Espiritualidade

O abraço

15 de janeiro de 2017 3 Comments
por William Douglas

Abraço meu filho, aperto-o não contra, mas a favor do meu corpo, sinto sua estrutura, sua carne, mexo nos seus cabelos e sinto seu cheiro. Invadem-me um amor e uma alegria imensos e me assalta um temor também. Em breve, será bruma. O menino sumirá num átimo e em seu lugar haverá um homem.

O abraço no filho é o meio da noite, que a cada minuto vai virando dia; é o ninho abraçando um ovo cada dia menos ovo e mais pássaro, surpreendendo sempre antes do tempo, se rompendo uns tantinhos quase invisíveis a cada dia.

Cada palavra pronunciada corretamente enseja uma comemoração, mas também um passamento: é o ovo se rompendo em câmera lenta, é o dia anunciando sua inexorável marcha. (mais…)

8 maneiras de ajudar a Síria

21 de dezembro de 2016 2 Comments

revolucao-rhema
Se você sente que gostaria de ajudar  a Síria, a Brasa Church separou 8 maneiras práticas em que se pode fazer a diferença!

  1. World Vision:  uma Organização Cristã dedicada a trabalhar com crianças, famílias e comunidades para superar a pobreza e a injustiça.
  2. Capacetes Brancos: a organização tem ajudado a resgatar pessoas, tirando vítimas de áreas de bombardeiros, arrecadando dinheiro para próteses e apoiando famílias que perderam integrantes. Mesmo que o grupo receba críticas internacionais de que atuem com uma missão política escondida, no momento o que tem sido feito é salvar vidas.
  3. Médicos Sem Fronteiras: é uma organização internacional, apartidária e que oferece assistência médica em regiões afetadas por diferentes crises e guerras. Na Síria, a organização tem atuado ativamente, fornecendo instalações médicas, equipamentos e suprimentos.
  4. Sociedade Médica Sírio-Americana: a organização tem enviado dezenas de médicos e operações médicas à Síria e aos países que estão recebendo os refugiados da guerra. Desde 2015, três milhões de pessoas já foram atendidas pelos serviços do grupo.
  5. Comitê Internacional de Resgate: o comitê apoia pessoas que fogem de regiões de conflito em todo o mundo, isso inclui os refugiados sírios.
  6. Save the Children: organização que trabalha com crianças deslocadas internamente, refugiadas e famílias afetadas pelo conflito.
  7. ORE!

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6 sinais que você está sendo traído e não quer ver [Recomendação]

21 de julho de 2016 4 Comments

Queridos,

Indico artigo escrito por um casal de amigos, com o tema traição e fidelidade no relacionamento amoroso. Espero que goste. Se ler, peço a gentileza de compartilhar e enviar seus comentários, ok?

O portal família.com.br é um dos maiores do mundo.

traição

Segredos de Fé e de Sucesso, entrevista com Reinaldo Morais

11 de julho de 2016 3 Comments
por William Douglas

WD_RMAutor de Segredos de Pai para Filho, o empresário Reinaldo Morais, tem experimentado, no mercado editorial, o mesmo sucesso que já conquistou no agronegócio nacional, do qual é um dos principais empreendedores. A obra, que é seu primeiro livro e foi lançada há cerca de um mês, alcançou o topo da lista do portal especializado PublishNews e no ranking dos mais vendidos da Revista Veja. Nesta entrevista, o presidente do Conselho Editorial da Editora Impetus, William Douglas, conversa com Reinaldo sobre o sucesso do livro e as motivações que o levaram a escrever Segredos de Pai para Filho. Confira.

WILLIAM DOUGLAS – Conhecemo-nos em um evento, no qual pude ouvi-lo contando um pouco de sua história de vida e trajetória profissional. Fiquei tão impressionado com seu relato que resolvi convidá-lo a escrever um livro pela Editora Impetus, e assim nasceu Segredos de Pai para Filho. Quais são, afinal de contas, os segredos mais importantes que devemos aprender?

