogara em uma represa e, vi os pais dele sendo envolvidos por dezenas de abraços silenciosos e apertados, lágrimas de adultos expressando uma dor que era de todos, marcando, para mim, a noção de que se com a morte não nos conformamos, ao menos nos confortamos;
  • nasceu meu primeiro filho e, após o parto, sozinho no quarto da maternidade, chorei de gratidão pela dádiva de poder, também, desdobrar minha vida (e não me satisfiz com esse primeiro agradecimento, pois, outros partos ocorreram, outros choros vieram);
  • ao assistir, ouvir ou ler o noticiário, doem em mim as dores das guerras, das fomes, das epidemias, dos desastres ecológicos, das violências físicas ou simbólicas, e me esforço para não me acostumar, fraturando minha humanidade;
  • fico extasiado no dia a dia, ao observar que a violeta que plantei renova-se exuberante a cada regada, que os gatos de casa se enrolam nos meus pés quando chego, que as brincadeiras familiares na hora da refeição vão amalgamando a convivência (às vezes transtornada), que o passar das mãos de minha mulher sobre meus cabelos (de forma sutil e cuidadosa) mostram a amorosidade de um percurso parceiro;
  • ao ouvir música (muitas vezes quieto, na penumbra), procuro fruir a imensa capacidade de produzir emoção de um Mozart (como ele conseguiu, de forma contraditória, alegrar minha vida com a Missa de Réquiem?) ou de um Catulo da Paixão Cearense (“ontem ao luar, nós dois em plena solidão, tu me perguntaste o que era a dor de uma paixão…”);
  • ao participar de um culto, provo com outros e outras do extenso desejo que temos de partilhar a vida, demonstrando nossos temores e reconhecimentos, buscando continuamente a preservação generosa de um sentido de viver arrebatador e que não queremos que cesse.

Escolhi acima algumas situações especiais e marcantes para mim mesmo, mas, quem não as têm ou terá, de alguma forma? Quem consegue não contar outras delas, inúmeras, infindas, múltiplas? Alguém é capaz de passar incólume e afirmar que nunca foi tocado por impressões desse tipo?

Todas essas experiências antes relatadas são, acima de tudo, experiências religiosas. São vivências impregnadas (isto é, grávidas) de religiosidade, pois todas apresentam faces de uma ligação com a vida e sua sacralidade conjunta que transpõe a materialidade das coisas, a provisoriedade dos acontecimentos humanos, a transitoriedade do tempo.

Todas elas nos ligam e religam com a convicção de que o sentido (na dupla acepção de significado e direção) da existência excede os limites da mundidade e alcança a humanidade para além das histórias individuais que a compõem. São, assim, experiências da transcendência.

É preciso educar nossa atenção aos conteúdos dessas experiências; é preciso afinar nossos sentidos e sentimentos para não deixá-las passar como fatos corriqueiros; é preciso perceber que, provavelmente, a transcendência está nos detalhes inesquecíveis, e, por isso,  fundamentais.

É necessário que os que lidamos com Educação possamos compartilhar esses detalhes com as crianças e jovens com os quais trabalhamos, trazendo à tona as experiências  (nossas e deles) que cada um e cada uma carrega e que apontam para a percepção pessoal das memórias e vivências da transcendência.

É imprescindível não recusar esse encontro com a admirável presença de um mistério que ultrapassa a mim mesmo, minha  vida e este próprio mundo, mas do qual, surpreendentemente, percebo nele e dele participar. E, mais ainda, sei e sinto não estar sozinho.

Afinal, ser humano é ser junto.


Fonte: Mario Sergio Cortella, filósofo, é doutor em Educação pela PUC-SP, na qual é professor do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e do Pós-Graduação em Educação (Currículo).

 

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20 de março de 2014 0 Comments

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15 de maio de 2011 0 Comments

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Oração aos Moços [Rui Barbosa e a Dedicação]

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7 de janeiro de 2011 0 Comments

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3 de janeiro de 2011 0 Comments

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6 de dezembro de 2010 0 Comments

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24 de novembro de 2010 2 Comments

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9 de abril de 2010 0 Comments

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Sobre Concursos, Aparelhos Ortodônticos e outras Insanidades

1 de abril de 2010 1 Comment

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Ela, a Depressão

16 de dezembro de 2009 1 Comment

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Bom Bom e Mau Mau

16 de dezembro de 2009 1 Comment

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Ulisses e o canto das sereias: sobre ativismos judiciais e os perigos da instauração de um terceiro turno da constituinte

1 de julho de 2009 0 Comments
por Lenio Luiz Streck

Há uma obra de Otto Bachof que é bastante conhecida pelos cultores do direito constitucional. Ela se chama Normas Constitucionais Inconstitucionais?. A grande ironia que existe por traz desse fato notório é que o conhecimento das motivações históricas que levaram o professor alemão a escrevê-la é inversamente proporcional ao seu sucesso e sua “popularidade”. Talvez seja interessante lembrá-los aqui. Principalmente quando vivemos em um país em que, a todo tempo, setores do pensamento jurídico-político apresentam teses que têm como pretexto um problema particular do cotidiano para, no fundo, desconstituir a Constituição (sem falar na patética tentativa recentíssima da PEC 341/09 que pretende cometer um haraquiri institucional, reduzindo a Constituição a 70 artigos). Essas propostas vão desde mini-constituintes para efetuar uma duvidosa reforma política, até à construção de um ambiente doutrinário no interior do qual se convive pacificamente com a degradação dos (pré)compromissos estabelecidos pelo constituinte de 1988 através de uma irresponsável defesa de bons ativismos judiciais para resolver problemas que a realidade imediata apresenta.