REINALDO MORAIS – Em primeiro lugar, acredito que devemos procurar estar no lugar certo, na hora certa, fazendo a coisa certa. Tenho pautado minha vida pessoal e minha carreira como empresário por alguns princípios que conto no livro. Um deles é que, quanto mais qualificação você puder adquirir, e mais disposto ao trabalho estiver, mais sucesso terá em suas realizações. É preciso trabalhar duro, seja qual for nossa ocupação. Se fizermos tudo com excelência e estivermos sempre de olhos abertos para as oportunidades e circunstâncias ao nosso redor, mais chances teremos de sucesso. Em minha vida, fiz de tudo: entre outras coisas, limpei estrume, fui vendedor ambulante, fiz serviços domésticos e atuei como vendedor. Em todas essas atividades, sempre procurei ser o melhor, adotando soluções inovadoras e métodos para aumentar sempre a produtividade. Nunca desprezei qualquer oportunidade. Hoje, sei que estou na posição que ocupo graças ao duro aprendizado de tempos passados. (mais…)

Sete Concurseiros de Sucesso

25 de janeiro de 2016 15 Comments

por William Douglas Para animar o povo, vou citar algumas cartas e e-mails que venho recebendo. Não citei os autores para preservar a privacidade deles.

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Pedindo a Ajuda de Jesus

13 de dezembro de 2015 5 Comments

Jesus

Caros amigos,

Atendo a públicos distintos, um laico e outro cristão. Aos domingos, dia em que os cristãos celebram o shabbat, gosto de postar mensagens sobre minha busca espiritual.

Aqui vai uma.

A imagem, maravilhosa e fantástica, que você vê celebra aquela que Pedro viu. Posso afirmar que eu mesmo, em várias ocasiões, fui tirado de “afogamentos” da mesma forma.

Eu já vi essa imagem várias vezes na minha vida e sei que você também a verá se pedir a ajuda de Jesus.

É simples fazê-lo: dirija-se a Ele, tenha certeza que Ele estará ouvindo e dará uma resposta pessoal, individualizada e boa, na verdade, a melhor para você, pois Ele sabe todas as coisas. Também recomendo ler a Bíblia, em especial os 4 evangelhos, onde poderá saber mais das histórias e ensinamentos do Messias.

Com abraço fraternal a todos, e votos de bom domingo,

william douglas

Bíblia de Transformação Pessoal [Recomendação]

14 de outubro de 2015 0 Comments

Biblia Brennan

O que um Juiz pode ensinar a um Pastor

23 de junho de 2015 6 Comments

por William Douglas e Fabrini Viguier Juízes são vistos pela sociedade como detentores de grande poder e autoridade, e, de fato, detêm em suas mãos.

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Efésios 4:28

19 de maio de 2015 2 Comments

Efésios 4_28

Deuteronômio 31:6

12 de maio de 2015 2 Comments

Deuteronomio 31_6

Saudade da Mãe…

11 de maio de 2015 1 Comment

por William Douglas Maio, mês das mães. Como homenagem, transcrevo um trecho do livro A Última Carta do Tenente, onde abro meu coração e fala.

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“Nossa sociedade luta para evitar a possibilidade de ofender alguém – exceto Deus” [Billy Graham]

30 de janeiro de 2015 1 Comment

Billy Graham

Calvino & Arminio

30 de janeiro de 2015 0 Comments

Calvinistas e Arminianos

ou seria…

“Todo calvinista deve respeitar aqueles que escolheram ser arminianos, e todo arminiano deve respeitar aquele que foi predestinado a ser calvinista”?

Em qualquer caso, tem que haver paz.

Os Capítulos que Escrevemos

9 de dezembro de 2014 0 Comments

por Israel Belo de Azevedo   A história de cada um de nós tem dois começos. Na verdade, três. O segundo começo é quando nascemos..

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Imagem (não) é Tudo

25 de novembro de 2014 0 Comments

por Israel Belo de Azevedo A nosso respeito vão se dizendo coisas. Quando nos são favoráveis, aceitamos como sendo verdadeiras, mesmo que não nos descrevam..

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Uma Oração pelo Sucesso

11 de novembro de 2014 0 Comments
por Stormie Omartian

Post 22 - Mundo Cristão

Então orou: “Senhor, Deus do meu senhor Abraão, dá-me neste dia bom êxito e seja bondoso com o meu senhor Abraão”.
Gênesis 24.12

Quando você tem um trabalho ou uma responsabilidade importante, quer ser bem-sucedida. A melhor maneira de obter sucesso é ir a Deus e pedir-lhe orientação.

Abraão pedira ao servo que encontrasse a noiva certa para Isaque. Esse servo era provavelmente Eliézer, um antigo e leal empregado. Eliézer sentiu o peso da responsabilidade e levou o assunto a Deus, em vez de depender de sua sabedoria ou sorte. Ele pediu um sinal, e, antes que tivesse acabado de orar, Rebeca chegou e lhe ofereceu água. Que extraordinária resposta à oração!

Mas, quem era Eliézer? Se voltarmos a Gênesis 15.2-3, descobriremos que ele era não só o servo fiel de Abraão, como também estava a ponto de herdar toda a riqueza de seu senhor. Assim, Eliézer não só perdeu sua posição com o nascimento de Isaque como teve de procurar-lhe uma noiva. Um homem medíocre poderia ficar amargurado por causa do que perdera; poderia ter definido “sucesso” como fazer tudo para voltar ao lugar de honra, a fim de obter a herança. Um homem medíocre talvez não se importasse com o tipo de noiva que levaria a Isaque. Mas não Eliézer. Ele estava decidido a realizar bem seu trabalho, e por isso orou para cumprir a tarefa.

Deus se importa com suas responsabilidades. Ele deseja que você obtenha sucesso. Não tema pedir-lhe isso. Tenha em mente, porém, que ele pode definir sucesso de modo bem diferente do seu.

Pai celestial, peço sucesso em tudo que eu fizer. Capacita-me a entender a tua medida de sucesso e a não impor minhas próprias ideias. Meu objetivo é te servir, sabendo que o sucesso será alcançado apenas quando eu caminhar de acordo com tua vontade.


Fonte: Blog Mundo Cristão

Isaías 41:10,13

10 de novembro de 2014 0 Comments

Isaías 41-10_13

Uma Bondade Silenciosa

21 de outubro de 2014 0 Comments
por Max Lucado

Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros,
perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.

Efésios 4.32

Post 22

Qual é o seu quociente de bondade? Quando foi a última vez que você fez alguma coisa boa para alguém de sua família — por exemplo, pegar um cobertor, limpar a mesa, preparar o café — sem que lhe fosse pedido? (mais…)

Cinco Pontos de Uma Visão Bíblica sobre Ética na Política

21 de outubro de 2014 0 Comments
por Augustus Nicodemus

Post 21

1) Toda autoridade procede de Deus (Romanos 13). Os governantes são vistos como servos de Deus neste mundo, para através da política e do exercício do poder promover o bem comum, recompensar os bons e punir os maus. Como tal, haverão de responder diante de Deus pela corrupção na política, pela insensibilidade e pelo egoísmo. A visão do cargo político como sendo uma delegação divina desperta no povo o devido respeito pelas autoridades, mas, ao mesmo tempo, produz nestas autoridades o senso crítico do dever.

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Quando temos de esperar

14 de outubro de 2014 0 Comments
por Stormie Omartian

Depois dessas coisas o Senhor falou a Abrão numa visão:
“Não tenha medo, Abrão! Eu sou o seu escudo; grande será a sua recompensa!”.
Mas Abrão perguntou: “Ó Soberano Senhor, que me darás, se continuo sem filhos e o herdeiro do que possuo é Eliézer de Damasco?”.

Gênesis 15.1-2

Post 20

Você não é quase capaz de ouvir a irritação na voz de Abrão? “Deus, obrigado por seres meu galardão, mas… o que realmente desejo é que cumpras tua promessa. Quero um filho!”

Deus prometera a Abrão uma porção de descendentes quando ele tinha 75 anos (Gn 12.4). Ele teria 100 anos quando Isaque finalmente nasceu (Gn 21.5). Isso significa que Abrão e Sarai esperaram 25 anos pela promessa.

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A Voz de Deus na Oração

30 de setembro de 2014 0 Comments
por Brennan Manning

Post 19

Talvez o principal motivo por que somos praticantes tão precários da arte de sermos humanos, a razão por que tantas vezes ficamos na corda bamba entre o ódio próprio e o desespero, é que simplesmente não oramos.