Desconsidera-se, assim, o elán vital que imprime significado a uma Constituição: ela é feita em momentos de “sobriedade” política para defender o Estado e a sociedade exatamente destas erupções episódicas de paixões e desejos momentâneos. Algo que pode ser compreendido a partir de Homero e seu Ulisses. Como é sabido, na Odisséia, Ulisses, durante seu regresso a Ítaca, sabia que enfrentaria provações de toda sorte. A mais conhecida destas provações era o “canto das sereias” que, por seu efeito encantador, desviava os homens de seus objetivos e os conduzia a caminhos tortuosos, dos quais dificilmente seria possível retornar. Ocorre que, sabedor do efeito encantador do canto das sereias, Ulisses ordena aos seus subordinados que o acorrentem ao mastro do navio e que, em hipótese alguma, obedeçam qualquer ordem de soltura que ele pudesse vir a emitir posteriormente. Ou seja, Ulisses sabia que não resistiria e, por isso, criou uma auto restrição para não sucumbir depois.

Do mesmo modo, as Constituições funcionam como as correntes de Ulisses, através das quais o corpo político estabelece algumas restrições para não sucumbir ao despotismo das futuras maiorias (parlamentares ou monocráticas). Isso é de fundamental importância. Algo que os gregos ainda podem nos ensinar com a autoridade daqueles que forjaram o discurso democrático: entre eles as decisões mais importantes acerca dos destinos da pólis só poderiam ser levadas a efeito no diálogo que se estabelecia na ágora. (mais…)

O e-book matará o livro de papel?

4 de maio de 2009 1 Comment

por William Douglas Com o crescimento da venda de e-books nos Estados Unidos, já tem gente apostando em um futuro catastrófico para os livros impressos..

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Os Livros de Arair

15 de janeiro de 2009 1 Comment

por William Douglas O Evangelho é claro em anunciar que as generosidades ao próximo devem ser mantidas em segredo, não devendo a mão direita saber.

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Lições do Campeão Mundial Diego Hypolito sobre Como Passar em Provas e Concursos

12 de junho de 2008 1 Comment

por William Douglas Diego Hypolito é campeão mundial de ginástica olímpica, medalha de ouro no Pan… todos o conhecem. O topo no esporte envolve necessariamente.

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Ano Novo, Problemas Antigos [2008]

8 de janeiro de 2008 0 Comments

por William Douglas “Amicus socrates, amicus Plato, sed magis amica veritas” A ocasião de encerramento de mais um ano é propícia para rever o passado.

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Concurso é Maracutaia

19 de dezembro de 2007 0 Comments

por William Douglas Essa é uma das frases que constam em um e-mail que recebi. Ela não é a mais importante, talvez a menos importante,.

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O segredo e os dez mandamentos para passar em concursos

27 de novembro de 2007 0 Comments
por William Douglas

Fui reprovado seis vezes. Sentia vergonha, desânimo, tentava me esconder dos olhares e perguntas de todos, tinha medo de estudar, estudar e nunca passar. Como eu me explicaria diante de todos? A cada reprovação, contudo, procurava ver onde errava e como melhorar para a próxima batalha. Aprendi que uma reprovação pode ser parte do processo de aprovação, se administrada com inteligência. Não a inteligência do QI, mas a da adaptação em busca do que se quer.

Fui aprovado, depois, sete vezes, cinco delas em primeiro lugar. Em um passe de mágica o “patinho feio” se transformou no “cara”. Legal, mas mais legal ainda foi ter meu emprego estável, com status, plano de saúde, horários definidos, fins de semana e feriados. Então, começou uma romaria: todos me perguntavam “qual o segredo” para passar. Todos queriam dicas, macetes, o “caminho das pedras”. Sou cristão e procuro seguir a Bíblia; ela diz que aquele que sabe fazer o bem e não faz comete pecado (Tiago 4:17). Se eu sabia alguma coisa sobre como passar, era meu dever como cristão ajudar o próximo. Daí, a primeira coisa que precisava contar era que não existe segredo! A palavra segredo dá a ideia de fórmula milagrosa, mágica, recursos especiais a que apenas alguns têm acesso mediante sorte, dinheiro, amizade ou influência.

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A Mula

11 de novembro de 2007 0 Comments

por William Douglas domingo à tarde, Taquaral Depois de pegar a preá pequena nas mãos, minha filha e meu pai partem para alguma nova aventura..

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