Oramos tão pouco tempo, tão raras vezes e tão insatisfatoriamente. Para todas as demais coisas temos tempo livre suficiente. Visitas, encontros informais, filmes, partidas de futebol, concertos, uma noite com amigos, um convite irrecusável — e todas essas coisas são boas, porque é natural e saudável que vivamos em comunidade. Mas, quando Deus requer nosso tempo, empacamos.

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A Oração Funciona

16 de setembro de 2014 0 Comments
por Stormie Omartian

Post 18

Em primeiro lugar, quero tornar perfeitamente claro que o poder de uma esposa que ora não é um meio para controlar o marido; portanto, não se alegre antes da hora!

De fato, trata-se justamente do oposto. É desistir de todo o desejo de poder em você e para você, confiando no poder de Deus para transformá-la, assim como seu marido, suas circunstâncias e seu casamento.

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Patologias

10 de setembro de 2014 0 Comments
por William Douglas

Li a seguinte manifestação do Leonardo Boff: “Diz-se por aí, que uma profetiza de sua igreja evangélica, a Assembleia de Deus, profetizou que ela, Marina, seria presidenta. E ela crê cegamente nisso como crê no que, diariamente lê na Bíblia, passagens abertas ao acaso, como se aí se revelasse a vontade de Deus para aquele dia. São as patologias de um tipo de compreensão fundamentalista da Bíblia que substitui a inteligência humana e a busca coletiva dos melhores caminhos para o país.

Não sei se Marina disse isso ou se Boff disse que ela disse. Quanto ao voto, não é tema desse artigo. Cada um que vote em quem achar melhor. A questão aqui é como um cidadão deve lidar com a fé alheia.

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As 4 Estações do Casamento

2 de setembro de 2014 0 Comments
por Gary Chapman

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Josué 1:6,9

6 de agosto de 2014 0 Comments

Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria. Tão-somente esforça-te e tem.

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Palavras sobre a morte

15 de julho de 2014 0 Comments
por Martin Luther King

E assim, venho, nesta tarde, para dizer a todos aqui reunidos que, apesar da escuridão desta hora, não devemos nos desesperar. Não devemos endurecer (…). Não, não devemos perder a fé (…). Permitam-se agora dirigir uma palavra às famílias de luto. É praticamente impossível dizer algo que possa consolá-los nesta hora tão difícil e que possa dissipar as profundas nuvens de desilusão que encobrem os céus de suas mentes. Mas espero que vocês possam encontrar um pouco de conforto na universalidade desta experiência. A morte vem para todos os indivíduos. A morte é espantosamente democrática. Não serve aristocraticamente a poucos, mas democraticamente a todos. Morrem os reis e morrem os mendigos; morrem os ricos e os pobres; morrem os velhos e os jovens. A morte vem para o inocente e para o culpado. A morte é o irredutível denominador comum de todos os homens.

Espero que vocês possam encontrar algum conforto na afirmação cristã de que a morte não é um fim. A morte não é o ponto final da grandiosa sentença da vida, mas uma vírgula que a pontua diante de um significado mais sublime. A morte não é um beco sem saída que leva a humanidade a um estado de total anulação, mas uma porta aberta para a vida eterna.

Permitam que essa fé audaciosa, que essa invencível suposição, lhes fortaleça nesses dias de provação.

Agora, para concluir, eu lhes digo: a vida é dura, às vezes tão dura quanto aço temperado. Há momentos difíceis e desesperadores. Como as águas dos rios, a vida tem períodos de seca e de inundação. Como o contínuo ciclo das estações, a vida tem o suave calor dos verões e o frio cortante dos invernos (Sim). E se nos mantivermos firmes, descobriremos que Deus está do nosso lado e que Deus pode nos levar da fadiga do

desespero ao alívio da esperança e transformar os vales sombrios e desolados nas iluminadas veredas da paz interior.


Sermão sobre a morte de quatro meninas proferido por Martin Luther King Jr. em 18 de setembro de 1963. O texto é parte da transcrição da palavra proferida por Martin Luther King Jr. no velório de três meninas assassinadas em uma igreja em ataque da Ku Klux Klan, em Birminghan.

Fonte: KING JR., Martin Luther. Um apelo à consciência: os melhores discursos de Martin Luther King. Org.: Clayborne Carson e Kris Shepard. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

Derrota x Bíblia

10 de julho de 2014 2 Comments

por William Douglas   Aos que seguem a Bíblia, vale lembrar: louvamos a Ele quando vencemos, louvamos a Ele quando perdemos. Nossa adoração e nossa.

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Escolhas de vida

8 de julho de 2014 0 Comments
Post 16por Nelson Bomilcar

Nossas escolhas provocam resultados a curto, médio e longo prazo. Prazos que, aliás, nunca sabemos de fato, já que a vida, segundo um escritor bíblico, é como a neblina que por um instante existe e logo se dissipa. A existência humana é curta e efêmera, com o que concordam filósofos, religiosos e pensadores de todas as épocas. A vida requer significados e propósitos para que seja justificada e, de fato, desfrutada no melhor que pode oferecer.

Fazer escolhas, talvez, seja o exercício racional e emocional mais intenso e constante durante nossa jornada como seres humanos. É experiência cotidiana da qual não podemos fugir e não temos como negar. Na infância, recebemos de pais ou responsáveis as referências que tendem a nos acompanhar pela vida afora. A partir dali, o que escolhemos e plantamos trará consequências que irão escrever nossas histórias. Deus já as conhece no tempo e espaço, mas não nos poupa ou priva de tomar as decisões que nos levará ao crescimento como seres humanos e como pessoas, para que vivamos uma fé adulta e responsável.

Fomos criados com consciência, com um mínimo de senso de certo ou errado – como Paulo esclareceu à igreja de Roma –, que ora nos acusa, ora nos absolve. Esta consciência sensibilizada pela ação do Espírito Santo em nós é que nos dá a compreensão do pecado, da justiça e do juízo; do bem e do mal. Ela traz para cada ser humano a capacidade de entender e discernir a vida no seu sentido espiritual e existencial mais profundo, que influencia nossas decisões e os relacionamentos que vamos construindo na família, na profissão, na vida em comunidade e na sociedade.

Para fazer boas e significativas escolhas, precisamos construir uma espiritualidade com raízes, alicerces bem construídos, feita com sabedoria que vem do alto e que está disponível a todos, dada liberalmente por Deus: um Deus que se apresenta, que se revela, que se relaciona, que deseja comungar conosco e partilhar com intimidade e amizade nossa existência. Isso traz repercussões éticas, morais e espirituais em nosso dia a dia, fazendo que o que somos e realizamos repercuta em nós, na nossa família, nas nossas atividades profissionais, em nosso ministério e na sociedade onde vivemos.

Escolher seguir o Deus triúno é a primeira boa escolha, reconhecendo nossa incapacidade de corresponder ao seu amor e conduzir nossa vida refletindo seu caráter, já que compartilhou conosco sua imagem e semelhança. Sem ele, não conseguimos manifestar sua glória, e nada podemos ser e fazer de forma a agradá-lo, principalmente por causa de nossa natureza caída e da nossa desistência de levá-lo a sério, vivendo inicialmente para nós mesmos. Escolher a Cristo como Senhor, Salvador, pastor e amigo é, também, uma escolha vital e inteligente, com repercussões no presente e na eternidade. Conhecer seu Evangelho e sua vontade para nós, como seres humanos, vivendo uma vida de fato significativa e relevante perante o próximo, deixará boas e profundas marcas, cuja magnitude jamais conseguiremos avaliar no todo.

Escolher valorizar a família e sua preservação em aliança, em amor e em perdão, mesmo com todos os fortes ventos contrários e lutas do caminho, é e será sempre uma escolha sábia, madura e com visão de futuro. Por outro lado, não valorizar a família e os absolutos inegociáveis de Deus – verdade, justiça, dignidade, amor e retidão –, é engano que trará tristeza, ruína e morte.

Escolher fazer o bem e o que é certo aos olhos de Deus, isto é, diante de sua Palavra revelada, do Verbo que se fez carne, do Cristo que se identificou conosco como homem, e com todas as implicações radicais de sua mensagem, será uma escolha correta, fascinante, desafiadora e abençoadora. Não nos arrependamos de fazer o bem e o que é certo para Deus; confirmaremos, assim, que estamos dispostos a amá-lo em primeiro lugar, amando ao próximo como a nós mesmos.

Escolhamos, sempre, os caminhos e valores que promovam a vida! Com nossas boas e corretas escolhas, podemos viver com alegria, esperança, profundidade e rico significado, abençoando aos que nos cercam numa saudável dinâmica comunitária. Assim, alinhamos o que somos e fazemos dentro da missão de implantar o Reino de Deus, ajudando as pessoas a seguirem, servirem e amarem o Mestre e doador da vida.


Fonte: Cristianismo Hoje

Enviado por: Blog Editora Mundo Cristão

A regra de ouro dos relacionamentos

24 de junho de 2014 2 Comments
Post 15por John Maxwell

 

Qual é o segredo dos relacionamentos interpessoais? É se colocar no lugar da outra pessoa, em vez de colocar as pessoas no lugar que achamos que devem ficar — ou seja, enquadrá-las.

Cristo ensinou uma regra irretocável para quem quer estabelecer relacionamentos humanos de qualidade. Nós a chamamos “regra de ouro”, expressão que surgiu mais ou menos no século 17. Quase no fim do Sermão da Montanha, Jesus resumiu uma série de reflexões profundas sobre o comportamento humano numa frase: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mt 7:12). Nesse breve mandamento, Cristo ensinou dois pontos sobre a evolução dos relacionamentos humanos: devemos decidir como queremos ser tratados; em seguida, precisamos começar a tratar os outros da mesma maneira.

Há pouco tempo, levei minha filha Elizabeth para almoçar num restaurante. A garçonete, uma senhora cujo trabalho seria cuidar bem das pessoas, nos fez sentir como se a estivéssemos incomodando. Era mal-humorada, nada solícita e ranheta. Todos os clientes perceberam que o dia dela não estava sendo bom. Elizabeth olhou para mim e disse: “Papai, ela é bem rabugenta, não é?”. Limitei-me a concordar, contrariado.

A certa altura, tentei mudar aquela atitude tão negativa da garçonete. Puxei uma nota de dez dólares e disse: “Você poderia me fazer um favor? Teria como trocar essa nota de dez dólares? É que gostaria de lhe dar uma boa gorjeta hoje”. A mulher olhou para mim, hesitou por alguns instantes e, logo depois, correu até o caixa. Depois de trocar o dinheiro, ela passou os quinze minutos seguintes em volta de mim e de Elizabeth. Agradeci a ela pelo serviço, disse que havia sido solícita e atenciosa e deixei uma boa gorjeta.

Quando fomos embora, Elizabeth perguntou: “Papai, reparou como aquela mulher mudou o jeito de nos tratar?”. Aproveitando aquela oportunidade de ouro, respondi: “Elizabeth, se quer que as pessoas tratem você corretamente, faça o mesmo com elas. Em muitos casos, sua atitude mudará a delas”. Elizabeth nunca esquecerá aquela lição porque viu uma mudança notável acontecer diante de seus olhos. Aquela senhora mal-humorada não fizera por merecer um tratamento gentil. No entanto, quando foi tratada de maneira diferente — ou seja, da mesma forma que eu gostaria de ser tratado e acreditava que ela seria capaz de fazer —, sua perspectiva mudou de repente.

Seja qual for sua condição num relacionamento, se percebeu que há uma questão a ser resolvida, então a responsabilidade de fazer um esforço concentrado para gerar mudança positiva está em suas mãos. Pare de acusar os outros e tentar se justificar. Tente ser fonte de inspiração e exemplo, mostrando a atitude mais apropriada para a ocasião. Tome a decisão de não ser a pessoa que apenas reage, mas a que toma a iniciativa.


Fonte: A arte de influenciar pessoas

Enviado por: Blog Editora Mundo Cristão

2 Crônicas 25:8

2 de abril de 2013 0 Comments

Mesmo que vá e combata corajosamente, Deus o derrotará diante do inimigo, pois tem poder para dar a vitória e a derrota” 2 Crônicas 25:8

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Homem Condenado por Falso Estupro é Absolvido Depois de 16 Anos

4 de dezembro de 2011 0 Comments
por Alexandre Lyrio e Victor Uchôa

Sem ter feito absolutamente nada, ele foi acusado de estuprar uma vizinha de apenas 12 anos em 1994

O técnico em telefonia Jonas da Silva Cruz, de 53 anos, “morreu pela primeira vez” em setembro de 1994. Sem ter feito absolutamente nada, ele foi  acusado de estuprar Lucineide Santos Souza, uma vizinha de apenas 12 anos.

Em 2008, Soró, como é conhecido, foi tirar um atestado de antecedentes criminais e acabou preso. Era sua segunda morte.  “Nunca me senti tão abalado. Fiquei à deriva”, diz. Sem que soubesse, ele havia sido condenado em 1995 pelo tal estupro, mas, por um motivo que permanece inexplicado, durante 13 anos nunca foi procurado pela Justiça.

Morador de Nova Sussuarana, ele perdeu emprego, perdeu a casa e muitas amizades. Perdeu tudo que havia conquistado, mas nunca desistiu de provar sua inocência.

Até que, no início deste ano, aquela adolescente que o acusou, hoje mulher feita, resolveu falar a verdade: não houve estupro e nem mesmo assédio. Ao juiz da Vara de Execuções Penais, Lucineide revelou que toda a história fora criada por sua mãe. E que Jonas sequer a tocou.

Livre da condenação por estupro, Jonas Cruz comemora início de uma nova vida

Na última sexta-feira, no julgamento do pedido de Revisão Criminal realizado no Pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ), o réu finalmente foi “absolvido por insuficiência de provas”. “Posso dizer que hoje eu renasci”, resumiu.

Primeira Morte

A primeira morte de Soró se deu pela soma de uma raiva misteriosa e uma sentença judicial falha. Na tarde de 21 de setembro de 1994, Lucineide teve a primeira relação sexual de sua vida, com um namorado da mesma faixa etária.

No dia seguinte, sua mãe, Renilda Bispo dos Santos, percebeu um sangramento na calcinha da garota. “Lembro quando ela me levou para fazer um exame no IML. Quando voltamos, alguém, não lembro quem foi, disse que eu tinha ido na casa de Jonas. Foi aí que tudo começou. Minha mãe não sabia do meu namoro”, conta Lucineide, hoje com 29 anos. “Ela não gostava de Soró e eu nunca soube o motivo”.

O inquérito da 11ª Delegacia de Polícia foi encaminhado ao Ministério Público Estadual (MP), que denunciou Jonas por crime sexual. O acusado chegou a participar de duas audiências no Fórum Ruy Barbosa e achou que o caso havia sido arquivado.

Mas, em 5 de julho de 1995, frente a frente com o juiz, Lucineide, já com 13 anos, narrou a história inventada pela mãe como se fosse real: “Primeiro ele me deu um empurrão para dentro da casa. Eu estava de saia, calcinha e camisa. Ele mandou eu deitar, tirou minha roupa e meteu o ‘negócio’ dele devagar”. O depoimento, presente nos autos do processo, bastou para a decisão do juiz Marinaldo Bastos Figueiredo, da 10ª Vara Crime de Salvador. “Criança não mente”, argumentou o magistrado na sentença de Jonas.

Soró, que nem sabia que ainda estava sendo julgado, também não soube que foi condenado.

Segunda Morte

Somente em dezembro de 2008, quando ele tentava tirar um atestado de antecedentes criminais, a polícia percebeu que havia um mandado de prisão em aberto para aquele homem, detido na hora. “Meu mundo desabou. É uma dor insuportável”, lembra o senhor de voz grave e fala pausada, medindo cada palavra.

Soró foi enviado à Polinter, onde ficou preso por 10 meses. “Aquele é o pior lugar do mundo. Tem dias que os presos dormem uns por cima dos outros”, afirma.

Em seguida, Soró garante que nunca foi vítima de nenhuma violência sexual dentro da cadeia, algo comum em condenados por estupro.

“Tinha muita história dessa. Estuprador é tratado como lixo, não tem nenhum valor, mas Deus evitou que acontecesse comigo. Eu sempre disse que era inocente e acho que eles acreditaram”, emenda, contendo a emoção.

Em outubro de 2009, Jonas foi transferido para a Colônia Lafayete Coutinho, onde ficou até 23 de março de 2010, quando recebeu progressão de pena para o regime semiaberto, na Casa do Albergado e Egresso (CAE). Este ano, passou à prisão domiciliar.

Redenção

Desde então, sua luta é para andar de cabeça erguida. Atualmente, atua na triagem de correspondências dos Correios, emprego conseguido através de um programa de ressocialização da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos.

Sexta-feira, fora do Tribunal de Justiça, enfim inocentado do crime nunca cometido, Jonas respirou fundo, como se tomasse fôlego suficiente para o resto da vida. “Hoje sou um homem mais forte, pronto pra qualquer desafio”, disse, antes de se despedir.

‘Criança não mente’, disse juiz

Ao proferir a sentença que condenou Jonas Cruz, o magistrado Marinaldo Bastos Figueiredo, que morreu no ano passado, chegou a se perguntar: “Por que a vítima acusa o denunciado?”. Então, sem o suporte de testemunhas ou provas materiais, embasou sua decisão da seguinte maneira: “Estou convicto e certo de que a acusação da vítima é verdadeira, toda criança é sincera, não mentem e inexistem provados motivos ensejadores de acusação mentirosa”.

Na peça de pedido da Revisão Criminal produzida pelo defensor público Rafson Ximenes, a tese é contraposta com um trecho de O Juízo Moral da Criança, do teórico suíço Jean Piaget: “A criança, em virtude de seu egocentrismo inconsciente, é levada espontaneamente a transformar a verdade em função do seus desejos e ignorar o valor da veracidade”.

“Minha mãe criou a história, mas admito que peguei carona. Não quis dizer que tinha transado com meu namorado e me acomodei”, relata Lucineide. Para a desembargadora Ivete Caldas, relatora do processo de Revisão Criminal, a decisão foi falha porque levou em conta somente a versão da garota. “Nunca houve prova, somente a palavra da vítima. Para se condenar alguém é preciso ter certeza, e nesse caso a denúncia não tinha relevo”, resumiu.

Sozinho, Jonas acompanha atento a decisão dos desembargadores.

Votos de liberdade

Na sessão de sexta-feira da Câmara Criminal, o desembargador Lourival Trindade chegou a solicitar que Lucineide Souza prestasse um novo depoimento de retratação, este contando com a presença de um representante do Ministério Público (MP).

O magistrado também pediu que a mãe dela voltasse a depor, sem saber que a mulher morreu há nove anos. A desembargadora Ivete Caldas, relatora do processo, argumentou que o depoimento que Lucineide prestou em março deste ano ocorreu em juízo e não foi contestado pelos promotores do MP.

Assim, seu voto pela procedência do  pedido de Revisão Criminal foi acompanhado pelos desembargadores Vilma Veiga, Nágila Brito, Jeferson de Assis e Abelardo de Carvalho. “A retratação foi uma prova nova totalmente relevante e é por isso que Jonas foi absolvido”, afirmou Caldas. Agora, para que o nome de Soró seja limpo, basta que o acórdão da Câmara Criminal chegue à Vara de Execuções Penais junto com o ofício que indica a nulidade da condenação de Jonas.

Maior erro da Justiça ocorreu em Pernambuco

No dia 22 de novembro, morreu em Recife o ex-mecânico Marcos Mariano da Silva, de 63 anos, vítima daquele que é apontado como o maior erro da Justiça da história do país. Ele ficou quase 20 anos preso porque tinha o mesmo nome de um assassino. Marcos morreu enquanto dormia, poucas horas depois de receber a notícia de que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia determinado que o governo de Pernambuco pagasse o restante da indenização que ele ganhou por danos morais e materiais: R$ 2 milhões, além de uma pensão mensal de R$ 1.200.

Em 2008, Marcos já tinha recebido metade da indenização e usou o dinheiro para comprar casas para ele e familiares. O governo pernambucano recorreu para não ser orbigado a pagar a segunda parte, o que foi negado pelo STJ justamente no dia da morte do ex-mecânico.

Marcos tinha 28 anos quando foi preso pela primeira vez, em 1976, acusado de assassinato. Seis anos depois, o verdadeiro criminoso foi encontrado, e o homem inocente ganhou liberdade. Mas, em uma blitz, três anos mais tarde, foi preso novamente porque um policial o reconheceu e achou que ele estava foragido. Assim, foram mais 13 anos de reclusão.


Confira notícia original aqui.

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